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Marcelo Teixeira

O sonho do imigrante: por onde vale a pena começar e onde cresce o seu ordenado

25 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Dados recentes do International Migration Outlook 2025 da OCDE mostram que, após a entrada no mercado de trabalho, os rendimentos dos imigrantes crescem de forma muito diferente consoante o país.

A Líder analisou os dados e os rendimentos médios reais dos imigrantes no primeiro e no quinto ano após chegada. Isso ajuda a entender  para onde eles vão e quanto progridem economicamente depois de se estabelecerem.

Noruega: landing alto, mas crescimento moderado

Na Noruega, o sonho começa bem literal: os imigrantes começam com rendimentos médios muito altos — cerca de €50.530 no primeiro ano — mas o crescimento ao longo de cinco anos é relativamente modesto, de cerca de +14%. Isto significa que, num mercado já favorável, existe menos espaço para um salto salarial dramático quando comparado com outros destinos.

Porquê este padrão? A economia norueguesa paga bem desde o início, sobretudo em sectores como energia, marítimo e tecnologia, mas isso também pode significar que os salários já estão próximos do teto salarial local, deixando menos margem para progressão rápida.

Dinamarca: boa base e progressão estável

Na Dinamarca, o valor inicial dos rendimentos dos imigrantes já é alto (cerca de €32.090), e o crescimento ao longo de cinco anos situa‑se em +23%. Isso reflete um mercado robusto e políticas de integração laboral que permitem progressão salarial sustentável após os primeiros anos de experiência.

Nova Zelândia: onde o crescimento diminui com o tempo

Nova Zelândia surpreende negativamente: embora os imigrantes entrem com rendimentos relativamente elevados (€40.700), ao fim de cinco anos esses rendimentos caem para cerca de €38.430, representando um decréscimo de 6%. Este padrão sugere que a economia local e o mercado de trabalho não conseguem absorver plenamente as capacidades adquiridas, ou que existam barreiras na progressão salarial para estrangeiros.

Estados Unidos: o “Hustle Pays Off”

Nos Estados Unidos, o peso histórico como principal destino migratório global traduz‑se também em crescimento salarial substancial: de cerca de €23.170 no ano 1 para €33.150 no ano 5, ou +43%. Este aumento robusto reflete um mercado dinâmico, onde experiência local e mobilidade sectorial permitem ganhos rápidos e consideráveis para quem se integra com sucesso.

Canadá: crescimento continuado, mas menos exponencial

No Canadá, os imigrantes veem os seus rendimentos saltarem de €25.000 para €31.860 num período de cinco anos, ou +27%. Isto mostra um mercado estável com boas oportunidades de progressão, embora menos agressivo do que nos EUA ou Alemanha.

Alemanha: campeão do crescimento salarial

No topo do ranking do crescimento está a Alemanha, onde os rendimentos médios dos imigrantes crescem cerca de 48% em cinco anos — passando de €14.370 para €21.330. Este padrão sugere duas coisas: um mercado de trabalho que recompensa a experiência adquirida e uma economia que valoriza a integração gradual dos trabalhadores estrangeiros em sectores bem pagos.

Holanda: onde o progresso estagna

Assim como a Nova Zelândia, os imigrantes na Holanda enfrentam um cenário estranho: após uma entrada salarial decente (aproximadamente €22.470), os rendimentos caem para €21.000 ao fim de cinco anos, ou ‑6% — uma indicação de que oportunidades de ascensão salarial são limitadas ou bloqueadas por vários fatores de integração.

Suécia: crescimento forte e sustentado

A Suécia apresenta um crescimento forte (+44%): cerca de €13.470 no ano 1 para €19.350 no ano 5. Este desempenho é um dos melhores da Europa e mostra que o mercado sueco, apesar de salários iniciais mais modestos, permite progressão consistente ao longo dos primeiros anos de carreira no país.

França: crescimento moderado

Em França, os imigrantes veem os seus rendimentos crescer +19% em cinco anos, de cerca de €16.010 para €19.090. O mercado francês oferece integração salarial moderada, apoiada por proteções laborais fortes, embora nem sempre traduzida em ganhos rápidos.

Itália: subida significativa, mas ainda limitada

A Itália mostra crescimento de cerca de 29% nos rendimentos de migrantes ao longo de cinco anos, de €12.590 para €16.280 — um sinal de oportunidades de subida, embora com salários de base mais baixos do que a média europeia ocidental.

Espanha: progressão igual ao Canadá

Na Espanha, o crescimento salarial dos imigrantes ao longo de cinco anos ronda os +27% (de €12.090 para €15.390), semelhante ao padrão do Canadá — um mercado que recompensa a duração de estadia e experiência local, embora com salários de base relativamente modestos.

Áustria: crescimento positivo, mas moderado

Na Áustria, os rendimentos médios dos imigrantes crescem cerca de +21% ao longo de cinco anos, de €8.980 para €10.840 — um sinal de aproximação estável ao mercado laboral, embora num nível salarial mais baixo comparado com Europa Ocidental tradicional.

Portugal: o destino com menor crescimento salarial

No fim da lista está Portugal, onde o crescimento salarial médio dos imigrantes num período de cinco anos é cerca de +17%, passando de aproximadamente €7.860 para €9.200. Embora positivo, este crescimento é dos mais baixos entre os países analisados — reflexo de salários iniciais mais baixos e de um mercado de trabalho com progressão salarial menos dinâmica.

Mas isto não tira o papel crucial dos imigrantes na economia portuguesa: estudos recentes mostram que sem imigração, a mão de obra em Portugal teria até diminuído nos últimos anos — um sinal claro de que o crescimento económico depende fortemente dos fluxos migratórios.

Como interpretar estes dados?

Mercados de entrada alta e crescimento lento como Noruega oferecem estabilidade salarial desde o primeiro ano — bom para quem quer segurança imediata.

Mercados de ascensão como Alemanha e EUA mostram que a experiência local paga dividendos e oferece mobilidade salarial grande.

Mercados de declínio ou estagnação como Nova Zelândia e Holanda indicam que oportunidades de progressão podem ser menores do que aparentam à chegada.

Países e oportunidades em 2026

Ao olhar para o sonho do imigrante em 2025, percebemos que não existe um único destino perfeito — existe, sim, um espectro de oportunidades:

Alemanha e EUA emergem como os destinos onde o trabalho pode pagar melhor ao longo do tempo.

Suécia e Dinamarca mostram mercados laborais saudáveis e progressivos.

Noruega oferece estabilidade salarial desde o início.

Nova Zelândia e Holanda levantam importantes questões sobre integração salarial a longo prazo.

Portugal, ainda que com crescimento salarial moderado, demonstra que os imigrantes são essenciais para sustentar a força laboral e o crescimento económico — mesmo que a progressão salarial precise de políticas mais fortes de reconhecimento de competências e mobilidade interna.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Onde estão as mulheres na liderança desportiva?

25 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

O contraste, descrito numa recente reportagem da Reuters, expõe aquilo que várias dirigentes já apelidam de ‘ice ceiling’ — um teto de gelo que não se quebra com pódios. Afinal, onde estão as mulheres na liderança desportiva?

Medalhas no gelo, portas fechadas no poder

Nos últimos ciclos olímpicos, as atletas italianas tornaram-se protagonistas em modalidades de inverno, acumulando resultados históricos e maior visibilidade mediática. No entanto, quando se olha para as estruturas de poder — federações, comités técnicos, direções executivas — o cenário muda drasticamente.

Em Itália, a esmagadora maioria das federações desportivas continua a ser presidida por homens. A percentagem de treinadoras em seleções nacionais permanece residual. Apenas cerca de 7 % dos treinadores das seleções nacionais são mulheres, e quase nenhuma mulher lidera os órgãos máximos das federações desportivas italianas. O sucesso competitivo não se traduziu em poder institucional. A lógica meritocrática invocada no desporto parece não se aplicar quando o assunto é liderança.

O paradoxo é evidente: mulheres elevam o nome do país nos Jogos Olímpicos, mas raramente participam nas decisões estratégicas que moldam o futuro do sistema desportivo.

 

O padrão repete-se além das pistas e arenas

O fenómeno não é exclusivo do desporto. No mundo empresarial europeu, os números mostram avanços na base, mas resistência no topo.

Em França, por exemplo, as empresas do índice CAC 40 atingiram níveis próximos da paridade nos conselhos de administração — resultado de legislação que impôs quotas de género. Contudo, quando se observa quem ocupa os cargos executivos — presidentes, diretoras-gerais, CEO — a presença feminina diminui drasticamente.

O mesmo padrão verifica-se no Reino Unido, nas empresas do FTSE 350: forte representação feminina nos conselhos, mas uma minoria clara na liderança executiva. No Reino Unido, cerca de 40 % dos cargos em conselhos de administração são ocupados por mulheres, mas apenas cerca de 15 % dos cargos executivos e menos de 10 % dos CEOs são mulheres.

A inclusão existe, mas o poder efetivo continua concentrado.

 

Porque é que o topo continua inacessível?

Especialistas apontam várias razões estruturais:

Redes informais de poder. A liderança, especialmente em setores tradicionais como o desporto ou as finanças, ainda opera através de círculos fechados e relações de longa data, onde as mulheres historicamente tiveram menos acesso.

Estereótipos persistentes. A associação cultural entre liderança e masculinidade continua a influenciar processos de escolha, mesmo de forma inconsciente.

Percursos profissionais condicionados. Muitas mulheres são canalizadas para áreas de apoio ou funções consideradas ‘menos estratégicas’, o que limita o acesso posterior a cargos executivos.

Impacto da maternidade. A falta de estruturas de apoio — horários flexíveis, licenças equilibradas, cultura organizacional inclusiva — contribui para travagens na progressão de carreira.

O risco de uma igualdade apenas simbólica

O caso do desporto italiano mostra que visibilidade não é sinónimo de poder. A celebração das atletas durante os Jogos Olímpicos pode coexistir com a exclusão das mulheres das salas onde se tomam decisões sobre financiamento, formação ou governação.

Sem mudanças estruturais — nos modelos de seleção, nas regras eleitorais das federações, nas culturas organizacionais — o ‘ice ceiling’ pode tornar-se permanente.

As medalhas brilham durante semanas, mas as estruturas de poder moldam décadas. Se o desporto é frequentemente apresentado como espelho da sociedade, então o reflexo clarifica que as mulheres já provaram que conseguem competir e vencer ao mais alto nível. Depois do pódio, falta a presidência da federação, o cargo executivo, a cadeira onde se decide o futuro.

Arquivado em:Igualdade, Notícias

Lisbon Marriott reforça liderança com Madalena Maurício

24 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

A profissional, que integrava até agora a direção financeira do hotel, assume a responsabilidade pelas áreas de Alojamento, Housekeeping, Restaurante, Bar, Banquetes e Guest Experience. A nova função inclui ainda a supervisão direta da performance operacional e do posicionamento estratégico da unidade no segmento corporate e MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions), um dos pilares de negócio do hotel em Lisboa.

Madalena Maurício desempenhava desde 2020 o cargo de Diretora Financeira do hotel, onde liderou as áreas de Finance & Accounting, Compras e IT. Durante este período, o Lisbon Marriott superou de forma consistente os objetivos orçamentais, registou resultados históricos e alcançou auditorias de excelência, bem como níveis de engagement das equipas acima das metas definidas pela marca. A transição para a Direção de Operações representa, segundo a unidade hoteleira, uma evolução natural dentro da organização, consolidando uma visão integrada entre rentabilidade, estratégia e experiência do cliente.

A nomeação insere-se na estratégia global da Marriott International, alinhada com a ambição de ‘Growing Faster Forward’, que aposta na aceleração do crescimento com foco em maturidade operacional, inovação e cultura organizacional.

Percurso internacional e foco na execução

Com um percurso internacional consolidado no grupo, Madalena Maurício iniciou a sua carreira fora de Portugal em funções operacionais em unidades da Marriott em Espanha. Posteriormente integrou o JW Marriott Grosvenor House como Accounts Receivable & Capex Controller (2015–2016), assumindo depois o cargo de Finance Supervisor (2016–2017). Seguiu-se a função de Finance Manager no London Marriott Hotel Twickenham (2017–2018) e, mais tarde, Assistant Director of Finance no Amsterdam Marriott Hotel (2018–2020), reforçando uma experiência internacional em mercados altamente competitivos.

Ao longo da sua trajetória foi distinguida com vários prémios de mérito e liderança, entre os quais o General Manager’s Special Achievement Award no JW Marriott Grosvenor House, a nomeação para London Business Council Manager of the Year no London Marriott Hotel Twickenham e o Outstanding Internal Controls EMEA Award no Lisbon Marriott Hotel. Foi ainda reconhecida como Leader of the Quarter em Londres e em Amesterdão e, em 2024, participou como oradora convidada na conferência EMEA Finance & HR da Marriott.

Licenciada em Gestão de Empresas Turísticas pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, completou posteriormente uma pós-graduação em International Hospitality Management na Les Roches Marbella International School of Hotel Management, em Espanha.

Ao assumir a nova função, Madalena Maurício sublinha que encara o desafio com «orgulho e ambição clara», defendendo que é na operação que a estratégia se concretiza. «Acredito que a operação é onde a estratégia ganha tração — onde disciplina, cultura e execução se transformam em resultados reais. Defendo uma operação onde a excelência é estruturada, a inovação é prática e as pessoas crescem com clareza, responsabilidade e oportunidade», afirma.

Com esta nomeação, o Lisbon Marriott Hotel reforça uma liderança que combina visão financeira e execução operacional, num momento em que o setor hoteleiro em Lisboa enfrenta concorrência crescente e uma procura cada vez mais exigente, sobretudo nos segmentos corporate e de eventos internacionais.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Mulheres já são maioria num dos setores mais bem pagos do país

24 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Apesar da liderança salarial, o crescimento da última década foi mais moderado do que o registado no conjunto da economia. Nos últimos dez anos, os salários no setor aumentaram 24%, enquanto a remuneração média nacional cresceu 53%. Já no último ano, o aumento foi de 2,6%, com uma variação mensal de 1,3%, refletindo alguma volatilidade ao longo do ano.

Um setor mais feminino do que a média

O retrato do emprego revela também uma maior feminização face ao panorama nacional. No terceiro trimestre de 2025, as mulheres representavam quase 54% da força de trabalho no setor financeiro — cerca de 61 mil profissionais — enquanto os homens somavam 46%, num total de 52 mil trabalhadores.

Menos balcões, mais qualificação

A transformação estrutural do setor é evidente na redução da rede física. Entre 2012 e 2024, mais de metade dos balcões bancários e caixas económicas encerraram, passando de 5.571 para 2.751 estabelecimentos. A retração da presença física acompanha a aceleração da digitalização e a reorganização operacional das instituições.

Em paralelo, o perfil das funções tornou-se mais qualificado. Atualmente, os especialistas de atividades intelectuais e científicas representam 42,9% do emprego, seguidos pelos técnicos de nível intermédio (28,8%), consolidando um setor cada vez mais orientado para competências técnicas e analíticas.

Banca lidera criação de emprego

A análise por atividade confirma que o dinamismo do emprego está concentrado no núcleo bancário. No terceiro trimestre de 2025, as atividades de serviços financeiros — sobretudo banca — atingiram um máximo histórico de 79,7 mil trabalhadores, superando largamente os níveis mínimos registados no período pós-Troika. Já o setor segurador estabilizou nos 19,8 mil profissionais, após o pico observado durante a pandemia.

O desemprego no setor mantém-se residual. Com apenas 2.022 inscritos nos centros de emprego, representa 0,8% do total nacional. Lisboa concentra o maior número de desempregados (911), seguida pela região Norte (735).

Para Joana Gonçalves, Senior Manager de Finance, Banking & Financial Services da Randstad, o setor «continua a ser um dos pilares de emprego qualificado em Portugal, oferecendo remunerações significativamente acima da média». No entanto, sublinha que a contração da rede física e a volatilidade salarial evidenciam um setor “em plena mutação”, onde a digitalização e a adaptação estrutural serão determinantes para o futuro.

Estudo completo aqui.

Arquivado em:Corporate, Notícias

IRS 2026: tudo o que precisa de saber antes de entregar a declaração

24 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

A DECO PROteste alerta que o incumprimento destas etapas pode traduzir-se na perda de benefícios fiscais ou na necessidade de correções posteriores — o que pode significar um reembolso mais baixo ou até imposto adicional a pagar.

Novidades fiscais a ter em conta em 2026

O IRS deste ano traz alterações relevantes:

  • Atualização dos escalões em 3,51%

  • Aumento do mínimo de existência em 5,75%, fixando-se nos 12.880 euros em 2026

  • Revisão do valor de referência do subsídio de alimentação, isento até 6,15 euros (em dinheiro) ou 10,45 euros (em cartão)

Há também novidades nas deduções à coleta. Mantém-se a dedução de 15% do IVA suportado, com limite de 250 euros por agregado, mas passam a contar despesas com livros adquiridos em estabelecimentos especializados e entradas em espetáculos, museus e monumentos históricos — alteração que, embora produza efeitos no próximo IRS, já é relevante para as faturas que estão a ser pedidas e validadas.

As novas datas-limite, agora concentradas no final de fevereiro no âmbito das medidas de simplificação fiscal, pretendem tornar o calendário mais claro para os contribuintes.

O que tinha mesmo de fazer até 2 de março

Entre as principais obrigações destacam-se:

  • Validação das faturas de 2025 no Portal e-Fatura

  • Atualização do agregado familiar no Portal das Finanças

  • Entrega da declaração Modelo 10 por quem teve empregada(o) doméstica(o) em 2025

  • Submissão da Modelo 44 por senhorios dispensados de emitir recibos eletrónicos

  • Comunicação de despesas de arrendamento associadas à transferência de residência permanente para o interior

  • Indicação da frequência de estabelecimentos de ensino por dependentes com rendimentos

Atenção às faturas

Confirmar se todas as despesas estão corretamente classificadas é essencial. Saúde, educação, habitação, lares e despesas gerais familiares são algumas das categorias que influenciam diretamente as deduções à coleta.

Existem limites máximos de dedução e, caso as faturas não estejam validadas ou corretamente categorizadas, o contribuinte pode perder total ou parcialmente o benefício fiscal associado.

Agregado familiar: um detalhe que pode mudar tudo

Alterações como casamento, divórcio, viuvez, nascimento de filhos ou situações de guarda partilhada devem ser refletidas no Portal das Finanças. Também importa verificar até que idade e em que condições os filhos podem ser considerados dependentes.

Se não houver atualização dentro do prazo, a Autoridade Tributária e Aduaneira considerará os dados anteriormente registados — que podem já não corresponder à realidade do agregado e influenciar o cálculo final do imposto.

Obrigações para empregadores domésticos e senhorios

Quem foi empregador de trabalhadora ou trabalhador doméstico em 2025 deve entregar a Modelo 10 até 2 de março. Já os senhorios dispensados da emissão de recibos eletrónicos têm de submeter a Modelo 44.

Estas comunicações são determinantes para que rendimentos e despesas sejam corretamente considerados no apuramento do IRS.

Estado de calamidade: prazos suspensos até 30 de abril

Os contribuintes com residência fiscal em concelhos abrangidos pelo estado de calamidade beneficiam de uma suspensão dos prazos que terminariam entre 28 de janeiro e 31 de março, podendo cumprir essas obrigações até 30 de abril.

A medida abrange não só pagamentos, mas também obrigações declarativas, como a validação de faturas no e-Fatura. Ainda assim, a DECO PROteste identificou dúvidas interpretativas no despacho aplicável e solicitou esclarecimentos à Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, nomeadamente sobre se a suspensão opera automaticamente ou depende de iniciativa do contribuinte, e como se articula com o calendário de entrega do IRS.

Simuladores ajudam a antecipar o resultado

Para evitar surpresas, multiplicam-se as ferramentas de apoio. A DECO PROteste volta a disponibilizar a plataforma irsimples.pt, que concentra informação prática e permite comparar cenários de tributação, identificando a opção mais vantajosa para cada agregado. Até ao final de 2025, quase 43 mil pessoas registaram-se na plataforma.

Além dos simuladores, os utilizadores recebem alertas por SMS sobre datas importantes e podem exportar automaticamente a declaração mais favorável para o Portal das Finanças. A organização disponibiliza ainda a Calculadora do Salário Líquido e mantém o seu Guia Fiscal atualizado para 2026.

Também a Coverflex lançou a edição de 2026 do seu Simulador de IRS, uma ferramenta gratuita que ajuda a preparar passo a passo a entrega da declaração.

Com este simulador, é possível calcular o valor das deduções tendo em conta os rendimentos obtidos em 2025, despesas com saúde, educação, habitação, PPR, donativos e ainda as contribuições para o Regime Público de Capitalização — mecanismo voluntário de poupança para a reforma gerido pela Segurança Social.

«Inúmeros contribuintes continuam a encarar o IRS como um processo pouco intuitivo. Queremos simplificar esta tarefa, ajudando as pessoas a perceber o que podem esperar e a planear com antecedência caso tenham imposto a pagar», afirma Inês Odila, Country Manager Portugal da Coverflex.

Não deixe para a última hora

A recomendação é transversal: não adiar validações e comunicações para os últimos dias. Além do risco de constrangimentos técnicos nos portais oficiais, uma verificação atempada garante que todas as deduções são consideradas e que o imposto final reflete corretamente a situação do agregado.

O calendário pode parecer distante, mas o IRS começa a preparar-se agora. E, este ano, tudo passa por cumprir os passos que fazem a diferença no resultado final.

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Ciberataques não param: o novo normal das pequenas e médias empresas

24 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

O Hiscox Cyber Readiness Report 2025, um estudo global com respostas de 5 750 responsáveis pela cibersegurança em empresas de sete países, traça um retrato detalhado dos riscos, impactos e atitudes das PME face aos ataques digitais. Só em janeiro, ocorreram 2110 ciberataques por semana às organizações portuguesas.

 

Ameaças ainda omnipresentes e em mudança

Quase 60 % das empresas inquiridas reportaram ter sofrido pelo menos um ataque cibernético no último ano, confirmando que o fenómeno continua massivo e transversal aos mercados.

Os ataques vão muito além das tradicionais incursões de hackers: além de roubarem dados sensíveis, os criminosos estão cada vez mais a exigir pagamentos de resgate (ransomware) para evitar a divulgação pública dessas informações — um risco que pode ter consequências reputacionais e financeiras graves.

 

Consequências reais para as PME

Os efeitos de um ataque são amplos e muitas vezes duradouros: Multas regulatórias significativas afetaram um terço dos que sofreram incidentes; muitas empresas relatam impactos operacionais, custos adicionais e dificuldades em atrair clientes depois de um ataque; as falhas de segurança têm impacto humano: stress elevado, burnout e mais dias de ausência entre os colaboradores.

O relatório destaca que cada ataque é uma combinação de fatores técnicos e humanos — vulnerabilidades em sistemas, formação insuficiente e lacunas na gestão de riscos continuam a colocar empresas em posição vulnerável.

 

Inteligência artificial: aliado ou ameaça?

A inteligência artificial (IA) surge como um dos temas centrais do relatório. Se por um lado muitas PME reconhecem que a IA pode melhorar a defesa cibernética e a eficiência operacional, por outro também identificam que esta mesma tecnologia pode ser explorada por atacantes para conduzir ataques mais sofisticados.

O relatório mostra uma divisão de perceções: embora a IA seja vista por muitos como uma oportunidade, empresas reconhecem que ela também traz novos vetores de ataque e vulnerabilidades difíceis de antecipar.

 

Mudanças nas atitudes e práticas

Apesar do risco elevado, há sinais de que muitas PME estão a adotar uma abordagem mais proativa:

  • 94 % planeiam aumentar investimento em cibersegurança e proteção de dados no próximo ano.
  • Uma maioria significativa já realiza checagens regulares de vulnerabilidade e formação interna.
  • A resiliência cibernética global parece estar a melhorar, com 83 % das empresas a reportar avanços nas capacidades de defesa.

Estas mudanças refletem uma crescente compreensão de que a prevenção é também gestão de risco, formação e atualização contínua de políticas internas.

Ransomware e a questão controversa das divulgações

Um dos temas mais debatidos no relatório é a necessidade de transparência em casos de pagamento de resgates. Uma parte relevante das empresas acredita que a divulgação obrigatória de resgates pagos às autoridades deveria ser uma obrigatoriedade legal, embora esta questão ainda gere opiniões divididas no setor.

 

Risco elevado, resposta melhor, mas ainda insuficiente

O Hiscox Cyber Readiness Report 2025 deixa uma mensagem clara: as ciber-ameaças estão em constante evolução, e muitas PME continuam vulneráveis. Apesar de melhorias tangíveis nos investimentos e práticas de segurança, a lacuna entre risco percebido e proteção efetiva ainda persiste.

Especialistas sublinham que aumentar a resiliência cibernética não é tarefa única nem rápida. Pelo contrário, exige um compromisso contínuo em tecnologias, formação e estratégias de gestão de risco adaptativas — uma prioridade cada vez maior num mundo digital interconectado e mais sofisticado.

 

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