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Marcelo Teixeira

Tabaqueira e Técnico unem forças para acelerar talento e inovação em Portugal

24 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

O acordo reforça a colaboração entre a academia e a indústria, com o objetivo de promover o talento, a diversidade e a inovação tecnológica. A iniciativa enquadra-se numa visão de médio e longo prazo que pretende criar oportunidades concretas para estudantes, investigadores e docentes, respondendo a desafios atuais do setor científico e tecnológico.

A parceria estrutura-se em dois eixos principais: ‘Proximidade e Desenvolvimento de Talento’ e ‘Aceleração da Inovação’.

No âmbito do primeiro eixo, será atribuído um Prémio de Mérito a estudantes com desempenho académico de excelência. Está também previsto o apoio ao equipamento e à operação de um laboratório de computadores no Campus Alameda, em Lisboa, reforçando as condições de ensino e aprendizagem.

 

Foco na inovação e ligação ao tecido empresarial

Já no domínio da aceleração da inovação, o protocolo contempla a realização das i.Talks Técnico–PMI, um ciclo de workshops destinado à partilha de conhecimento entre investigadores do Técnico e especialistas da PMI/Tabaqueira. A colaboração inclui ainda o desenvolvimento de projetos no âmbito de dissertações de mestrado e abre a possibilidade de criação conjunta de projetos de investigação e desenvolvimento (I&D).

Entre as iniciativas previstas destacam-se também os Projetos Capstone, uma nova modalidade de dissertação de mestrado em formato de projeto curricular multidisciplinar, orientado para a resolução de desafios reais do contexto empresarial. A abordagem permitirá aos estudantes aplicar conhecimentos académicos a problemas concretos da indústria.

De acordo com Rogério Colaço, presidente do Instituto Superior Técnico, «esta parceria é de grande importância para o Técnico poder continuar a concretizar a sua missão de fazer a ligação entre o ambiente académico e científico e o ambiente empresarial».

Por sua vez, Marcelo Nico, diretor-geral da Tabaqueira, destacou que o acordo integra uma estratégia mais ampla de aproximação entre academia e indústria. «Ao investir no talento, na inovação e na inclusão, estamos a contribuir para uma sociedade mais qualificada, mais inclusiva e mais preparada para responder aos desafios tecnológicos e científicos do futuro», afirmou.

Com este protocolo, a PMI/Tabaqueira reforça o seu compromisso com a educação, a ciência e a inovação em Portugal, consolidando um ecossistema de parcerias que inclui universidades, centros de formação e organizações da sociedade civil.

Arquivado em:Inovação, Notícias

Executive Search já não é um sonho visionário – é imperativo nas empresas de sucesso 

24 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

O que caracteriza uma Consultora de Executive Search focada no sucesso e escolha especializada de líderes? 

Na EMA Partners Portugal, tratamos cada processo de executive search como único, investindo o tempo e a energia necessários para entender profundamente os nossos Clientes, o seu negócio, os seus desafios e o seu mercado. Não nos limitamos a identificar e entrevistar perfis: procuramos homens e mulheres capazes de criar um impacto transformador, alinhados com a visão e com os objetivos estratégicos da empresa. A nossa missão é procurar aqueles que, com a sua experiência e capacidade de execução, farão a diferença não apenas nos resultados imediatos, mas na sustentabilidade e no crescimento a longo prazo. 

Este processo inicia-se com uma análise detalhada da organização e do contexto em que está inserida. Passamos mais tempo a conhecer o mercado, os concorrentes, e as dinâmicas internas da empresa do que a entrevistar candidatos. Com este conhecimento profundo, conseguimos aconselhar os nossos clientes sobre os profissionais mais adequados para alcançar os resultados desejados. Este trabalho detalhado reflete a nossa abordagem, onde não estamos apenas a preencher uma posição, mas a identificar um agente estratégico que vai moldar o futuro da empresa. 

 

O que distingue a vossa abordagem do recrutamento tradicional? Quais os principais benefícios para as empresas? 

A grande diferença entre a Consultoria de Executive Search e o recrutamento tradicional reside na profundidade da nossa análise. Enquanto o recrutamento tradicional foca-se em encontrar rapidamente um candidato que encaixe nas competências exigidas para a posição, nós, na EMA Partners Portugal, dedicamo-nos a conhecer os nossos clientes e a sua liderança de forma exaustiva. Investimos o nosso tempo a entender o seu negócio, a sua cultura e os desafios específicos que enfrenta, incluindo a análise dos seus concorrentes e do mercado global. É este conhecimento detalhado que nos permite desenhar um role spec específico para cada assignment e garantir que o líder que encontramos não só preenche a vaga, mas está genuinamente alinhado com a estratégia e com os objetivos de longo prazo da empresa. 

Além disso, a nossa abordagem é totalmente orientada para a qualidade e não para a rapidez. Ao trabalhar com retain fee, garantimos que estamos comprometidos com a escolha certa, sem pressões externas que possam comprometer a profundidade do processo: por esta razão, em Portugal e nos mais de 40 países onde estamos, nunca trabalhamos career management, o nosso foco é a empresa cliente. Esse compromisso a longo prazo resulta numa parceria em que nos tornamos consultores estratégicos, ajudando os nossos clientes a construir equipas de liderança que realmente fazem a diferença. O benefício para as empresas é claro: profissionais que não só são competentes, mas que têm a visão e a capacidade de transformar a organização e gerar resultados sustentáveis. 

 

Quais as competências mais valorizadas nos processos de Executive Search de hoje? 

Nos tempos atuais, procuramos líderes com um perfil transformacional, que possuam capacidade de adaptação e que sejam capazes de liderar em contextos de constante mudança. Embora as competências técnicas continuem a ser relevantes, a verdadeira diferenciação reside na capacidade de gerir incertezas, tomar decisões estratégicas e inspirar equipas durante períodos de disrupção. Líderes que saibam como alinhar a estratégia de longo prazo com a execução do dia-a-dia são os que mais procuramos. 

Além disso, num mundo cada vez mais digital e global, é fundamental uma mentalidade inovadora, capaz de integrar tecnologia e transformação digital no seu processo de decisão. A Inteligência Artificial está a mudar a forma como as lideranças interagem com dados e tomam decisões, e procuramos aqueles que sabem usar esses avanços tecnológicos para otimizar processos, melhorar a tomada de decisões e gerar mais valor para a empresa. 

Por fim, as competências interpessoais, como a inteligência emocional e a capacidade de construir culturas inclusivas, são cada vez mais decisivas. Líderes que sabem como inspirar e criar confiança, gerindo equipas de forma colaborativa e resiliente, são essenciais no panorama atual. A autenticidade e a integridade continuam a ser valores fundamentais, especialmente quando se procura uma visão estratégica de longo prazo, alinhada com as perspetivas e objetivos dos acionistas. 

 

Este conteúdo integra a edição da newsletter ‘Em Foco’ dedicada ao tema ‘Executive Search’. Subscreva aqui as nossas newsletters.

Este artigo integra o espaço branded content da Líder e foi produzido em parceria com a EMA Partners Portugal.

Arquivado em:Líder Corner

Recrutar com propósito num mercado em transformação 

24 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Já não se trata apenas de preencher vagas ou otimizar processos, mas de identificar, desenvolver e mobilizar talento num contexto em que a agilidade e a inteligência artificial redefinem o quotidiano operacional. 

Neste cenário, criar pontes sólidas entre o talento disponível e as oportunidades que emergem no mercado é um exercício de precisão e visão – e tem sido essa a premissa da Brava Internacional desde o primeiro dia. 

Fundada em 2025, a empresa afirma-se no setor do Trabalho Temporário, atuando nas áreas do Recrutamento Especializado, Outsourcing e Formação. Com uma equipa experiente e multidisciplinar, temos vindo a disponibilizar soluções personalizadas, seguras e inovadoras para empresas e candidatos em múltiplos setores de atividade.  

Acreditamos que cada profissional tem um potencial único e que cada empresa merece encontrar as pessoas certas para crescer. 

 

Quando a tecnologia e a vertente humana se encontram 

Com menos de um ano de atividade, a Brava Internacional já começa a afirmar-se como parceiro de referência na área dos recursos humanos, em Portugal e além-fronteiras. Um reconhecimento que a empresa encara com responsabilidade e gratidão, atribuindo-o à confiança de clientes e candidatos que valorizam não apenas a sua forma de atuar no mercado, mas também a cultura interna e os princípios que a sustentam. 

No centro desse percurso estão os valores éticos demonstrados diariamente por cada colaborador, dentro e fora da organização, um compromisso que ultrapassa o negócio e define a sua identidade. 

A nossa abordagem distingue-se pela combinação entre novas tecnologias e um forte acompanhamento humano. Esta integração permite garantir que cada processo de recrutamento seja eficiente, transparente e orientado para o sucesso mútuo entre empresas e candidatos. 

A nossa missão centra-se verdadeiramente nas pessoas e nos clientes. Trazemos um elevado grau de know-how aliado a soluções inovadoras e personalizadas em recursos humanos, que promovem crescimento sustentável e contribuem para um mercado de trabalho mais dinâmico, justo e diferenciador. 

Afinal, as ferramentas evoluem, mas a essência do trabalho mantém-se. O mais importante é «potenciar o que o ser humano tem de melhor para alcançar objetivos extraordinários». 

 

Este artigo integra o espaço branded content da Líder e foi produzido em parceria com a Brava Internacional.

Arquivado em:Líder Corner

Grupo Miranza nomeia Amadeu Pinheiro como Diretor Territorial em Portugal

23 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

O executivo passa a liderar a operação nacional do grupo, supervisionando atualmente duas clínicas: Miranza COANTAS, no Porto, e Miranza Guimarães, garantindo a integração das unidades portuguesas nos padrões e práticas do Grupo e coordenando a estratégia de expansão futura em Portugal.

Com mais de 15 anos de experiência em gestão hospitalar e direção de operações na área da saúde, Amadeu Pinheiro tem um histórico sólido, incluindo funções de destaque no Grupo Trofa Saúde – como Diretor de Produção do Hospital Privado da Trofa e responsável pela coordenação operacional de diversas unidades hospitalares. Ao longo da carreira, Pinheiro tem focado na gestão de atividade clínica, planeamento operacional, otimização de recursos e liderança de equipas multidisciplinares.

A nomeação reforça a estrutura de liderança da Miranza em Portugal num momento de crescimento do grupo no país, com ênfase na excelência clínica, integração das unidades locais e desenvolvimento de novos projetos.

Em declarações, Amadeu Pinheiro afirmou: «É com grande entusiasmo que assumo este desafio na Miranza, um grupo com uma forte reputação clínica e uma visão clara de crescimento. O meu principal objetivo será assegurar a continuidade do trabalho de excelência das equipas locais e contribuir para uma integração e expansão progressivas, sustentadas e alinhadas com os padrões de qualidade do Grupo Miranza.»

Para o CEO da Miranza, Ramón Berra, a nomeação representa “«m passo importante na consolidação da nossa presença em Portugal. A sua experiência em gestão hospitalar e operações será determinante para garantir a integração estruturada das nossas clínicas portuguesas, atuais e futuras, e reforçar o desenvolvimento do nosso projeto neste país.«

Com esta nomeação, a Miranza reforça a sua aposta estratégica em Portugal e continua a desenvolver a expansão da sua rede na Península Ibérica, apoiada por uma liderança local dedicada à eficiência operacional e à evolução clínica das unidades integradas no grupo.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Gigantes militares nos Açores: estará Trump a preparar algo maior?

23 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

Movimentos acrescidos de aeronaves militares norte-americanas — incluindo reabastecedores e caças — foram reportados por diferentes plataformas de monitorização aérea e noticiados por diversos meios. Reportagens internacionais confirmaram a presença de meios logísticos de grande dimensão na Europa e nas Lajes, incluindo a aterragem de um C-5M Super Galaxy — um dos maiores aviões de transporte da Força Aérea dos Estados Unidos. Estes movimentos são interpretados por analistas como parte de um reforço de capacidades logísticas e aéreas no continente europeu. Estará Trump a preparar algo maior?

Os registos de tráfego aéreo militar revelam um reforço da presença norte-americana nas Lajes nas últimas semanas, coincidindo com um período de instabilidade no Médio Oriente. Apesar da visibilidade dos movimentos, permanece por esclarecer oficialmente o objetivo estratégico concreto desta intensificação.

Contudo, em Lisboa, o tema não passou despercebido. Já o ano passado, o PCP tinha exigido um «pronto e urgente esclarecimento» sobre o uso da Base das Lajes pelos Estados Unidos, alertando para o risco de Portugal poder ser envolvido, ainda que indiretamente, em operações militares externas..

A questão regressa agora com nova intensidade. E num contexto geopolítico muito mais volátil.

Ormuz, Indo-Pacífico e a lógica da pressão máxima

O pano de fundo é complexo. O estreito de Ormuz — por onde passa uma fatia significativa do petróleo mundial — voltou a ser apontado como potencial epicentro de uma escalada entre Washington e Teerão. Ao mesmo tempo, o Indo-Pacífico continua a ser um eixo prioritário da estratégia norte-americana, nomeadamente através de patrulhamentos conjuntos com aliados como as Filipinas no Mar do Sul da China.

Perante esta multiplicidade de cenários, importa separar perceção de realidade operacional.

Tiago André Lopes, Professor Auxiliar de Relações Internacionais na Universidade Lusíada do Porto e comentador da CNN Portugal, introduz cautela.

«Não temos informação completa sobre o número de caças que passa por mês, por exemplo, pela Base das Lajes, pelo que temos de ter alguma cautela quanto ao uso de expressões como ‘aumento anormal’.»

Ainda assim, o académico admite que a intensificação da utilização da base pode estar ligada a diferentes teatros estratégicos.

«O aumento eventual da passagem de aeronaves dos EUA pelas Lajes pode, de facto, ter que ver com uma eventual operação militar a partir do estreito de Ormuz, mas pode também ter que ver com ações de patrulhamento conjunto [EUA + Filipinas] no Mar do Sul da China. Inclino-me para pensar que são ambos os cenários, ao mesmo tempo.»

A leitura é reveladora: as Lajes podem estar a servir como plataforma de flexibilidade estratégica num momento em que os Estados Unidos mantêm pressão simultânea em múltiplos pontos do globo.

Trump, negociação e dissuasão aérea

A tensão com o Irão é um elemento central da equação. O Presidente norte-americano tem mantido uma postura de pressão máxima, alternando entre retórica negocial e sinalizações de força.

Para Tiago André Lopes, o cálculo político é claro:

«Parece-me evidente que o Presidente Trump não quer abdicar de ter todos os instrumentos negociais em cima da mesa e, por isso, apesar dos progressos sem sede negocial, e dos perigos que um ataque destes acarreta — enumerados por vários aliados dos EUA na região (Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Iraque e Jordânia não são favoráveis a um ataque ao Irão) e fora dela (Reino Unido, Alemanha, França mostraram-se publicamente contra a ideia do ataque) — não podemos descartar já a possibilidade de um ataque conduzido com recurso a meios aéreos.»

A movimentação de aeronaves pode, assim, funcionar como instrumento de dissuasão. Ou como preparação logística. Ou como ambas as coisas.

Portugal entre a NATO e o risco estratégico

A Base das Lajes não é apenas uma infraestrutura nacional. É parte integrante da arquitetura estratégica da NATO. E isso condiciona a margem de manobra política portuguesa.

«A utilização da Base das Lajes faz parte das obrigações de Portugal para com os EUA, no quadro da NATO», sublinha o professor. «A sua utilização acarreta sempre riscos para a segurança nacional, mas a proibição do uso da mesma poria em causa a natureza da participação portuguesa na NATO.»

Nas últimas semanas, dois fatores terão aumentado o peso estratégico das Lajes.

«Por um lado, o Reino Unido proibiu a utilização das suas bases militares para o lançamento de um ataque direto dos EUA contra o Irão — até porque este ataque seria sempre ilegal e ilegítimo ao abrigo do direito internacional público. Por outro lado, os países da região onde os EUA têm bases e pessoal militar rejeitaram, pública e formalmente, a possibilidade do uso dessas bases para ataques ao Irão. Nesse sentido, a Base das Lajes permite aos EUA contornar as dificuldades operacionais e de logística com que se têm deparado.»

A análise é incisiva: quando outros aliados impõem limites políticos e jurídicos, as Lajes ganham centralidade como alternativa operacional no eixo transatlântico.

Uma pista no meio do Atlântico  e no centro da geopolítica

A Base das Lajes já foi determinante na Segunda Guerra Mundial, na Guerra Fria e nas intervenções no Médio Oriente. A sua importância nunca desapareceu; apenas os focos de tensão mudaram.

Hoje, perante um mundo fragmentado, com múltiplos teatros de rivalidade simultânea, o Atlântico volta a ser corredor estratégico. E a Terceira, uma vez mais, deixa de ser periferia para se tornar ponto nodal.

Portugal não decide a geopolítica global, mas participa nela, pelas alianças que escolheu, pelas infraestruturas que disponibiliza e pelos compromissos que assume.

Nas Lajes, os aviões levantam voo quase em silêncio. Mas o ruído estratégico que produzem fazem tremer a terra muito para além da pista.

Arquivado em:Notícias, Política

Famílias pagam mais 12 euros desde janeiro pelo mesmo cabaz

23 Fevereiro, 2026 by Marcelo Teixeira

De acordo com os dados divulgados esta quinta-feira, o conjunto de 63 produtos alimentares essenciais custa agora 253,43 euros, mais 11,61 euros do que na primeira semana de 2026. Desde o início do ano, o aumento acumulado do cabaz aproxima-se dos 12 euros.

Só na última semana, entre 4 e 11 de fevereiro, o cabaz encareceu 34 cêntimos, o equivalente a uma subida de 0,13%. Apesar de aparentemente residual, este aumento consolida uma tendência contínua de agravamento dos preços ao longo das últimas semanas.

Valor mais alto desde 2022

A DECO PROteste monitoriza este cabaz desde janeiro de 2022. Face a esse período, o preço atual representa um acréscimo de 65,73 euros — ou seja, mais 35,02%. Há quatro anos, os consumidores conseguiam comprar exatamente os mesmos produtos por menos de 188 euros.

Comparando com fevereiro de 2025, o mesmo cabaz custava menos 12,04 euros, o que significa que, num ano, os preços subiram 4,99%.

Curgete dispara quase 100% desde janeiro

Entre os produtos com maiores aumentos desde o início do ano destaca-se a curgete, cujo preço subiu 96%. Também o peixe-espada preto (mais 23%) e a dourada (mais 21%) registaram aumentos expressivos.

Apenas na última semana, os produtos que mais encareceram foram: Curgete: +29% (3,69 euros); Café torrado moído: +19% (5,28 euros); Massa espirais: +16% (1,35 euros)

Se a comparação for feita com o mesmo período do ano passado, a curgete volta a liderar as subidas (70%), seguida do café torrado moído (51%) e do robalo (33%).

Carne, ovos e café lideram aumentos em quatro anos

Desde o início da análise, em janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais registaram-se na carne de novilho para cozer (119%), nos ovos (86%) e no café torrado moído (76%).

Há quatro anos, estes produtos custavam, respetivamente, 5,82 euros por quilo (novilho), 1,14 euros (ovos) e 2,99 euros (café).

O que inclui o cabaz essencial?

O cabaz monitorizado inclui 63 produtos distribuídos por várias categorias: carne, peixe, congelados, frutas e legumes, laticínios e mercearia. Entre os artigos analisados encontram-se peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga, entre outros bens considerados essenciais no consumo das famílias portuguesas.

A DECO PROteste disponibiliza ainda uma ferramenta online que permite aos consumidores simular preços e comparar supermercados, numa tentativa de mitigar o impacto do aumento generalizado dos bens alimentares.

Apesar de oscilações semanais pontuais, a tendência mantém-se clara: o custo da alimentação essencial continua sob pressão, atingindo novos máximos e pesando cada vez mais no orçamento das famílias.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

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