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Tecnologia para salvar a Terra e ir viver para outro planeta

25 Janeiro, 2022 by suporte

Perceber o impacto e a importância das tecnologias foi o objetivo do estudo “Bosch Tech Compass”, com a participação de 8 mil pessoas, de cinco países, divulgado na Consumer Electronics Show 2022, a maior feira de tecnologia do mundo. Estas foram algumas das principais conclusões:

  • A grande maioria dos entrevistados (72%) acredita que a tecnologia contribuirá para um mundo melhor, e 76% acredita que terá papel fundamental no combate às alterações climáticas;
  • Cerca de 80% concorda que a tecnologia deve focar-se em resolver desafios globais e não necessidades individuais. Mais de três em quatro entrevistados veem como uma forma plausível de combate às mudanças climáticas;
  • A perceção de como deve ser usada depende da região e sua população: chineses e indianos (83% e 77% respetivamente) confiam que o uso atual da tecnologia é o necessário para resolver os problemas da atualidade. Por outro lado, apenas uma minoria de americanos (47%), ingleses (37%) e alemães (29%) confia ser suficiente;
  • Os países ocidentais perspetivam que o impacto positivo na sociedade está em tecnologias verdes como a biotecnologia, a engenharia climática e o hidrogénio. A China e a Índia possuem maiores esperanças na Inteligência Artificial e no 5G, contrastando com os inquiridos nos EUA e Europa, que veem a IA como a maior ameaça tecnológica;
  • A nível global, 43% dos entrevistados afirma que a confiança desempenha um papel mais relevante no mundo digital do que no mundo analógico. A ética na esfera da IA e de haver sempre decisão humana em questões baseadas em IA que afetem pessoas;
  • Transporte sem limitações geográficas ou temporais é o sonho de muitos inquiridos: quatro em cada dez alemães (39%) escolhe o teletransporte como meio de mobilidade predileto. Contudo, automóveis controlados por humanos continuam a estar no topo de transportes (56%), seguido por aviões (40%) e comboios (32%);
  • Duas em três pessoas, a nível global, preveem riscos mais acentuados nos ataques cibernéticos;
  • A grande maioria considera que o seu país está preparado para o avanço e progresso tecnológico, sendo que na China representam 97% dos inquiridos. A Índia apresenta-se em segundo, seguida pelos EUA e Reino Unido. Em contraste, mais de metade dos inquiridos na Alemanha acredita que o seu país está mal preparado para o avanço tecnológico;
  • Praticamente 40% dos inquiridos globais deixaria a Terra para viver de forma permanente noutro planeta.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Work Life – Uma questão de equilíbrio, propósito ou felicidade?

25 Janeiro, 2022 by suporte

Já se perguntou o que representa o trabalho para si? Que importância tem o ato de trabalhar, que papel desempenha nas nossas vidas? Numa visão mais superficial podemos encarar o trabalho como uma forma de subsistência, um veículo para a estabilidade e até para a sobrevivência.

É um facto que precisamos de trabalhar… mas precisaremos apenas de trabalhar para sobreviver, ou precisamos também de trabalhar para viver? É no trabalho que passamos uma grande parte do nosso tempo, é no trabalho que conhecemos muitas pessoas, é no trabalho que vivemos uma panóplia de experiências que nos moldam, nos toldam, por vezes nos condicionam, noutras vezes nos fazem evoluir e crescer. É também lá (e na nossa vida pessoal) que sentimos angústias, que enfrentamos desafios, que celebramos conquistas, que reforçamos os nossos talentos e lutamos contra os nossos defeitos. E é por isto que o trabalho não é só trabalho… é uma parte integrante da nossa identidade. E é por isto que é tão importante falarmos nas questões do equilíbrio vida pessoal, vida profissional.

Muitas vezes ouvimos falar no worklife balance numa ótica de equilíbrio, uma melhor e mais proporcional distribuição do tempo, do foco e da concentração das pessoas entre os aspetos da sua vida profissional e a sua vida pessoal. É aqui que os modelos de trabalho flexível, trabalho remoto ou trabalho híbrido têm um enorme papel, de proporcionar maior flexibilidade às pessoas para que possam organizar o seu tempo de modo a conciliar as suas necessidades na vida pessoal com as necessidades na vida profissional.

Outras correntes abordam este tema numa ótica do propósito, numa perspetiva de que o verdadeiro equilíbrio vida pessoal vida profissional se alcança quando atingimos um nível elevado de alinhamento entre o nosso propósito pessoal de vida e o propósito do nosso trabalho. É a abordagem da concretização plena, de vivermos com um sentido constante de “missão cumprida”, de satisfação por sentirmos que na nossa vida pomos em prática os valores que defendemos, em que acreditamos, seja em contexto pessoal ou profissional.

Mas se estamos numa altura de humanização, se queremos efetivamente transformar as empresas, as lideranças e o trabalho numa experiência humana enriquecedora, não deveríamos falar em Work Life Hapiness (felicidade pessoal e profissional)? Se aqui estivéssemos (ou estamos, ou estamos a caminhar para lá), o que nos importa não é debater se devemos ou não ter modelos de trabalho presencial, ou remoto, ou híbrido… não importa debater se os nossos processos promovem o sentido de propósito e se partilhamos os nossos valores com os colaboradores das nossas empresas.

Se aqui estivéssemos, ou se aqui quisermos estar, o que importa debater é de que forma estamos a criar condições nas nossas empresas para as pessoas sentirem apoio quando dele precisam, de um ombro para chorar quando as coisas correm mal, de pessoas para festejar quando correm bem. Porque na vida, seja ela qual for, a felicidade encontra-se na forma como sentimos e nos permitimos sentir connosco e com os outros.

Este artigo foi publicado na edição nr16 da revista Líder.

Subscreva a Líder AQUI.


Por Maria João Ceitil, HR Consulting Coordinator na CEGOC

Arquivado em:Artigos

Radar Portugal: O que precisamos mudar?

25 Janeiro, 2022 by suporte

Até ao dia das eleições legislativas, 30 de janeiro, a Líder vai publicar diariamente as opiniões e contributos de várias personalidades a quem foi lançado o desafio de responderem à pergunta: O que precisamos mudar?

Homens, mulheres, jovens, seniores, caucasianos, negros, crentes e não crentes, qualquer que seja a orientação sexual terão a sua opinião na Líder e serão capa.

Na Líder a capa é de todos.

Vanda de Jesus é Diretora Executiva da Portugal Digital

Acredito no desígnio que abracei nos últimos anos para Portugal: um país mais digital, com cidadãos capacitados para esta oportunidade, com empresas disponíveis para se transformarem e com um Estado que os acompanhe.

O digital, o investimento e empreendedorismo neste âmbito têm o potencial de transformar a vida de todos e deixar um legado de um país (e um mundo) melhor, mais inclusivo e mais justo – e é este fim último que eu quero para o país. O trabalho que tem sido desenvolvido pelo Plano de Ação para a Transição Digital tem provado que este é o caminho certo para o assegurarmos. Continuarmos com esta aposta é, sem dúvida, uma das mais importantes e exigentes missões do nosso país.

Começando pelo investimento na capacitação e inclusão digital da população, com os olhos postos em dois principais compromissos até 2030: capacitarmos um milhão de adultos infoexcluídos e impactarmos 80% de indivíduos com capacidades digitais básicas ou mais do que básicas. Incrementando a maturidade digital das empresas, os apoios para levarem a cabo esta transformação e o apelo aos líderes para se prepararem e a impulsionarem – é preciso compreender e incorporar a tecnologia na relação com os colaboradores, parceiros e clientes, reforçando processos eficientes e transparentes; fomentar este ambiente de mudança permanente e adoção de um mindset de aprendizagem contínua, de risco e erro; e, ainda, preparar as empresas para uma economia de dados e informação. Por fim, mas não por último, o reforço da digitalização da nossa Administração Pública, através da adoção de novas tecnologias, simplificação e automatização de processos, que melhorarão a relação de todos os cidadãos com os serviços – do seu alcance ao funcionamento.

Temos de garantir que, nestes pilares de atuação, o acesso à inovação e à tecnologia é agilizado, com uma ligação mais estreita entre a academia e as empresas. Paralelamente, este novo paradigma deve reforçar os princípios éticos aplicados aos negócios digitais e à cibersegurança, temas que até há pouco tempo não faziam parte do léxico de uma parte significativa da nossa comunidade empresarial.

Uma nação digital é um país que usa o digital para se aproximar, para criar e inovar e, principalmente, para humanizar. Todos os dias, cada um de nós tem responsabilidades nesta transformação. À semelhança do que ambiciono para Portugal, em todo o meu percurso privilegiei a inclusão e as diferenças de cada um. Acredito que o que nos distingue é o que mais nos fortalece, seja em equipa de trabalho ou em família. Aposto na diversidade de percursos, experiências e opiniões, de género, cor de pele e estrato social, porque acredito que são as nossas forças para alcançarmos o sucesso. A nossa capacidade exímia em aprendermos, melhorarmos as nossas condições e nos transformamos são motores essenciais de qualquer evolução. Desta forma, não deixando ninguém para trás, seremos sempre melhores a construir um futuro promissor.

Acredito que temos todas as condições para que esta capacidade se espelhe no nosso país – um lugar onde todos queiram viver e trabalhar (incluindo de forma remota, onde muitos nómadas digitais encontram o seu porto seguro), um lugar de segurança e confiança nas pessoas, empresas e instituições, um símbolo e um exemplo dentro e fora da União Europeia.

Temos uma identidade nacional única, com mais-valias que nos destacam e que captam talento e investimento de todo o mundo. Temos todos os ingredientes para nos afirmarmos, com orgulho, como uma verdadeira Nação Digital, inclusiva e inovadora.

Arquivado em:Notícias, Política, Sociedade

Biopessoas, no final de contas

24 Janeiro, 2022 by suporte

O meu título de hoje inspira-se, sem grande imaginação, no trabalho de Paulo Finuras, professor no ISG e autor de uma obra considerável no domínio da cultura e mais recentemente da psicologia evolutiva. É bom encontrar alguém a quem podemos chamar autor no sentido de ter um trabalho reconhecível mesmo quando aborda temas diferentes. Um dos seus livros tem um subtítulo que explica a abordagem: “para melhor compreender o nosso comportamento e as suas origens”.

O trabalho de Paulo Finuras, cujo título mais recente é Human Affairs (Sílabo, 2021) tem, pois a ver com as bases biológicas do nosso comportamento. Numa época dominada pela “construção social”, tantas vezes levada à caricatura naquilo que constitui mais um exemplo de uma boa ideia desvirtuada pelo seu uso distorcido, é refrescante ver um trabalho que explica que a biologia não se tornou irrelevante.

Pelo contrário, como explicou um dia Nigel Nicholson, outro autor da área, o ser humano tirou-se da Idade da Pedra mas não tirou a Idade da Pedra de dentro de si. Continuamos a ser estranhas criaturas, capazes do melhor e do pior, como este livro nos recorda. E continuamos presos à nossa biologia, por mais óbvio que possa parecer a uns e por menos libertador que possa parecer a outros. Em tempos interessantes, escrever este tipo de livros talvez se tenha tornado socialmente perigoso num mundo onde as tribos continuam a organizar a nossa vida, mesmo que essas tribos agora sejam digitais. Mesmo digitalmente continuam a expressar os seus instintos tribais.

Termino com o Paulo, na primeira pessoa:

Se é verdade que a cultura come a estratégia ao pequeno–almoço (P. Drucker) e eu acho que sim, não é menos verdade que a biologia come a cultura à sobremesa. É que no final do dia a biologia triunfa sempre porque no princípio e no fim somos sempre biologia e a nossa é cultural. Enquanto as chamadas ciências sociais tiverem receio da sua integração vertical nas ciências da vida e não reconhecerem as raízes biológicas do comportamento humano para encapsularem a biologia como base e constrangimento (e não como determinante) continuarão a ser apenas abordagens dispersas de escolas de pensamento mas sem integração. Teremos mais a aprender nas ciências sociais se todos nos ligarmos através de um paradigma que dê sentido àquilo que fazemos percebendo que o conhecimento já produzido pelas outras ciências só nos pode ajudar a perceber as  causas e os mecanismos do comportamento. E temos boas razões para acreditar nisso. Por exemplo, foi assim que conseguimos separar o sexo da reprodução, reconhecendo as causas e o seu mecanismo. Conseguiremos muito mais quando começarmos a incluir a biologia na sociologia, aquilo a que se chama sociobiologia e que agora preferimos chamar psicologia evolucionista.

 

 

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

Sofia Veríssimo é a nova Vice-Presidente da Eurowag

24 Janeiro, 2022 by suporte

A Eurowag, plataforma de pagamentos integrados e mobilidade, nomeou Sofia Veríssimo como Vice-Presidente dos Países da Europa Ocidental, que englobam Portugal, Espanha e França.

Com um percurso profissional de quase duas décadas nos setores do retalho, tecnologia e mobilidade, a nova responsável da Eurowag tem uma vasta experiência em posições de gestão em Portugal e Espanha. Nas suas últimas funções, Sofia Veríssimo, assumiu o cargo de Country Manager, de Espanha & Portugal, da Tomtom International BV.

“É com grande orgulho e entusiamo que assumo este grande desafio. Estou muito feliz por poder contribuir de forma ainda mais ativa para o crescimento da Eurowag na Europa. É, de facto, uma grande responsabilidade, mas estou certa de que, em conjunto com as nossas equipas e com os nossos parceiros, vamos continuar a trabalhar com excelência e dedicação para oferecer aos nossos clientes serviços integrados de mobilidade digital que visam reforçar a sua fidelização através da adoção de soluções globais, ajustadas às suas necessidades atuais e capazes de se adaptarem às constantes mudanças do mercado”, afirma a profissional.

 

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Marketing Digital Talks

24 Janeiro, 2022 by suporte

A Lisbon Digital School abre o ano de 2022 com um evento online e gratuito sobre Marketing Digital que tem como objetivo lançar o novo Curso Especializado de Marketing Digital e as suas principais áreas de conhecimento. O evento será a 29 de Janeiro, das 15h às 18h, e terá no painel de oradores profissionais de Marketing Digital, formadores do curso, coordenadores e alunos.

Irão ser abordados temas e tendências relevantes para o exercício do Marketing Digital e que passarão pelo Experience Design, Redes Sociais, Data e Estratégia, entre outros. Carlos Martins, Digital Brand Manager da NOS, irá apresentar também o caso da influência das Redes Sociais nas eleições americanas.

No painel de oradores convidados é possível encontrar outros nomes como Daniel Caeiro, da VMLY&R Lisboa, Glauco Martins, da 401 Business Design, Guilherme Coelho, da Incubeta, Paulo Rossas da Lisbon Digital School e Nuno Antunes, da Milford, e aluno da Lisbon Digital School.

“Dez turmas depois reunimos toda a experiência e feedback dos alunos e estamos muito felizes por ver um renovado Curso Especializado de Marketing Digital esgotar já este mês. Este ano, iremos ter seis renovadas edições, com maior carga horária e atualização nos módulos e plano de conteúdos, tentando antecipar as tendências e oferecer a melhor experiência formativa do mercado. Como um dos valores pelo qual nos pautamos é o combate à iliteracia, resolvemos abordar todos estes temas numa tarde de partilha daquilo que melhor sabemos fazer: ensinar”, explica Natacha Pereira, CEO da Lisbon Digital School.

As inscrições são gratuitas e já estão abertas, destinando-se a todos os profissionais, alunos e interessados em Marketing Digital.

Website do evento aqui.

 

Arquivado em:Marketing, Notícias

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