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Marcelo Teixeira

Por uma Causa Maior – Paula Varanda e Raquel Ermida

16 Dezembro, 2025 by Marcelo Teixeira

Em torno da temática do envelhecimento nas sociedades europeias, este livro reúne investigadores, artistas e mediadores culturais para realizar um diagnóstico incisivo e colher evidências de que é imperativo gizar um futuro de participação e visibilidade para os mais velhos, criando uma sociedade mais solidária com políticas públicas onde as instituições culturais têm um papel determinante.

 

 

Arquivado em:Livros e Revistas

O Divórcio das Nações – João Vale de Almeida

16 Dezembro, 2025 by Marcelo Teixeira

Vivemos hoje uma das situações geopolíticas mais perigosas dos tempos modernos, repleta de incertezas. Mas como é que as nações do mundo chegaram a esta situação? A ordem liberal internacional está condenada? O que nos espera?

Este livro, escrito por um dos diplomatas europeus mais proeminentes, responde a estas e outras questões que nos inquietam num estilo acessível, com uma linguagem mais jornalística que académica, enriquecido por décadas de experiência em Bruxelas, Washington, Nova Iorque e Londres. O embaixador João Vale de Almeida explica-nos como os países têm caminhado sonâmbulos em direção ao «divórcio das nações» e quais os passos que podemos dar para remediar a situação.

Chancela da D.Quixote.

Arquivado em:Livros e Revistas

A próxima grande revolução do marketing já começou

16 Dezembro, 2025 by Marcelo Teixeira

O marketing está a atravessar mudanças profundas. Em 2026, mais do que a tecnologia, será a própria lógica da decisão, da medição e da relação entre marcas e consumidores que vai alterar o sistema. A conclusão é objetiva no 2026 Marketing Outlook, da Incubeta: entrámos na «viragem agentic», uma transição tão estrutural quanto o surgimento da internet.

Nesta nova fase, o consumidor continua a ser humano, mas cada vez mais assistido ou substituído  por agentes digitais que filtram informação, comparam opções e executam decisões. A economia caminha para um modelo agent-to-agent, onde sistemas autónomos negoceiam valor em nome das pessoas.

Neste contexto, o marketing, antes um custo operacional ajustado trimestre a trimestre, passa a ser tratado como um ativo estratégico, numa lógica de infraestrutura de dados, marca e inteligência que se valoriza com o tempo.

 

O colapso do funil e o fim da jornada clássica

Um dos sinais mais evidentes desta mudança é a compressão da jornada do consumidor. A IA generativa está a eliminar etapas entre descoberta e ação, criando fluxos de decisão mais rápidos, diretos e com menor fricção.

Os consumidores esperam respostas imediatas, opções filtradas e caminhos claros. O funil tradicional não desapareceu, mas perdeu elasticidade. Hoje, quase 60% das pesquisas já não geram cliques, e terminam na própria interface com uma resposta final.

Para as marcas, isto significa uma coisa simples e exigente: deixar de competir por atenção e começar a competir por relevância algorítmica. A visibilidade depende de ser reconhecida como a resposta certa pelos sistemas de IA.

 

Medir menos o fácil, compreender melhor o impacto

Esta transformação torna obsoletos muitos modelos clássicos de medição. A obsessão pela atribuição perfeita entra em choque com um ecossistema onde os sinais são fragmentados, a privacidade é reforçada e a decisão acontece fora dos canais tradicionais.

O relatório aponta para uma mudança clara: medir resultados, não percursos. Modelos avançados como o Marketing Mix Modeling ganham centralidade, permitindo ligar investimento a impacto real no negócio, em vez de seguir utilizadores num percurso que já não existe.

A mensagem para os decisores é direta: continuar a confiar exclusivamente em métricas de último clique é subinvestir em marca  e comprometer o crescimento futuro.

 

Criatividade inteligente num mundo de conteúdo infinito

Se a IA torna a produção de conteúdos praticamente ilimitada, o valor desloca-se para outro lado: a inteligência criativa. Num mercado saturado de mensagens, o diferencial já não está na quantidade, mas na capacidade de criar conteúdos relevantes, adaptáveis e orientados a resultados.

A Incubeta defende a integração da IA nos sistemas criativos com o intuito de produzir melhor, testar em tempo real, antecipar desempenho antes do lançamento e ligar criatividade a impacto comercial mensurável. Num mundo onde tudo pode ser criado, apenas o que é estrategicamente inteligente consegue destacar-se.

 

Menos cliques, mais prompts e agentes que compram

Outra mudança estrutural está a redefinir a descoberta digital: a ascensão da economia dos prompts. O clique continua a existir, mas deixa de liderar. A interação passa a acontecer dentro de interfaces de IA que oferecem respostas diretas, contextuais e acionáveis.

Para as marcas, isto implica uma transição crítica: deixar de ser apenas um destino e passa a ser a resposta. A visibilidade depende da forma como os modelos interpretam intenção, autoridade e clareza da informação.

Este movimento ganha escala com o surgimento dos agentes de compras baseados em IA. Tratam-se de sistemas que comparam produtos, avaliam preços e finalizam transações sem intervenção humana direta. Aqui, a experiência deixa de ser marca-consumidor e passa a ser marca-agente.

Quem não estruturar dados, conteúdos e catálogos para este novo intermediário arrisca-se a tornar-se invisível.

Construir sistemas, não previsões

A conclusão do relatório é pragmática: tentar prever o futuro é um erro estratégico. Num ambiente que se reconfigura a cada trimestre, os roteiros estáticos tornam-se um risco.

O caminho passa por construir sistemas de marketing agentic — infraestruturas capazes de aprender, adaptar-se e decidir em tempo real, protegendo o conhecimento proprietário das marcas enquanto interagem com modelos públicos de IA.

Mais do que planos, o que está em jogo é maturidade organizacional. A IA não pode viver em silos nem ser um projeto lateral. Exige alinhamento ao nível da liderança, dados partilhados e uma visão clara sobre onde cria valor.

No fim, a equação é simples, mas exigente: eficiência com empatia, tecnologia com humanidade. Num mercado mediado por algoritmos, serão as marcas que souberem equilibrar ambos os lados que conseguirão acompanhar a mudança e também liderá-la.

Arquivado em:Marketing, Notícias

Quando a IA decide quem merece melhor informação em saúde

16 Dezembro, 2025 by Marcelo Teixeira

A Inteligência Artificial tornou-se um intermediário com poder real para moldar perceções, influenciar decisões e criar assimetrias. No setor da saúde, esse poder não é neutro e os mais penalizados são, precisamente, os doentes e os países menos centrais da União Europeia.

Esta é uma das conclusões centrais do relatório IA y Política Pública: Hacia una nueva arquitectura de incidencia, elaborado pela LLYC no âmbito da European Health Summit. O estudo analisou 1484 respostas geradas por quatro grandes modelos de linguagem — OpenAI, Anthropic, Perplexity e Gemini — a perguntas sobre quatro regulamentações-chave da política de saúde europeia.

O retrato que emerge é claro: a qualidade da informação varia consoante quem pergunta, de onde pergunta e qual o modelo de IA utilizado.

 

Doentes recebem pior e menos informação

A desigualdade começa no perfil do utilizador. Os modelos de IA tendem a oferecer respostas mais completas, rigorosas e bem fundamentadas quando o interlocutor é um profissional de saúde ou uma entidade institucional. Já os doentes ficam para trás.

Segundo o relatório, os profissionais do setor recebem, de forma consistente, informação mais detalhada, tecnicamente sólida e com maior visibilidade. Os doentes, pelo contrário, enfrentam lacunas significativas: respostas mais curtas, menos precisas e com menor suporte em fontes qualificadas.

Os meios de comunicação social surgem também numa posição frágil. Apesar de lidarem com temas de interesse público, registam as pontuações mais baixas em visibilidade, qualidade argumentativa e uso de fontes, acumulando algumas das maiores falhas informativas. As administrações públicas, por seu lado, beneficiam de uma postura particularmente favorável por parte dos sistemas de IA.

«A IA tornou-se um interveniente com capacidade para influenciar a opinião pública, a circulação de informação e a perceção de temas fundamentais como a saúde e a regulamentação», alerta Carlos Parry, líder de Healthcare Europa na LLYC. Para o responsável, as desigualdades detetadas colocam «um desafio crítico de equidade» que deve ser acompanhado de perto por reguladores e pela indústria.

 

O país também conta

A geografia é outro fator determinante. As respostas não são homogéneas dentro da União Europeia e adaptam-se claramente ao contexto nacional a partir do qual a pergunta é feita. Países como Espanha, Alemanha e França recebem, de forma sistemática, informações mais completas, com melhor qualidade argumentativa e maior diversidade de fontes. Já em países da Europa de Leste, como a Polónia ou a Hungria, as respostas tendem a ser mais fragmentadas, com menor consenso e menor profundidade.

Esta disparidade levanta questões sensíveis sobre acesso equitativo à informação num espaço europeu que, em teoria, partilha o mesmo quadro regulatório.

O estudo analisou ainda o posicionamento das principais normas comunitárias. O European Health Data Space (EHDS) surge como a regulamentação mais sólida, combinando elevada visibilidade com boa qualidade argumentativa. Já a AI Act destaca-se pela carga emocional mais intensa nas respostas geradas. A reforma farmacêutica e a avaliação de tecnologias de saúde (HTA) apresentam, por contraste, maiores lacunas informativas.

Gemini destaca-se entre os modelos

No plano tecnológico, as diferenças entre modelos são igualmente relevantes. O Gemini afirma-se como o líder indiscutível na análise de regulamentação sanitária europeia, destacando-se pela precisão, pela capacidade de reduzir a desinformação e por manter uma qualidade consistente para diferentes perfis de utilizador. É também o modelo mais favorável às políticas europeias.

O Anthropic apresenta um perfil mais estratégico, particularmente útil para antecipar impactos regulamentares. Já o Perplexity levanta sinais de alerta: regista o maior risco de desinformação e depende fortemente de meios de comunicação generalistas — mais de 80% das suas fontes — em detrimento de documentação oficial. O OpenAI surge com um desempenho mais modesto, embora se destaque pela utilização relevante de fontes institucionais europeias e literatura científica revista por pares.

Para Daniel Fernández Trejo, diretor-geral de Deep Learning na LLYC, o problema é estrutural: «Os modelos de linguagem não são meros repositórios de dados. São intermediários ativos que interpretam e distorcem a informação consoante quem a solicita», afirma. E conclui: «Passámos de uma Web de pesquisa para uma Web de respostas sintéticas. Compreender esta nova arquitetura da influência é hoje tão essencial como foi, no passado, compreender o funcionamento dos media.”

No balanço final, o relatório é claro: a interação entre Inteligência Artificial e política pública na saúde está longe de ser neutra. Os vieses existem, são sistemáticos e têm consequências. Num setor onde a informação pode fazer a diferença entre esclarecimento e exclusão, ignorá-los já não é uma opção.

Arquivado em:Notícias, Saúde

Tânia Leal Rodrigues distinguida no Top 100 da gestão hoteleira internacional

16 Dezembro, 2025 by Marcelo Teixeira

Tânia Leal Rodrigues, diretora-geral do Hyatt Regency Lisboa, foi distinguida como uma das 100 melhores gestoras hoteleiras a nível global, integrando o ranking Top 100 Hotel General Managers of the World 2025, atribuído pelos Luxury Lifestyle Awards.

A distinção reconhece líderes do setor hoteleiro que se destacam pela excelência operacional, qualidade de liderança e impacto na experiência dos hóspedes, avaliando critérios como reputação profissional, influência no setor, reconhecimento anterior e feedback de clientes e colaboradores.

Tânia Leal Rodrigues assumiu funções como General Manager do Hyatt Regency Lisboa em junho de 2025, depois de ter liderado o Sheraton Cascais Resort, consolidando o seu percurso dentro do grupo United Hospitality Management (UHM). Com mais de 15 anos de experiência em gestão hoteleira, construiu uma carreira internacional que passou por unidades de referência nos Estados Unidos, França, Jordânia, Maldivas, China e Qatar.

Em reação à distinção, Tânia Leal Rodrigues sublinha que o prémio é sobretudo «reflexo do empenho e do talento das equipas» com quem trabalha diariamente, agradecendo também à UHM pela confiança depositada. «Este prémio é nosso e espero que continue a motivar-nos a servir, da melhor forma, quem procura os nossos serviços de excelência», afirma.

Além do reconhecimento individual, o Hyatt Regency Lisbon foi igualmente distinguido nos Luxury Lifestyle Awards, arrecadando um prémio na categoria de Riverside Hotel.

O ranking Top 100 Hotel General Managers of the World tem como objetivo identificar um grupo de elite de diretores-gerais que se destacam pela entrega de elevados padrões de serviço, liderança consistente e contributo para a reputação global da hotelaria de luxo.

 

Arquivado em:Notícias, Pessoas

O exemplo de Sérgio Sousa Pinto

15 Dezembro, 2025 by Marcelo Teixeira

A política anda crispada. Por vezes os debates parecem uma versão sentada de Rumble in the Jungle mas sem a emoção. Os contendores entram para ganhar um combate pela Verdade e o Bem. Do outro lado encontra-se não um adversário político mas um agente de alguma coisa maligna. Maligna, digo eu, é esta polarização. É evidente que a política precisa de luta. Política que não dá luta não tem interesse. Mas deve ser uma luta por soluções para a sociedade, não uma espécie de reprodução secular do pior das religiões.

Por precisarmos de olhar para a política de forma diferente trago aqui o caso de Sérgio Sousa Pinto. Não conheço SSP nem ele precisa de meu elogio para nada. Não costumo votar no partido dele nem tenciono passar a fazê-lo. Mas acho que é um exemplo. Tem inteligência e o seu correlato, o sentido de humor. É informado. Não tem um conhecimento messiânico do Bem, que por isso quer impor aos outros. Não me parece que ache a Esquerda intrinsecamente superior à direita. Também não parece que veja fachos em todo o lado. Não vem com a conversa da extrema-direita a propósito e a despropósito. É, parece-me, um homem livre.

É isto. É muito? É. É difícil? Certamente senão havia muitos assim. Num mundo de vociferantes é bom ver alguém que vê a política como uma conversa sobre como melhorar a sociedade e não como um combate final. E no final do dia, a política é só isso: política. Que é boa apenas se servir para melhorar as coisas e não para desenhar sociedades utópicas. A política vale bem uma boa discussão mas não merece que deixemos de falar por causa dela. Que haja alguém para o lembrar.

Arquivado em:Opinião

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