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Titiana Barroso

A Sustentabilidade é um pilar da estratégia da Corticeira Amorim

4 Maio, 2021 by Titiana Barroso


Ergueu-se como fábrica para a produção manual de rolhas para o vinho do Porto, em 1870. A Corticeira Amorim é a maior empresa de produtos de cortiça no Mundo e a mais internacional das empresas portuguesas (gerando um volume de negócios superior a 700 milhões de euros em 2019 e presente em mais de 100 países, através de uma rede de dezenas de empresas subsidiárias).

A cortiça está no centro – um material 100% natural, renovável, reutilizável e reciclável. «Um material para o milénio», salienta o CEO da Corticeira Amorim, António Rios de Amorim faz parte da quarta geração da família Amorim a manobrar os destinos do negócio. António conhece os cantos à casa como poucos, desde a mais tenra idade que esta é a sua segunda casa. Nos primeiros anos, visitava as fábricas e seguia, com curiosidade e admiração, as pisadas do pai, António Ferreira de Amorim. Nas férias de verão, costumava acompanhar os negócios da família, adquirindo conhecimento direto das propriedades e qualidades naturais da cortiça. Chegou à presidência no dia 30 de março de 2001, substituindo o tio Américo Amorim, o carismático líder da Corticeira Amorim, mas já era administrador executivo desde 1990.

À frente dos destinos deste império, reinventa o negócio da cortiça à escala global e entra em segmentos de atividade diversos, do têxtil, à hotelaria, casinos e imobiliário. Pelo meio foi presidente da Confederação Europeia de Cortiça entre 2003 e 2010 e, em 2012, terminou o seu terceiro mandato consecutivo à frente dos destinos da APCOR – Associação Portuguesa de Cortiça. Sob a sua liderança a indústria da cortiça experienciou um reconhecido renascimento, consolidando Portugal como incontestável líder mundial do setor.

De ano para ano é mantido e reforçado o compromisso com o futuro, de ser uma marca sólida, coesa e dinâmica, com a sustentabilidade como principal referência identitária. «A ambição de ir mais longe move a Corticeira Amorim a apostar no contínuo desenvolvimento de projetos focados na investigação e inovação que resultam em produtos e soluções com vantagens incomparáveis», conta à Líder.

Reunimos algumas marcas que se destacam no panorama da Sustentabilidade para nos desvendarem quais as suas metas para um futuro mais verde.  António Rios de Amorim aceitou o desafio.

«A Sustentabilidade é um pilar da estratégia da Corticeira Amorim. Tanto a visão como a missão (acrescentar valor à cortiça, de forma competitiva, diferenciada e inovadora, em perfeita harmonia com a Natureza) têm em consideração o Capital Natural. Todos os stakeholders são fundamentais na identificação das prioridades estratégicas e as suas preocupações e expectativas são tidas em conta. Vários indicadores chave de desempenho são monitorizados e reportados consistentemente desde 2006.

A atuação no dia a dia alinha-se com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, contribuindo diretamente para a prossecução de 12 desses Objetivos.

Líder de uma das indústrias caracterizadas como das mais sustentáveis do mundo, de ano para ano é mantido e reforçado o compromisso com o futuro, de ser uma marca sólida, coesa e dinâmica, com a sustentabilidade como principal referência identitária.

A ambição de ir mais longe move a Corticeira Amorim a apostar no contínuo desenvolvimento de projetos focados na investigação e inovação que resultam em produtos e soluções com vantagens incomparáveis.

De entre os benefícios mais relevantes para o Planeta está o trabalho para a preservação do montado e os serviços dos ecossistemas, para a aplicação das práticas de economia circular e para o desenvolvimento de produtos verdes que têm a cortiça no centro – um material 100% natural, renovável, reutilizável e reciclável. Um material para o milénio».

Pode ler todas as intervenções na edição de primavera da revista Líder.

Por TitiAna Amorim Barroso

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Futuro do trabalho: o dilema entre Homem e máquina  

4 Maio, 2021 by Titiana Barroso

A consultora PwC realizou uma das maiores pesquisas às tendências globais no mundo do trabalho, com entrevistas a mais de 32 mil pessoas, entre trabalhadores, proprietários de empresas, estudantes e desempregados, junto de 19 países em representação dos cinco continentes, em fevereiro de 2021.

Após um ano de enormes alterações e um profundo impacto da crise pandémica sobre o trabalho, levando cerca de 114 milhões de pessoas a perder os seus empregos, os resultados agora publicados do relatório “Hopes and fears 2021” no site do World Economic Forum (WEF), mostram que mesmo num cenário de insegurança cerca de metade dos trabalhadores sentem-se confiantes em relação ao futuro. Mas também fez sobressair uma preocupação inerente à evolução dos modelos de trabalho, com 60% dos entrevistados a sentirem os seus empregos em risco pela automação e substituição das pessoas pelas máquinas e havendo cerca de quatro em cada dez entrevistados a considerar que dentro de cinco anos, o seu trabalho ficará obsoleto.

Na sua maioria, os trabalhadores estão prontos para enfrentar novos desafios, tornarem-se mais ágeis e abraçar de maneira positiva a nova era do trabalho digital. A rápida adaptação das pessoas à tecnologia, ao final de um ano de Pandemia, veio trazer outras exigências sobre as organizações como maior flexibilidade e inclusão, sendo que metade dos entrevistados  afirmam ter sentido que perderam oportunidades de carreira ou formação, devido à discriminação.

Temas chave

A pesquisa abordou como as pessoas se sentem em relação à segurança do emprego, diversidade e inclusão, requalificação, teletrabalho remoto e trabalhar para uma organização que tenha um propósito além da atividade comercial e financeira inerente.

A discriminação que ainda é sentida no local de trabalho, em relação à etnia, género, classe ou idade é um sinal de alerta importante. Nas palavras de Bhushan Sethi, líder global da parte organizacional e de pessoal da PwC: “Se os padrões atuais de acesso à formação persistirem, a qualificação inerente irá fazer aumentar a desigualdade social quando deveria estar a fazer precisamente o oposto”. Reforçando o que já se sente entre as dinâmicas de RH das empresas, a grande maioria dos trabalhadores consegue trabalhar remotamente e deseja voltar numa combinação híbrida entre trabalho remoto e presencial, com apenas 9% a afirmar que gostaria de voltar ao ambiente de trabalho tradicional e a tempo inteiro. Para tal, os escritórios do futuro terão de ser redesenhados para se tornarem espaços onde as equipas se reúnam para fazer brainstorming, colaborar e resolver problemas em conjunto.

Futuro dos empregos

A crise pandémica já custou aos trabalhadores em todo o mundo cerca de $3,7 triliões, sendo que em comparação com 2019, de acordo com o relatório da Organização Internacional do Trabalho “COVID-19 e o mundo do trabalho”, as horas de trabalho caíram cerca de 9%.

De acordo com relatório do WEF “O Futuro do trabalho 2020”, a automação do trabalho em conjunto com a recessão provocada pelo COVID-19, construíram um cenário duplamente disruptivo para os empregados, com uma acelerada adoção às tecnologias em algumas áreas.

Projeções apontam para que em 2025, humanos e máquinas gastem as mesmas horas de trabalho no desempenho de tarefas. O referido relatório estima ainda que cerca de 85 milhões de empregos possam vir a ser substituídos por uma mudança do trabalho humano para o mesmo feito por máquinas, enquanto 97 milhões de novas funções podem surgir num futuro próximo.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa: A Informação como um bem comum

3 Maio, 2021 by Titiana Barroso

Após um ano tão atípico, em que o mundo se fechou, a informação correu a uma velocidade intensa, numa conjugação entre a digitalização e disponibilidade de conteúdos, que resultou numa quantidade, também atípica, de notícias, artigos, opiniões, manifestos, posts em redes sociais e mensagens. Essencial para que se tomasse contacto com o que se passava pelo globo, mas por vezes excessiva e, em alguns casos, imprecisa e até falsa, a disseminação de informação é o resultado da liberdade de expressão, um dos nossos direitos humanos mais preciosos.

A imprensa, e os jornalistas, são o veículo privilegiado de comunicação no mundo de hoje, e uma imprensa livre, pluralista e independente é a base do exercício da liberdade de expressão.

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi proclamado pela Assembleia Geral da ONU em 1993, e o dia 3 de maio assinala a Declaração de Windhoek, aprovada pela UNESCO num seminário sobre a “Promoção da Independência e do Pluralismo da Imprensa Africana”, que se realizou em Windhoek, Namíbia, de 29 de Abril a 3 de Maio de 1991 e que este ano assinala o seu 30.º aniversário. A Declaração considera a liberdade, a independência e o pluralismo dos meios de comunicação como princípios essenciais para a democracia e os direitos humanos.

Este ano sob o tema, Information as a Public Good (Informação como um bem público), a UNESCO pretende que este dia 3 de maio sirva como apelo para a valorização da informação como um bem público, o fortalecimento do jornalismo e a promoção da transparência e do empoderamento. O tema é um reconhecimento das mudanças nos sistemas de comunicação que estão a impactar a saúde, os direitos humanos, as democracias e o desenvolvimento sustentável.

Segundo a UNESCO, esta data serve também para relembrar os governos sobre a necessidade de respeitar o seu compromisso com a liberdade de imprensa, servindo como dia de reflexão entre os profissionais da informação em questões de liberdade de imprensa e ética profissional. Sem esquecer os meios de comunicação alvo de restrição ou abolição da sua liberdade de imprensa, esta data relembra ainda os vários países no mundo, onde as publicações são censuradas, multadas, suspensas e fechadas, enquanto jornalistas e editores são perseguidos, atacados, detidos e até assassinados.

Nas palavras de Audrey Azoulay, Diretora Geral da UNESCO, o tema do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa deste ano sublinha a indiscutível importância da informação verificada e fiável. Chamando ainda a atenção para o papel essencial dos jornalistas livres e profissionais na produção e divulgação de informação, através do combate à desinformação e outros conteúdos prejudiciais.

Este ano, por ocasião do 30.º aniversário da Declaração Windhoek, decorreu uma Conferência Global, entre os dias 29 de abril e 3 de maio, precisamente na Namíbia que juntou, numa combinação entre a participação virtual e presencial, líderes dos meios de comunicação, ativistas, legisladores, artistas e investigadores de todo o mundo.

Arquivado em:Notícias

Em defesa do capitalismo

3 Maio, 2021 by Titiana Barroso

Quem procura interpretar a sociedade atual ficará com a impressão de que, em certo momento da história da humanidade, um grupo de energúmenos de chapéu de coco e charuto terá inventado um sistema chamado capitalismo. O capitalismo seria neste sentido uma forma maligna de exploração do homem pelo homem. É claro que o capitalismo, como qualquer outra realização humana, tem muito que se lhe diga, incluindo um sem número de imperfeições e de excessos.

Dito isto, talvez o maior problema do capitalismo seja o compadrio, como defendido recentemente num artigo académico. O capitalismo assenta em três pilares: a propriedade privada dos meios de produção, a afetação de recursos por via do mercado e a liberdade para participar na atividade económica. Ora, o capitalismo exige um Estado forte e independente. Digamos que o Estado deve definir as regras do jogo empresarial e punir a sua violação. Ora, o que se tem visto, nomeadamente em Portugal?

O que se tem visto é o contrário disto: algumas empresas em vez de atuarem de forma independente do Estado, percebem que é melhor arranjar conluios com o Estado do que competir vigorosamente no mercado. Os casos de conúbio entre o Estado e as empresas são tantos, tão importantes e tão degradantes que a melhor coisa que se pode fazer para melhorar a situação é algo que provavelmente agradará em igual medida aos anti-capitalistas e aos defensores do mercado (e não das empresas, ou de algumas empresas em particular): separar realmente o Estado e o mercado, pedindo ao Estado que faça o seu papel e que deixe o mercado fazer o que lhe compete. Nem mais nem menos.


Por Miguel Pina e Cunha, Diretor da revista Líder

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

O impacto da COVID-19 no mercado imobiliário comercial, análise do FMI

3 Maio, 2021 by Titiana Barroso

Os confinamentos e as medidas restritivas de contenção e controlo da disseminação do novo coronavírus tiveram um espetro alargado de consequências severas, como a que se observou no setor imobiliário comercial. Prédios de escritórios vazios, diminuição na procura do comércio tradicional (ao contrário da ascensão do e-commerce) e hotéis com dormidas a preços muito baixos. Sinais dos tempos que chamam a atenção para a necessidade do apoio à recuperação de um setor duramente atingido.

Numa análise elaborada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), e recentemente publicada pelo site do Fórum Económico Mundial (WEF), conclui-se que essas tendências podem afetar a estabilidade financeira em geral.

A conexão da estabilidade financeira

O setor imobiliário comercial é de grande dimensão e as suas flutuações de preços tendem a refletir o quadro macrofinanceiro mais amplo, para além de depender em larga escala do financiamento de dívidas.

Em muitas economias, os empréstimos imobiliários comerciais constituem uma parte significativa das carteiras de empréstimos dos bancos. Apesar de os bancos continuarem a ser globalmente os maiores financiadores da dívida deste setor, em algumas áreas, os intermediários financeiros não bancários, como as seguradoras, fundos de pensão ou fundos de investimento, desempenham também um importante papel. Segundo a análise, um embate neste setor virá a pressionar a redução dos preços dos imóveis comerciais, afetando a qualidade do crédito dos tomadores de empréstimos e pesando na balança dos credores.

O risco de uma queda nos preços será maior ao observar-se um grande “desalinhamento dos preços”, ou seja, quando os preços no mercado imobiliário comercial se desviam daqueles definidos pelos fundamentos económicos, ou “valores justos”. Esta recente análise mostra que esse desalinhamento faz aumentar o risco de quebra no crescimento do PIB. Como exemplo, uma queda de 50 pontos-base na taxa de capitalização dentro da sua tendência – uma medida comum de desalinhamento – pode aumentar a curto prazo o risco de crescimento do PIB em 1,4% (em 4 trimestres cumulativamente) e 2,5% a médio prazo (em 12 trimestres cumulativamente).

O peso pesado da COVID-19

A análise reflete o aumento do desalinhamento dos preços, em resultado do impacto da Pandemia. Ao contrário do que tem acontecido no passado, desta vez o desalinhamento não decorre do aumento excessivo de valorização do bem, mas sim de uma queda acentuada nas receitas operacionais e na procura generalizada dos imóveis comerciais.

À medida que a economia ganha impulso, o desalinhamento tende a diminuir. No entanto, o setor irá enfrentar um desafio devido à evolução das preferências e novos comportamentos na sociedade, como o teletrabalho e comércio online. O FMI exemplifica que um aumento permanente de 5% na taxa de desocupação das propriedades comerciais (devido à mudança nas preferências do consumidor e organizações) pode levar em cinco anos a uma queda dos valores de 15%.

Segundo o FMI, é preciso ter em mente que existe uma enorme incerteza quanto às perspetivas para os imóveis comerciais, tornando difícil uma avaliação concreta do desalinhamento dos preços.

Papel dos decisores políticos no combate aos riscos de estabilidade financeira

Taxas baixas e facilidade de financiamento irão ajudar as empresas não financeiras a continuar a ter acesso ao crédito, contribuindo para a recuperação do setor imobiliário comercial. No entanto, se essas condições financeiras acessíveis trouxerem mais risco e contribuírem para o desalinhamento dos preços, os decisores terão de recorrer a medidas de política macro prudencial.

De forma a gerir as vulnerabilidades do setor, pode vir a ser necessário tomar medidas como colocar um limite sobre o valor do empréstimo ou no rácio de cobertura do serviço da dívida. Além disso, os decisores políticos poderiam ampliar o alcance de uma política macro prudencial para cobrir instituições financeiras não bancárias que são cada vez mais importantes nos mercados de financiamento ao setor.

Em conclusão, esta análise considera que para garantir o fortalecimento da Banca será importante recorrer a exercícios de teste de esforço para ajudar na tomada de decisões sobre se o capital adequado foi reservado para cobrir as fragilidades do setor imobiliário comercial.

Arquivado em:COVID-19, Notícias

Ana Moreira: «Os compromissos de Sustentabilidade passaram a ser considerados um mínimo a ter»

3 Maio, 2021 by Titiana Barroso


Atualmente um dos fatores que distinguem uma marca das restantes é a sua resposta aos temas que são importantes para os consumidores.

No caso das marcas da Unilever o propósito é bem claro: «Fazer com que todas as pessoas vivam de forma sustentável», explica Ana Moreira, Diretora de Food Solutions, Communications & CMI da Unilever FIMA e da Gallo Worldwide.

Das marcas de limpeza e lavagem de roupa até às marcas alimentares, todas sem exceção estão empenhadas em reduzir ao máximo o impacto ambiental e para isso têm em marcha uma série de iniciativas. Ana partilha com a Líder a visão da empresa para melhorar a saúde do Planeta.

Licenciada em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica e Marketing and Advertising certificate pela New York University, Ana iniciou a carreira como trainee na Unilever FIMA em Portugal, tendo assumido diversas funções de Marketing e Customer Marketing na área Alimentar, entre as quais Marketing Manager Ice Cream (in-home and out-of-home) e Marketing Director Foods.

Reunimos algumas marcas que se destacam no panorama da Sustentabilidade para nos desvendarem quais as suas metas para um futuro mais verde. Ana Moreira aceitou o desafio.

«A Unilever é uma empresa de marcas e pessoas com um grande propósito: fazer com que todas as pessoas vivam de forma sustentável.

O mundo mudou, mas as questões relacionadas com as alterações climáticas e a preservação dos recursos naturais tornaram-se correntes, pelo que os compromissos de sustentabilidade deixaram de ser vistos como algo bom de ter, para passarem a ser considerados como um mínimo a ter.

Atualmente um dos fatores que distinguem uma marca das restantes é a sua resposta aos temas que são importantes para os consumidores. Este é o fundamento da sua orientação para o propósito.

As marcas da Unilever estão a colocar em prática o seu propósito. Transversalmente a todas as marcas, e até 2025, todas as embalagens de plástico serão desenhadas para serem reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis. Vamos reduzir para metade a utilização de plástico virgem e ter embalagens com mais de 25% de plástico reciclado.

As marcas de limpeza e lavagem de roupa – como SKIP, Cif e Domestos – têm a visão de incorporar os princípios da economia circular ao nível das embalagens e das fórmulas utilizadas. Até 2030, temos como objetivo substituir todo o carbono derivado de combustíveis fósseis utilizado nas fórmulas dos seus produtos por carbono renovável ou reciclado.

Já as marcas alimentares – como Knorr, Olá e Hellmann’s – estão focadas em ajudar as pessoas a transitarem para dietas mais saudáveis e em reduzir o impacto ambiental da cadeia alimentar. Disponibilizamos cada vez mais alimentos de origem vegetal alternativos à carne e laticínios e, até 2025, queremos duplicar a quantidade de produtos que fornecem uma nutrição positiva, uma vez que contêm uma grande quantidade de vegetais, frutas, proteínas ou micronutrientes, como vitaminas, zinco, ferro e iodo. Vamos continuar ainda a apostar na diminuição da quantidade de calorias e do teor de sal e açúcar nos nossos produtos e a ter em consideração a origem sustentável dos ingredientes.

Só assim poderemos melhorar a saúde do Planeta, protegendo e regenerando a natureza, sem esquecer a saúde e o bem-estar das pessoas que nele habitam».

Pode ler todas as intervenções na edição de primavera da revista Líder.

Arquivado em:Artigos, Leading Brands

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