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Sete tendências da Arquitetura e Construção para 2022

28 Janeiro, 2022 by suporte

O setor da construção e arquitetura deu um salto exponencial com a Pandemia e sofreu uma transformação definitiva, mais voltada para a sustentabilidade e eficiência energética. Desde a inserção da economia circular nos processos de construção, à reabilitação e construção industrializada aliada à impressão 3D, a Sto, empresa especializada na produção de sistemas e elementos construtivos, identificou sete principais tendências que irão marcar o setor em 2022:

  • Novas técnicas de construção sustentável: Verificar-se-á uma maior aposta no uso de recursos materiais sustentáveis, isolamentos térmicos, aparelhos de baixo consumo, sistemas de poupança de água, ou seja, desde o processo construtivo aos acabamentos finais, de forma a respeitarem a sustentabilidade;
  • Reabilitar: As medidas do governo, alavancadas com a ajuda europeia, irão promover a reabilitação de edifícios e habitações. Embora medidas semelhantes tenham já sido iniciadas no passado, será a partir deste ano que o setor vai arrancar, guiado pelo exemplo de outros países mais avançados, e adaptando o processo às soluções e realidade climática e cultural;
  • Projetos mais eficientes graças à tecnologia: A chave está em encontrar novas técnicas e métodos que agilizem a construção sem comprometer a qualidade, sustentabilidade, segurança e conforto da edificação. É aqui que entra a tecnologia com o Building Information Modeling (BIM), uma metodologia para a criação e gestão de um projeto de construção, centralizando a informação num modelo digital, com o propósito de tornar a execução mais eficaz;
  • Construção industrializada: Novos modelos construtivos, como é caso os modelos industrializados, baseados na fabricação e projeto automatizados de elementos estruturais e não estruturais de uma construção ou reabilitação, trarão vários benefícios a nível social, ambiental e económico. Os tempos de produção serão otimizados até 50%, o impacto ambiental será menor e os empregos mais especializados, inclusivos e seguros, atraindo mais talentos, entre outros benefícios;
  • Integração da impressão 3D: A tecnologia de impressão 3D é capaz de criar objetos tridimensionais com grande detalhe. Quando aplicada à construção, é um excelente método construtivo para edifícios mais artísticos, mesmo quando instalados em áreas com condições climáticas variáveis. Muitas empresas internacionais do setor instituíram um crescimento anual de 14% até 2027;
  • Fachadas exteriores mais estéticas: Design de fachadas, tanto na construção como na reabilitação, dará o pulo em 2022. As áreas exteriores de um edifício são totalmente personalizáveis, desde às cerâmicas de várias cores e superfícies, à pedra natural, ao vidro de diferentes tonalidades e tratamentos, ao reboco, as opções são várias;
  • Espaços mais luminosos, multifuncionais e flexíveis: O estilo de vida das novas gerações sofreu consideravelmente, muito em parte devido à pandemia, e dão mais do que nunca importância ao espaço onde vivem e trabalham. Com o regresso ao trabalho e no caso dos escritórios, a aposta estará nos espaços abertos partilhados com cafetaria, zonas de reunião ou descanso, de forma a assegurar a mobilidade. No caso das residências, a opção estará na multifuncionalidade, modularidade e versatilidade dos espaços abertos, por exemplo, a sala de estar partilhada com a cozinha.

Arquivado em:Notícias

Radar Portugal: O que precisamos mudar?

28 Janeiro, 2022 by suporte

Até ao dia das eleições legislativas, 30 de janeiro, a Líder vai publicar diariamente as opiniões e contributos de várias personalidades a quem foi lançado o desafio de responderem à pergunta: O que precisamos mudar?

Homens, mulheres, jovens, seniores, caucasianos, negros, crentes e não crentes, qualquer que seja a orientação sexual terão a sua opinião na Líder e serão capa.

Na Líder a capa é de todos.

Conceição Zagalo, mulher, madura, caucasiana, crente, companheira, mãe, avó, irmã, amiga, gestora, empreendedora social, amante da vida e de pessoas.

O que precisamos mudar no pós 30 de Janeiro de 2022?

Sim, eu sei, estamos no século XXI e as primeiras décadas já lá vão. O mundo tem evoluído de forma avassaladora, as tecnologias conduzem-nos a paradigmas nunca antes imaginados, deixámos de estar circunscritos a espaços intrafronteiras, lançamo-nos para a lua, para marte.

Chegámos a um nível de sofisticação próximo da genialidade, subimos tantos dos degraus da evolução, abrimos portas enormes à informação, somos mais conhecedores, mais exigentes, mais gestores das nossas próprias expetativas.

Vivemos num país de condições naturais únicas. Temos sol, mar, ar razoavelmente saudável. Somos um povo agradável, que sabe acolher bem quem nos procura, movemo-nos de forma segura, produzimos, importamos, exportamos.

Mas, e então, faltam-nos dados para um olhar mais ambicioso sobre o nosso dia-dia e o nosso habitat social, económico, ambiental?

Como se não bastasse uma pandemia que nos remeteu para uma enorme disrupção no processo individual e coletivo de desenvolvimento, vivemos atualmente uma circunstância dispensável num quadro de estabilidade e de expansão já que, não escamoteemos, qualquer quebra de ciclo legislativo significa interregno na evolução de circunstâncias, de pessoas, de organizações.

É num turbilhão de acontecimentos e de sentimentos que, ainda com cheiro a natal e a festejos de mudança para uma nova página de calendário, nos vemos a braços com uma campanha eleitoral da era digital em que a sofisticação nas ferramentas tecnológicas e de comunicação se relaciona na proporção inversa com abordagens questionáveis do ponto de vista da relação humana, da oralidade, da aproximação desejável entre pessoas de quem esperamos uma forma de liderança capaz de nos representar com compromisso, com orgulho, com isenção, com sentido de estado, de missão, com exemplaridade, com superioridade.

Assim, por muito tentador que seja pensar em elencar aspetos mais criativos, mais inovadores, mais próximos do estado de evolução no paradigma de século 21, com que encetei este meu escrito, em consciência não consigo mais do que considerar que o que precisamos, mesmo, é de mudar na abordagem que temos sobre o nosso modelo social, ambiental, de governance.

O caminho faz-se caminhando, é cliché, eu também sei. Mas para quê almejar a mais se não tratamos das pessoas no expoente máximo da sua essência? Sob a grande lente da cidadania, da honestidade, transparência, paz, pão, saúde, educação, habitação, entre outros direitos básicos, será que fizemos já o que temos a fazer?

Enquanto continuarmos a destratar-nos uns aos outros sem apelo nem agravo, enquanto a verdade for relativizada em função dos interesses de cada um de nós, enquanto continuarmos a olhar para o lado quando somos abordados por dedos sujos em mãos que se estendem perante nós, enquanto continuarmos a sucumbir em exagerados períodos de espera hospitalar, enquanto continuarmos a não saber resolver cheiros de cartões em espécie de mantas com que tropeçamos à porta de casa, enquanto não formos capazes de colmatar o êxodo de tanto do talento que procura equidade e justiça noutros territórios, enquanto, enquanto, enquanto, de nada serve querermos operar as tais mudanças originais capazes de nos fazerem catapultar para o ranking dos mais evoluídos.

E, não, não é uma questão de dimensão territorial. É mesmo, e tão somente, uma questão de dimensão cultural. De mentalidades. Sejamos honestos, ruídos e nós no pensamento, nas emoções, na seriedade, na relativização com que nos movemos nos nossos ecossistemas são, de todo, dispensáveis. E, no dia em que conseguirmos gerir capazmente este tipo de ziguezagues, lancemo-nos para as mudanças que melhor nos paralelizem com as sociedades mais evoluídas com que queremos configurar-nos, também aqui ao lado, neste nosso velho continente europeu.

É que, passos ambiciosamente mais ponderados podem ajudar-nos a redefinir trilhos que nos lancem para um percurso de horizonte mais longínquo, mais seguro, mais promissor, mais consistente, mais amado e, sobretudo, em que não caminhemos orgulhosamente sós.

Arquivado em:Notícias, Política, Sociedade

Pax English – A Nossa Tribo

27 Janeiro, 2022 by suporte

Uma obra, que começou com uma conversa no Quénia, durante a qual Rodrigo Moita de Deus recordou que, em África, tribo são todos os que falam a mesma língua, porque partilham as mesmas referências culturais e comportamentais. Atualmente, segundo a Unesco, existem 7102 línguas no mundo: 7102 tribos. Um terço delas pode desaparecer nas próximas décadas: o que será mau ou bom para a Humanidade? Estaremos, então, a fundir-nos numa tribo global? Estaremos a construir uma paz em inglês? Uma Pax English?

«Quantas mais pessoas falarem a mesma língua, mais colaboração e menos conflitos entre os homens. Este é o resumo essencial do livro. Complicado é demonstrar uma tese com três a quatro mil anos, a que chamam Torre de Babel, que o mundo insiste em não levar muito a sério ou interpreta como sendo metafórica. O princípio de que quantas mais pessoas falarem a mesma língua, menos guerras haverá no mundo. Dito de outra forma: quanto mais fizermos pela eliminação das múltiplas identidades tribais, maior colaboração entre os homens e mais paz no mundo», escreve Rodrigo Moita de Deus que alerta não ser este um livro sobre linguística.

“Pax English” é uma viagem que tenta demonstrar que quantos mais falarem a mesma língua menos conflitos teremos: “Este livro trata as possíveis consequências da utilização do inglês em larga escala. Mas isso não quer dizer que esteja a fazer a apologia do inglês ou a fazer um qualquer julgamento favorável em relação ao mundo anglófono.”

 “Eis como a imparável imaginação de Rodrigo Moita de Deus nos ofereceu um roteiro das suas viagens. Mais um guia do seu esperanto. Mais um apelo instante para sermos universais cumulativamente no inglês que a realidade há muito nos impõe e no português que nós próprios, por nossa iniciativa, deveríamos fazer questão de alimentar. Assim lido, este é um exercício meio de viagens, meio de divagações culturais, meio de chamadas de atenção tão evidentes quanto olvidadas”, escreve o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no prefácio.

Autor: Rodrigo Moita de Deus

Arquivado em:Livros e Revistas

Radar Portugal: O que precisamos mudar?

27 Janeiro, 2022 by suporte

Até ao dia das eleições legislativas, 30 de janeiro, a Líder vai publicar diariamente as opiniões e contributos de várias personalidades a quem foi lançado o desafio de responderem à pergunta: O que precisamos mudar?

Homens, mulheres, jovens, seniores, caucasianos, negros, crentes e não crentes, qualquer que seja a orientação sexual terão a sua opinião na Líder e serão capa.

Na Líder a capa é de todos.

Rita Sobral é advogada, vive e trabalha em Nova Iorque.

 

Portugal – Diversidade e inclusão: o farol da mudança

Quando penso o futuro de Portugal, não o consigo, nem quero, pensar sem diversidade representativa. Diversidade de género, étnica, biológica, cultural e social. Não existe liberdade na democracia sem diversidade, inclusão e representatividade.

No âmbito empresarial, o tema vem sendo progressivamente discutido a vários níveis, e as vantagens de um tecido empresarial diverso, com a diversidade e inclusão como efetivas alavancas de performance de empresas e da sua respetiva competitividade estão comprovadas. Contudo, a desigualdade salarial entre homens e mulheres continua não só latente como sistémica, e pouco ou nada se discute a necessidade de colmatar as demais desigualdades, ainda que também elas sejam latentes e sistémicas.

O dever de um papel ativo do Estado na proteção das minorias e na colmatação da desigualdade social decorre não só de princípios constitucionais, de tratados e normativas internacionais, mas também de princípios basilares do Estado de Direito. Acresce a responsabilidade histórica de Portugal, em que muitos daqueles que sofrem de discriminação a variados níveis são produto (direto ou indireto) da colonização portuguesa. Existe um dever publico e uma responsabilidade social na criação de uma sociedade diversa e inclusiva. Mais, o convívio constante com a desigualdade e a discriminação corrói o Estado de Direito e aliena cidadãos das instituições democráticas. A diversidade e inclusão são hoje uma necessidade da vida em democracia.

É por isso imperativo que as circunstâncias de cada cidadão ou residente sejam tidas em conta para propósitos de integração na sociedade civil – primeiramente na educação pública em que os candidatos ao ensino médio, secundário ou superior são qualificados apenas com base na sua área de residência ou media de secundário, sem qualquer valoração qualitativa do candidato. Uma visão de mérito altamente redutora e discriminatória à partida, sem qualquer escrutínio sobre o caminho percorrido pelo candidato e o seu substrato económico-social. Vive-se hoje uma discriminação manifesta na educação – o maior instrumento de mobilidade social e de estabilidade financeira. O ensino privado deveria também procurar pautar os seus critérios de admissão através de uma valoração qualitativa de mérito – tendo em conta as circunstâncias individuais de cada candidato – e criando sistemas de financiamento para alunos que o necessitem e mereçam, assim atraindo o melhor talento. O ambiente educacional beneficiaria de mais diversidade e inclusão. O valor da troca de experiências, vivências e perspetivas entre alunos é inestimável. Acresce que, um sistema de educação virado para a diversidade e inclusão leva necessariamente ao aceleramento da mobilidade social, algo que Portugal precisa urgentemente de fomentar.

Cabe também às empresas um verdadeiro esforço na inclusão e diversidade. Principalmente porque as torna mais competitivas a todos os níveis – maior inclusão significa mais criatividade, mais eficiência, maior retorno. Um ambiente de trabalho com mentores de backgrounds diversos, sem um paradigma uniforme imposto e com perspetiva para todos os trabalhadores é o ambiente que as gerações presentes e futuras procuram. A relevância da identificação de cada um nos seus pares é fundamental para o desenvolvimento profissional e pessoal, principalmente na era digital que revolucionou as relações laborais. A diversidade tem de ser evidente não apenas a nível de entrada no mercado laboral, mas também em posições de responsabilidade e liderança. Numa economia global, quem não abrace a diversidade, irá necessariamente perder talento. E com isso, todos perdemos. Diariamente.

Fundamentalmente, a diversidade é enriquecedora de todos os tecidos sociais e económicos e não pode jamais ser descurada. O verdadeiro desafio da sociedade portuguesa passa por priorizar a diversidade e inclusão, e restruturar o seu tecido socioeconómico à luz de uma verdadeira representatividade de modo a atrair e reter talento de forma sustentada.

A diversidade e a inclusão são o caminho a seguir. Vamos a isso?

Arquivado em:Notícias, Política, Sociedade

Talenter Academy passa a Header Executive Learning

27 Janeiro, 2022 by suporte

No mercado da formação profissional desde 2010, a Talenter Academy passa a integrar a Header, na unidade de Executive Learning, uma referência no mercado nacional na oferta de soluções de aprendizagem e desenvolvimento para a área dos Recursos Humanos e da Gestão de Talento.

O crescimento e a diversificação setorial levaram o Grupo Talenter a um novo modelo de gestão e organização e ao que hoje é o Wellow Group: um agregado de 7 marcas comerciais, 13 empresas e mais de 15 serviços nas áreas dos Recursos Humanos, Outsourcing, Energia & Telecomunicações e Mediação.

A decisão estratégica de integrar a marca Talenter Academy na Header, reforçam o posicionamento do projeto e a oferta de serviços da Header, tais como Search, Placement, Consulting & Learning.

Para além do Executive Learning, mais orientado para o segmento corporativo e executivo, a Header mantém também a vocação de desenvolver academias especializadas, de forte componente prática e técnica e de orientação para a empregabilidade, como é o caso das atuais Academia de Aviação, Academia de Hotelaria ou Academia de IT, para empresas como a Talenter e a Knower.

Arquivado em:Notícias

Um país rico é um país feliz?

27 Janeiro, 2022 by suporte

Nem sempre se verificou uma ligação direta entre felicidade e economia. Medir a produção de riqueza de um determinado país através do PIB, traz várias limitações, não se avaliando as condições de produção e bem-estar dos funcionários, entre outros fatores.

Como medir a felicidade, quer a nível económico e empresarial, e de que forma ela está relacionada com os níveis de produtividade, foi o ponto de partida para uma conversa entre Sandra Ribeiro, Subdiretora do Departamento de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Autónoma de Lisboa, e Joana Coelho, HR Consultant da Aon Portugal, na sessão “Wellness Index in the Economy and in Corporations”, parte da agenda do “Building the Future 2022”, evento promovido pela Microsoft, em Portugal.

“O país pode ser muito rico, pode produzir muitos bens e serviços, e ter um valor de produção enorme, mas usar trabalho infantil, não ter direito ao descanso e ter muitos problemas associados a essa produção”, afirma Sandra Ribeiro, adiantando que tal pode conduzir a efeitos negativos nos níveis de produção.

Para Joana Coelho, o bem-estar também tem impacto no contexto corporativo e inclusivamente na produtividade das empresas, referindo ainda dados de um estudo realizado em 2021 pela seguradora. Nessa análise, uma empresa que faça melhorias na performance de bem-estar, tal acabará por se repercutir, quer na relação que o colaborador tem com a empresa (seja em termos de aumento de satisfação, envolvimento e compromisso), quer nos resultados da própria empresa.

Sara Ribeiro salienta que é necessário repensar como a economia acontece nos dias de hoje, apontando que todos os acontecimentos em torno da pandemia reforçaram essa reflexão e ajuste às novas necessidades. Menciona também nove domínios a ter em conta e que devem ser analisados consoante os parâmetros de vida: bem-estar psicológico, saúde, educação, uso do tempo, diversidade cultural, bom governo, vitalidade de uma comunidade, componente ambiental e sustentabilidade, e diversidade ecológica. Embora não sejam parâmetros muito usados a nível político ou económico, admite que o facto de se referir essa preocupação é importante.

Joana Coelho indica que existem fatores que podem colocar o bem-estar e as organizações em risco, como o stress, burnout e a ansiedade. A perspetiva não diferiu muito quando questionaram colaboradores: work/life balance, saúde mental e cultura de trabalho foram apontadas como as maiores preocupações. O bem-estar psicológico já era uma preocupação anterior à pandemia e os sinais já se manifestavam “temos dados que nos indicam que mais de 40% dos colaboradores a nível global já experienciavam elevados níveis de stresse no ambiente de trabalho”, fazendo ainda referência a estimativas da OMS e do World Economic Forum que apontam para 2030, custos relacionados com doenças do foro psicológico que poderão ultrapassar os 16 triliões de dólares. “É um valor superior aos custos previstos com a diabetes, problemas respiratórios, problemas cancerígenos tudo junto”, alerta.

Sendo que a riqueza é sustentada pela produção, e a produção afetada pelo bem-estar, o que podem as empresas fazer para apostar na própria produção de bem-estar? A consultora em RH acredita que o primeiro passo, a tomada de consciência, já foi dado, no entanto no que toca a incorporar iniciativas “pouco mais de metade das empresas que participaram, indicaram ter, efetivamente, uma estratégia de bem-estar definida”.

Desta forma, corrobora que as estratégias têm de se alinhar com as necessidades de cada empresa, seja no nível de maturidade, no perfil de pessoas que necessita, na identidade que quer passar, na cultura social, valores como diversidade, equidade, inclusão, e no envolvimento de pessoas. Relembra que os líderes têm também um papel fundamental e devem ser apoiados, de forma a serem capazes de promover e desempenhar o trabalho de forma positiva.

Por último, revela que a melhoria, monitorização e ajuste têm de ser contínuas, “desta forma é possível desenvolver uma estratégia com objetivos claros, com um plano de ação de médio a longo prazo, que nos permita promover o bem-estar das pessoas, a sua produtividade, (…) porque o bem-estar é um tema que tem de ser de todos, para todos”, termina.

Arquivado em:Notícias

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