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As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

suporte

Sodexo reembolsa 420 mil euros no âmbito do programa IVAucher

31 Janeiro, 2022 by suporte

A Sodexo Portugal, empresa de benefícios extrassalariais, registou entre outubro e dezembro de 2021, mais de 139 mil transferências através do seu cartão Sodexo Refeição Pass, o único cartão refeição aderente ao programa IVAucher, o que se traduziu num valor de 420 mil euros.

De acordo com a mecânica do programa IVAucher, o valor apurado é relativo à totalidade do IVA acumulado, entre junho e agosto do ano passado, em compras na área da restauração, hotelaria e cultura, desde que os consumidores tenham solicitado a introdução do número de contribuinte na fatura, ficando nesse momento automaticamente integrados no programa.

Nelson Lopes, CEO da Sodexo Portugal, afirma que “o balanço do programa IVAucher é muito gratificante pelo apoio realizado aos setores fortemente afetados pela pandemia, e sobretudo aquele que nos diz respeito em particular – a restauração. Acreditamos que este valor possa representar uma ajuda essencial no relançamento da nossa economia, numa fase em que se espera um virar de página e se vislumbra o fim da pandemia”.

A rede de aceitação Sodexo tem atualmente cerca de 25 mil comerciantes afiliados, onde os mais de 200 mil utilizadores do cartão Sodexo Refeição Pass, de cerca de 11 mil empresas, podem fazer uso do seu cartão.

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Novas bolsas de investigação em doenças hematológicas malignas

31 Janeiro, 2022 by suporte

A Gilead Sciences, Inc. e a Kite, uma empresa Gilead, anunciaram a abertura das candidaturas para o Gilead Research Scholars 2022, um Programa de apoio financeiro a jovens investigadores no impulsionamento na investigação médica nas áreas de doenças hematológicas malignas, tumores sólidos, VIH, doenças hepáticas e antifúngicas e que agora recebe candidaturas para a área das doenças hematológicas malignas.

O Programa Gilead Research Scholars em Doenças Hematológicas Malignas da Gilead e da Kite foi concebido para apoiar projetos inovadores de investigação translacional em hematologia/oncologia que ajudem a transformar o conhecimento científico, a colmatar lacunas do saber e a impulsionar descobertas médicas. O âmbito da investigação pode incluir, mas não está limitado, uma vasta gama de estados de doenças hematológicas/oncológicas e formas de tratamento (tais como terapia celular, terapias direcionadas, etc.).

As candidaturas para o prémio de doenças malignas hematológicas serão aceites até 21 de Março de 2022. O programa proporcionará a três investigadores júniores dois anos de apoio financeiro no valor de até 130.000 dólares*, pagos em duas prestações anuais de 65.000 dólares diretamente à sua instituição. O financiamento para o segundo ano está dependente da apresentação de um relatório de progresso e aprovação pelo Presidente do Comité de Revisão Científica.

Mais informações aqui.

Arquivado em:Ciência, Notícias

Tendências do trabalho 2022: Bem-estar

31 Janeiro, 2022 by suporte

Ao longo dos próximos dias, com base no relatório “Future of work trends 2022: A new era of humanity”, da consultora em RH Korn Ferry, iremos partilhar as sete tendências que irão marcar o futuro do trabalho.

Bem-estar é a terceira tendência que irá, e está, a impactar o mundo do trabalho. As atuais circunstâncias conduziram a uma reflexão, e as empresas chegaram à conclusão que é necessário atender às expectativas para um trabalho mais flexível e melhores cuidados de saúde, tanto física como mental.

O burn out é resultado dessa falta de saúde, e um recente estudo (“Burnout Blues”), indicou que 89% dos profissionais sente estar a sofrer essa condição, em que 81% revela que esse burnout é mais intenso do que no início da Pandemia.

O encargo económico dos trabalhadores doentes representa 10 a 15% da produção económica global. Mesmo antes da chegada da pandemia, a saúde e bem-estar era um tema cada vez mais relevante, mas hoje as empresas compreendem que o seu futuro depende do bem-estar dos seus funcionários.

As organizações são chamadas a subir os níveis de maturidade de bem-estar e atenção aos seus funcionários, nomeadamente:

  • Carreira e propósito: Será que os seus funcionários sentem que têm um trabalho que apreciam e está alinhado com os seus valores e propósito?
  • Social: Têm hobbies e sentem-se bem entre o seu círculo social (amigos, parceiros, família)?
  • Físico: Como é que se sentem fisicamente? Têm energia e estão de boa saúde?
  • Comunidade: O quão conectados estão com a comunidade?
  • Emoção e Mental: Possuem a capacidade e resiliência para lidar com imprevistos e stress que possam surgir?

Organizações que incorporem o bem-estar nos seus planos de estratégia demonstram-se mais capazes de reter e contratar talentos, combater o absentismo, aumentar satisfação geral e a produtividade.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Como conseguem as marcas ajudar a renascer a ideia de humanização?

31 Janeiro, 2022 by suporte

O meu desenvolvimento enquanto ser humano foi fortemente marcado por marcas que cunharam o meu crescimento e trouxeram à minha geração identidade através da recordação das mesmas, sendo que a todas elas podemos associar várias emoções, que emanavam do seu próprio posicionamento e comunicação.

Fizeram-nos sentir algo em determinado momento das nossas vidas, e por isso têm um lugar especial na nossa memória.

Hoje, mais do que nunca, as marcas podem e devem ser um catalisador da humanização, porque têm o poder de nos proporcionar experiências e emoções que guardamos para sempre e a responsabilidade de nos tornar conscientes da necessidade de nos mantermos emocionalmente conectados, entre nós – humanos – e com o mundo que habitamos.

Uma marca relevante e responsável nos dias de hoje humaniza a sua linguagem e ações, interage e preocupa-se com as pessoas e o seu meio envolvente, ajudando-as a reconectar-se umas com as outras e com os valores de sustentabilidade que todos precisamos praticar.

Este artigo foi publicado na edição nr16 da revista Líder.

Subscreva a Líder AQUI.

Por Pedro Vieira, Marketing Director da Zome

Arquivado em:Artigos

Renovar o pensamento económico é o ponto de partida para a transição energética

31 Janeiro, 2022 by suporte

Alcançar as metas definidas na Conferência do Clima das Nações Unidas (COP26) irá solicitar um esforço global para que as tecnologias de baixo carbono se tornem a norma. Mas sabemos hoje que o mundo não está preparado para tal.

No entanto, numa nota positiva, o World Economic Forum, mostra exemplos onde a transição para a tecnologia de energia limpa foi para além das expectativas: só no Brasil, desde 2010, a energia eólica passou a fornecer 10% da eletricidade do país, e na União Europeia foi cerca de 15%, segundo dados do relatório “Renewables 2021” da Agência Internacional de Energia. Já a energia solar, previamente designada das mais caras, está a tornar-se na eletricidade mais barata da história, sendo que custa menos 85% do que há uma década atrás.

Também na Índia, programas de acesso a uma energia mais barata impulsionaram vendas de lâmpadas LED, de três milhões em 2012 para 670 milhões em 2018, registando-se um decréscimo nos preços de 85%, revelou um relatório da ScienceDirect.

Perante este cenário, os modelos tradicionais de avaliação económica, seja através de R&D para redução de custos como se tais cálculos fossem previsíveis, são um verdadeiro obstáculo para trazer o avanço transformador em setores como o transporte, indústria e energia. É ponto assente que qualquer transição a nível global, em especial na redução de carbono, envolve mudanças imprevisíveis e múltiplas.

É necessário, por isso, olhar para além dos custos. Desta forma, os líderes devem abraçar a incerteza dos riscos em prole das oportunidades que podem surgir a longo prazo: seja para alcançar as metas, criar novos postos de trabalho, tornar as cidades mais limpas e sustentáveis, garantir um futuro.

É certo que todas as transições envolvem riscos, e desde sempre que se assumiu que reduzir emissões implicaria prejudicar as economias globais. Por outro lado, há que relembrar os exemplos de sucesso, e os benefícios que a transição pode, a longo prazo, trazer não apenas para o clima, como para os países. E renovar o pensamento económico é o ponto de partida.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

“Qualquer cidadão é um líder”, David Simas Presidente da Fundação Obama

31 Janeiro, 2022 by suporte

Liderar não é dizer aos outros o que tem de ser feito, é conhecer quem são essas pessoas, quais as suas aspirações, expectativas e medos. Só assim somos capazes de encontrar o potencial de cada um e fazê-lo prosperar.

David Simas é Presidente da Fundação Obama e na sua talk “Humanization beyond classroom”, durante o evento Building the Future, falou sobre a humanização da tecnologia, onde compaixão, empatia e liderança são a base para um mundo próspero cujo caminho está nas mãos de todos nós.

Com o propósito de encontrar a próxima geração de líderes, a Fundação que dirige incita às lideranças, não se cingindo nas esferas empresariais ou políticas, mas essencialmente nas Democracias, onde “qualquer cidadão é um líder”. Nas suas palavras, “a Democracia é um engagement constante na vida de uma comunidade, é no sentido lato, a mediação de diferenças para que encontremos um bem comum”.

E nesta era tecnológica em que estamos, David Simas identifica logo, à partida, um paradoxo: “nunca estivemos tão conectados, e nunca nos faltou tanta conexão uns com os outros”. Perante “a automação, segmentação e tribalização” da sociedade, como mediar as relações e saber interagir com o outro e com quem não tem o mesmo conhecimento e experiências do que nós? Como criar uma conexão? A resposta está na empatia e compaixão, dois pontos-chave que devem ser consideradas na educação e na forma como os tecnólogos desenvolvem o seu trabalho, a partir de onde nasce uma necessidade premente de “reconcepção da educação e de uma abordagem humanista sobre a forma como se desenvolve a tecnologia”.

Há que perceber que desde o início do seu desenvolvimento, a tecnologia pode ser usada indevidamente. “Não nos demos ao luxo de poder considerar a tecnologia como uma ferramenta eticamente ou moralmente neutra”, e é por isso que o foco está nos fundamentos básicos – cultivar a empatia e a compaixão nas salas de aulas.

Na sua visão, “empatia é o conhecimento sobre o que o outro está a sentir”, e que hoje é avassalado “pela segmentação dos silos que criamos no online”. Alguém que tenha uma ideia diferente da minha, seja diferente ou venha de um sítio diferente. Essa segmentação, instigada pela falta de conexão humana, é perigosa para a sociedade e para a Democracia. “O rigor do conhecimento é importante, mas quando a educação é feita descurando a importância da conexão com o outro, baseada na empatia, o perigo é real”, alerta.

E a empatia serve como a base para o que vem a seguir, a compaixão. Numa descrição simples, compaixão “é a minha responsabilidade como indivíduo, e parte de uma comunidade, em lidar e tentar mitigar o sofrimento de outro ser humano, independentemente de ser parecido comigo ou não”.

Estes são os ingredientes base da educação, em que todas as disciplinas são críticas para a sociedade prosperar, mas é necessária “uma moderação ética, uma socialização inter-pessoal, especialmente entre pessoas de diferentes contextos e origens”.

Remetendo para o papel da liderança, e no seu peso fundamental para um futuro tecnológico próspero, David Simas identifica em primeiro lugar, a “liderança de si próprio”, que está em tudo o que fazemos, pessoas com quem falamos, coisas que dizemos, e as escolhas por trás das ações que tomamos. Está relacionada “com o conhecimento profundo de quem eu sou, onde me coloco e qual a ética que sustenta as minhas decisões”. Passando de mim para o nós, está “a liderança dos outros”, aquela que não pode ser vista como “top down”, nem por uma posição de superioridade, título ou prestígio. É a liderança ao serviço do outro. Esse tipo de liderança parte de um conhecimento profundo das necessidades, crenças, sentimentos e paixões das comunidades de pessoas, salas de aulas, grupos e equipas.

Em terceiro lugar está o empenho (engagement) activo, que tem na sua base a confiança que é, essencialmente, a forma como esperamos interagir com o outro e as experiências que temos uns com os outros. Mais uma vez fala-se de conexão e da confiança que surge nessa ligação, cultivada pela empatia e compaixão, num trabalho conjunto para tornar a sociedade um pouco melhor. E este é o âmago de uma humanidade na era da tecnologia. “É isto que precisamos. Let’s dig in!”

Por Rita Saldanha

Arquivado em:Artigos, Leadership

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