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Emmanuel Raptopoulos é o Presidente da SAP EMEA South

21 Janeiro, 2022 by suporte

A SAP anuncia a nomeação de Emmanuel Raptopoulos como o novo Presidente da SAP EMEA South, região que compreende o Sul da Europa, Médio Oriente e África. Nesta qualidade, o profissional irá reportar a Scott Russell, membro do Conselho Executivo da SAP e responsável pela organização designada Customer Success. A região SAP EMEA South, que considera Portugal, está na primeira linha da transformação da empresa para a Cloud.

Emmanuel Raptopoulos sucede a Claudio Muruzabal, agora promovido a Presidente da SAP Cloud Success Services. Com mais de 20 anos na SAP, em funções de liderança ao nível de Gestão, Vendas, Operações e Consultoria, tanto na Europa, como no Médio Oriente, a carreira de Raptopoulos demonstra o progresso e o desempenho de uma cultura de inclusão e inovação.

“Com a nomeação de Emmanuel Raptopoulos como Presidente da EMEA South, asseguramos uma transição na região que é perfeita para os nossos clientes, parceiros e toda a nossa equipa. Além da sua profunda e vasta experiência, é, genuinamente, um entusiasta pelo sucesso dos nossos clientes, com um forte historial na concretização dos seus objetivos”, afirma Scott Russell.

“A próxima década da EMEA South será impulsionada pelo crescimento do negócio na Cloud, baseado no nosso propósito, nas nossas pessoas e parcerias, e sinto-me bastante honrado em assumir esta nova função”, refere Emmanuel Raptopoulos. “A região representa um mercado dinâmico para a SAP, na medida em que as organizações mais ágeis estão a transformar os seus negócios em Empresas Inteligentes e Sustentáveis através da Cloud. É com expectativa que procurarei o desenvolvimento de parcerias com o vasto número de clientes SAP nesta região, tão diferente e desigual, para dinamizar a sua inovação e contribuir significativamente para o seu sucesso a longo prazo”.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Trabalhar com humor

21 Janeiro, 2022 by suporte

O trabalho é uma circunstância incontornável na vida da maioria das pessoas. Ocupa-nos boa parte do dia útil e, em algumas funções, podemos passar mais tempo com colegas do que com familiares ou amigos. É por isso essencial que as organizações e aqueles que as integram consigam desenvolver hábitos e comportamentos que sublinhem o humor, a empatia e a comunicação saudável.

O humor pode ser introduzido no dia a dia das organizações. Melhor: pode passar a caracterizar uma parte importante da relação entre as pessoas e direções/áreas, geralmente marcada por formalismos tradicionais, que distanciam e segmentam o todo.

Universos laborais que abracem momentos de pausa e de convívio entre todos, onde exista descontração, representam a oportunidade ideal para proporcionar um ambiente onde todos possam partilhar momentos de riso e onde todos se sintam à-vontade para expressar o seu sentido de humor. O humor bem aplicado injeta inteligência e perspetiva crítica necessária à evolução das empresas.

Um estudo da Robert Half, empresa internacional de consultoria de Recursos Humanos, apurou que 91% dos gestores acredita no sentido de humor como uma ferramenta poderosa no que concerne à progressão profissional. Por outro lado, a esmagadora maioria dos inquiridos (84%) é da opinião que quem tem um bom sentido de humor tem uma melhor performance no trabalho.

Os benefícios do humor para a saúde mental, tanto no plano individual como no coletivo, já são praticamente factuais. Diversos autores, como David L. Collinson, no seu artigo «Managing Humour», comprova isso mesmo, ao verificar uma redução dos níveis de ansiedade. Em adição, existe um maior sentido de identidade de grupo, uma vez que o riso partilhado cria um denominador comum a todos, melhorando a motivação e a produtividade.

Um método pedagógico para começar a desmistificar o humor no local de trabalho é, precisamente, através da formação, aproximando os colaboradores de humoristas ou de profissionais de RH com uma especial ligação ao estudo do humor em contexto organizacional.

Esta aproximação pode ser encetada, à semelhança do que existe nos Estados Unidos, através de cursos, como é o caso da formação «Humor: Serious Business», que explica e demonstra a gestores e empreendedores como deixar que o riso e a positividade criem, na prática, melhores relações e, por consequência, melhores resultados ao nível dos negócios. O «The Laughter Project» é um outro exemplo de excelência, neste âmbito, na qualidade de empresa formadora que ajuda as pessoas a fazer uma melhor gestão emocional, através do riso, criando uma cultura de trabalho mais positiva.

No fundo, a ideia é retirar profissionais, equipas e organizações do conforto do hábito, pedindo-lhes que desenvolvam formas criativas de comunicar com humor, sempre no respeito pelo contexto profissional. Ou seja, não se pretende transformar profissionais em comediantes, mas sim introduzir uma perspetiva menos formal e mais leve nas interações profissionais do quotidiano.

Em suma, utilizar o humor como ferramenta de trabalho é sinónimo de criar um ambiente de maior felicidade, que humaniza o trabalho, melhora a qualidade das relações entre pares e capacita os trabalhadores com uma melhor resposta emocional à pressão e às adversidades da rotina. É possível ter um desempenho rigoroso no trabalho e, sem descurar o profissionalismo, ter um dia a dia divertido e com mais humor. Porque as empresas são, antes de mais, as pessoas que as integram, e os fatores que aumentem a sua felicidade contribuem fortemente para o êxito na sua caminhada individual e coletiva.

Vamos a isso?


Por Paulo Loja, Diretor Comercial e Marketing Estratégico da RHmais

Arquivado em:Opinião

Fazer compras no Shopping do futuro

21 Janeiro, 2022 by suporte

Ano 2030, as compras são feitas num shopping híbrido, num misto de tecnologia e conectividade incorporadas em ambientes reais. Esta é a visão dos assistentes digitais e consumidores pioneiros de tecnologia a nível mundial, que participaram no relatório “10 grandes tendências de consumo” do ConsumerLab da Ericsson, realizado no final de 2021.

Na sua 11ª edição, o estudo considerou a experiência de compras num shopping ficcionado, em que os consumidores avaliaram as infraestruturas que aumentariam a experiência física com recurso a tecnologias digitais, tais como realidade virtual, realidade aumentada e outros materiais programáveis.

Estas são as lojas do “Everyspace Plaza”, o Shopping do futuro:

  1. O Anfiteatro Simultâneo: 80% dos inquiridos imaginaram espaços de eventos onde a tecnologia de telepresença permite aos artistas aturarem como se lá estivessem;
  2. O Salão de Beleza imersivo: Os tratamentos invasivos darão lugar à tecnologia de modelagem volumétrica para melhorar digitalmente a aparência de cada indivíduo;
  3. O Alfaiate futurista: Muitos dos utilizadores de realidade aumentada e virtual preveem um alfaiate que use tecidos instantaneamente impermeáveis ou ventilados quando necessário;
  4. A Piscina Multiverso: Irão existir piscinas onde será possível experienciar o espaço em gravidade zero, usando capacetes de realidade virtual com oxigénio;
  5. O Ginásio Híbrido: Ginásios em ambientes de realidade virtual ou aumentada, personalizados, com foco na saúde mental e bem-estar;
  6. A Multifábrica: A grande maioria espera compras sustentáveis em pontos de venda de fábricas que reciclem os seus produtos antigos;
  7. Restauração virtual: Metade dos consumidores espera ser possível frequentar restaurantes que permitam refeições virtuais com amigos presentes em qualquer parte do mundo;
  8. A Loja Interminável: Três quartos tem a espectativa de poder projetar as suas casas, no interior de uma loja, a fim de experimentar produtos novos;
  9. O Centro Médico Variado: A maioria (77%) prevê centros médicos baseados em IA capazes de fornecer atualizações instantâneas sobre o estado de saúde;
  10. O Parque Natureza: Cerca de 42% por cento dos consumidores deseja visitar um parque natural no interior dos centros comerciais através da tecnologia, capaz de oferecer experiências de contacto com a natureza.

Arquivado em:Notícias

Livros: Sugestões Líder

21 Janeiro, 2022 by suporte

A Líder deixa-lhe algumas sugestões de leituras para o fim-de-semana. Bom descanso!

Future Proof
Kevin Roose
Vogais

Como podemos ser humanos felizes e bem-sucedidos num mundo cada vez mais feito por e para máquinas? A Inteligência Artificial está a sair dos laboratórios de pesquisa e a entrar nas nossas vidas. A automação não ameaça apenas os nossos empregos, ela permeia a nossa vida. Os algoritmos moldam tudo ao nosso redor. O jornalista Kevin Roose rejeita a crença popular de que, para competir com as máquinas, temos de nos assemelhar a elas e ser escravos de dados hiper eficientes. Em vez disso, afirma que devemos focar-nos no desenvolvimento de atividades criativas, inspiradoras e relevantes que nos distinguem como seres humanos.

The Code Breaker
Walter Isaacson
Daily Books

A A nova biografia do jornalista Walter Isaacson conta a história de uma mulher que lançou uma revolução nas ciências da vida. Jennifer Doudna, vencedora do Prémio Nobel da Química 2020, já foi uma entusiasta da Ciência, estando agora a embarcar numa jornada que irá transformar a raça humana para melhor. Com a descoberta do CRISPR, um sistema de edição de genes, médicos podem curar mais doenças, evitar vírus e fazer nascer bebés mais saudáveis.

A Era da Inteligência Artificial
Henry Kissinger, Eric Schmidt e Daniel Huttenlocher
Dom Quixote

Três dos mais reputados pensadores da atualidade refletem sobre a Inteligência Artificial (IA), as transformações que está a provocar na sociedade e o que isso significa para todos nós. A IA está a entrar nos motores de busca online, no streaming, na Medicina, na Educação e em muitos outros domínios, e, ao fazê-lo, está a alterar a forma como os humanos experienciam a realidade. Kissinger, Schmidt e Huttenlocher revelam o impacto da IA no conhecimento, na Política e nas sociedades em que vivemos, e apresentam-nos a uma era marcada pela coabitação entre humanos e a IA que começa agora a despontar.

Arquivado em:Artigos, Leading Tech

Radar Portugal: O que precisamos mudar?

21 Janeiro, 2022 by suporte

Até ao dia das eleições legislativas, 30 de janeiro, a Líder vai publicar diariamente as opiniões e contributos de várias personalidades a quem foi lançado o desafio de responderem à pergunta: O que precisamos mudar?

Homens, mulheres, jovens, seniores, caucasianos, negros, crentes e não crentes, qualquer que seja a orientação sexual terão a sua opinião na Líder e serão capa.

Na Líder a capa é de todos.

Pedro Matias é Presidente do ISQ

O que queremos para Portugal é tudo aquilo que queremos tantas vezes para a nossa família e para os nossos mais queridos. Queremos amor, queremos felicidade, queremos desenvolvimento, queremos justiça, queremos equilíbrio, queremos realização, queremos mais oportunidades, queremos futuro, um bom futuro.

A questão é que um País não é uma família. Um País nunca é, infelizmente, totalmente justo e igualitário. Isso não significa que não pugnemos por esse caminho.

Mas se queremos um Portugal moderno, desenvolvido, mais justo e com oportunidades para os Jovens, talvez uma das questões mais importantes seja o investimento em Educação. É uma boa educação de base que permite a cada um ter mais oportunidades e realizações.

Esta é a aposta que Portugal ainda não conseguiu ultrapassar. É certo que no geral o sistema de ensino em Portugal é bom. É certo que as Universidades em Portugal evoluíram muitíssimo nos últimos anos. É certo que os Professores em Portugal são bons e dedicados. Mas também é certo que tudo isso ainda não chega e Portugal ainda não conseguiu atingir o patamar desejável a nível de criar condições de base mais fortes e mais favoráveis a nível do sistema de ensino.

Assim, penso que o grande desígnio devia ser um fortíssimo investimento na Educação. Vemos, hoje em dia, que sempre que cada nova geração é mais instruída que a anterior (em sentido lato), se abrem muitas mais oportunidades num Mundo que cada vez é mais global, sem fronteiras e onde os Jovens de qualquer pequena vila ou cidade têm de disputar as oportunidades com os países mais evoluídos.

Por outro lado, julgo que seria muito importante também que do ponto de vista do desenvolvimento empresarial os Governos devessem, mais do que nunca, discriminar positivamente tudo aquilo que é a produção de conhecimento e inovação. O conhecimento, o empreendedorismo e a inovação serão os “drivers” de crescimento económico dos próximos anos e a chave para ultrapassar a crise provocada pela “Pandemia COVID-19”, assim como crises similares que só serão vencidas com base na produção de conhecimento avançado.

Nesse sentido, são necessárias medidas robustas para alavancar estes “drivers” como por exemplo: um novo sistema de incentivos fiscais à I&D (alargando as despesas elegíveis e elevando as taxas de recuperação), apoio forte para a contratação de doutorados pelas empresas, incentivos fiscais aos centros de interface e infraestruturas tecnológicas e ao seu trabalho direto com as empresas; aposta na produção de conhecimento científico avançado por parte das Universidades e Politécnicos. Por outro lado, Portugal e a Europa precisam ainda de pensar estrategicamente no reposicionamento da produção industrial de determinados produtos estratégicos no Continente europeu sob pena de continuarem a ficar reféns de outras geografias em tempos de crise.

Quanto à aposta no desenvolvimento sustentável essa já nem é um desafio. É um imperativo.

 

Arquivado em:Notícias, Política, Sociedade

The Real Anthony Fauci – Bill Gates, Big Pharma, and the global war on democracy and public health

20 Janeiro, 2022 by suporte

When the director of the National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID) since November 1984 and the leading architect of agency capture the corporate seizure of America’s public health agencies by the pharmaceutical industry happen to be the same man, conflicts of interest arise.

Wearing both hats, Dr. Anthony Stephen Fauci, tasked with managing the COVID-19 pandemic in the US, peddled and back-pedaled his prescriptions as Pharma profits and bureaucratic powers grew and public health waned.

Working in tandem with his long-term partner, billionaire Bill Gates, to corral Americans toward a single vaccine solution to COVID, Dr. Fauci committed zero dollars to studying or promoting early treatment with various drug combinations that could dramatically reduce deaths and hospitalizations.

Meanwhile, in an assault on our First Amendment guarantee of free speech, Dr. Fauci’s Silicon Valley and media allies dutifully censored criticism of his policies on mainstream social media and collaborated to muzzle any medical information about therapies and treatments that might end the pandemic and compete with vaccines.

After effectively abolishing the First Amendment right to free speech, Dr. Fauci subverted our Seventh Amendment rights to jury trials by arranging to shield reckless and negligent pharmaceutical corporations from liability for injuries from any COVID countermeasures, including vaccines.

His lockdowns targeted First Amendment religious freedom by closing churches while keeping liquor stores open as essential businesses and abolishing century-old religious exemptions to vaccination.

Dr. Fauci’s enforced quarantine trampled the Constitutional rights of assembly, of association, and to petition the government, and our Fifth Amendment protection against uncompensated taking of private property. His arbitrary mask and lockdown diktats, without public hearings or rulemaking, strangled our Fourth and Fourteenth Amendment due process guarantees. His tracking and tracing initiatives bulldozed Constitutional rights to privacy and travel, and our Fourth Amendment protections against warrantless searches and seizures.

Finally, readers will see how Dr. Fauci and Bill Gates, asserting biosecurity rationales, worked together to finance and promote the very gain-of-function experiments in Wuhan that may have released the COVID-19 pathogen.

Autor: Robert F. Kennedy

Arquivado em:Livros e Revistas

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