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Denise Calado

Leyla Nascimento: «A saúde mental tem e terá atenção prioritária»

17 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Este é um caminho sem volta. Como nos preparamos para este futuro que se antecipou e que nos deixa muitas perguntas sem respostas?

Os líderes devem prosseguir a sua caminhada tecnológica e digital, mas devem estar atentos a esta realidade que pode comprometer a saúde mental e a estabilidade das suas pessoas. Onde estão as fronteiras que não devem ser ultrapassadas? Como defini-las e pô-las em prática? Como diagnosticar e ajudar quem precisa ou seremos já todos MetaPeople?

De acordo com Leyla Nascimento, CEO do Grupo Capacitare, o que o Metaverso poderá representar na saúde mental ainda é cedo para avaliar. Leyla Nascimento foi a primeira mulher a exercer o cargo de Presidente da Federação Mundial de RH (World Federation of People Management Associations) em mais de 40 anos de existência da instituição, onde esteve de 2018 a 2020.

O que estamos a viver atualmente no campo da tecnologia deve ser «um desafio das lideranças atuais, e não nas futuras», começa por expressar.

Partindo de um estudo global encomendado pela Lenovo e realizado pela YouGov em novembro de 2021, no qual 7500 trabalhadores adultos foram entrevistados nos EUA, Reino Unido, Brasil, Singapura, China e Japão, Leyla Nascimento chama a atenção para o facto de «metade dos funcionários (44%) estarem dispostos a trabalhar no metaverso, 20% não o estão, sendo que 21% afirmam ser neutros e outros 15% dizem não ter certeza».

Por outro lado, «os adultos que trabalham no Brasil (53%), Singapura (51%) e China (54%) estão igualmente divididos, com cerca da metade confiante de que os seus empregadores têm o conhecimento necessário para possibilitar um ambiente de trabalho no metaverso e a outra metade demonstrando menos confiança».

«O cenário da introdução do Metaverso nas organizações leva-nos a crer que os impactos serão muitos e a adaptabilidade levará a desdobramentos das estratégias de Recursos Humanos. O acumular de informações oriundas desta tecnologia implicará escolhas e ações.

O MetaPeople precisa de ser estudado e monitorizado constantemente. Esta realidade impactará desde a liderança à base.

Torna-se importante ambientes cujas lideranças privilegiam o pensamento diverso e analítico para compreender todos estes impactos. Vamos necessitar de ter conhecimento sobre ciências, como sociologia, para entender o comportamento social; a saúde, no seu amplo aspecto, para um ambiente saudável e a saúde mental tem e terá atenção prioritária nestes cenários», vaticina.

Por TitiAna Amorim Barroso

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder.

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Arquivado em:Artigos, Leading People

Dependência financeira: a maioria das mulheres não acredita ser possível inverter a situação

17 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Cerca de 62% das mulheres portuguesas que não têm independência financeira duvida que seja possível inverter a sua situação no futuro apesar de uma elevada percentagem (84%) considerar esse um objetivo prioritário nas suas vidas.

Uma nova análise revela ainda que sete em cada dez mulheres portuguesas afirma ser mais independente financeiramente do que as mulheres da sua família, em anteriores gerações.

Estas são parte das principais conclusões do estudo “Mulheres e Finanças”, da Mastercard, realizado em doze mercados europeus com o objetivo de analisar a relação das mulheres de diferentes gerações com o dinheiro, bem como a sua evolução financeira.

Independência financeira das mulheres em Portugal

A taxa de mulheres portuguesas que não acredita ver a sua situação melhorada no futuro situa-se, contudo, abaixo da média europeia (65%) e de países como a Espanha (66%), Alemanha (82%), França (76,5%) e Itália (75%).

Ser independente financeiramente é um dos principais objetivos para oito em cada dez portuguesas inquiridas (84%), acima da média europeia (70%) e de países como a Espanha (74%) ou Roménia (76%).

As inquiridas que consideraram não ter essa independência financeira (22%) salientaram como principais motivos não ganharem dinheiro suficiente (41%) ou ganharem muito pouco (38%).

Apesar disso, 78% das mulheres portuguesas sente-se financeiramente independente. As principais razões apontadas são o facto de terem os seus próprios rendimentos (87%), disporem de poupanças para fazer face a qualquer problema financeiro (25%) ou utilizarem ferramentas financeiras (10%)

O estudo destaca que a evolução em Portugal tem sido positiva ao longo dos anos, já que sete em cada dez mulheres considera ser mais independente financeiramente do que as mulheres da sua família de gerações anteriores, ligeiramente acima da média europeia (67%) e atrás apenas da Bulgária (74%), Roménia (74%) e Espanha (74%).

Já 20% das mulheres considera ter o mesmo nível de independência que as suas antecessoras e apenas 10% diz ter menos.

A desigualdade de género continua a ser um obstáculo

Segundo a análise, ainda há um longo caminho a percorrer no que respeita à igualdade de género, já que 62% das mulheres em Portugal considera ter menos independência financeira do que os homens, uma percentagem que se situa acima da média europeia (52%).

Quase metade das mulheres (49%) citou o trabalho extra não remunerado que fazem, como cuidar de crianças e idosos, como principal motivo para serem dependentes, além do facto de os homens ganharem salários mais elevados.

Embora se sintam menos independentes do que os homens, a maioria acredita que as contas devem ser divididas de forma equitativa com o parceiro (93%).

Economia doméstica revela progressos

Quando inquiridas acerca da distribuição das despesas no agregado familiar em que cresceram, 63% das mulheres da geração de 1950 (na faixa etária dos 60 aos 75 anos) diz que as despesas eram assumidas pelo pai, uma percentagem que vai diminuindo à medida que as diferentes gerações se vão sucedendo.

Cerca de 42% das portuguesas da faixa etária mais jovem (25 aos 39 anos) refere que as despesas já eram divididas igualmente entre o pai e a mãe, enquanto isso só acontecia em 26% dos agregados das inquiridas com idades entre os 60 e 75 anos.

Quando questionadas sobre a pessoa responsável atualmente pelo pagamento das despesas domésticas, 46% das mulheres referiu partilhá-las com os respetivos parceiros e 29% firmou ser responsável pelo pagamento integral. As mulheres mais jovens com idades entre os 25 e 39 anos são as que mais dividem as contas de forma equitativa com os parceiros (46%).

Do mesmo modo, o total de portuguesas inquiridas que não vive em união de facto afirma que, se vivessem, gostariam de partilhar as despesas com o seu companheiro de forma equitativa (93%) e apenas 5% prefere que o seu parceiro assuma a maior parte dos custos, um valor que na média europeia cresce para os 13%.

Poupança e hábitos de consumo

O estudo incluiu a análise do que o dinheiro significa para as mulheres portuguesas e de como o gastam e para 63% das mulheres o dinheiro significa maior liberdade. Sobretudo por não terem de depender financeiramente de ninguém, mas também por proporcionar a concretização de objetivos (32%) e um menor stress perante dívidas e/ou investimentos (27%).

A Pandemia teve impacto nas preferências de consumo, com mais de metade (59%) a afirmar preferir gastar o seu dinheiro em experiências ao invés de produtos, sobretudo as mulheres na faixa etária dos 25 aos 39 anos (68%). Apesar disso, a maior parte do rendimento (83%) é gasto com despesas com habitação, alimentação e combustível. O restante dinheiro é gasto em experiências como jantar fora ou viajar (6%), seguido da aquisição de vestuário (3%).

Olhando para investimentos futuros, mais de uma em três mulheres portuguesas manifestou interesse em ser proprietária de uma casa (39%), valor que sobe para 49% no caso das mulheres entre os 25 e 39 anos. Já a faixa etária dos 60 aos 75 anos manifestou vontade de investir em algo que contribua para o bem-estar da família (37%).

Duas em cada três mulheres (65%) refere ter poupanças e/ou investimentos, embora mais de metade (58%) admita usá-las para pagar despesas correntes, sugerindo que o seu rendimento não é suficientemente alto para sustentar o seu custo de vida. O grupo que mais poupa é o dos 25-39 (63%), seguido das mulheres entre os 60 e os 75 anos (57%) e das que têm entre os 40 e os 59 anos (56%). Cerca de 35% das mulheres confessa não conseguir poupar e 7% não tem qualquer rendimento mensal.

Conhecimentos financeiros insuficientes

Apesar dos progressos verificados ao nível da independência económica, mais de metade das mulheres entrevistadas em Portugal (55%) acha que os seus conhecimentos financeiros são muito básicos ou nulos. Concretamente, 38% afirma ter conhecimentos básicos e 7% nenhum conhecimento, apenas atrás das francesas, italianas ou espanholas.

Os dados mostram também que mais de metade das mulheres entrevistadas têm dificuldade em entender vários conceitos económicos como investimentos (59%), tecnologia e aplicações de banca (34%), impostos (27%) e hipotecas (18%).

Ferramentas tecnológicas

Oito em cada dez portuguesas considera que tecnologia desempenha um papel importante ou essencial na gestão das suas finanças, um valor superior ao de países como a Espanha (68%), Áustria (65%) ou Alemanha (63%).

Quando inquiridas sobre as ferramentas mais úteis para gerir as suas finanças, sete em cada dez mulheres portuguesas afirma utilizar o online banking, sendo as mulheres mais jovens (idades entre os 25 a 59) as que mais utilizam. Entre os principais motivos estão a comodidade (77%), facilidade de acesso (52%), simplicidade e rapidez (35%).

Entre os recursos digitais que as mulheres acham que mais as ajudariam a gerir as suas finanças são apontadas as aplicações dos bancos (38%), além das Apps de gestão de poupanças ou controlo dos gastos (37%).

Este estudo revela como as mulheres em toda a Europa se sentem na gestão das suas finanças e os desafios que enfrentam ao fazê-lo. Embora existam diferenças entre os países, fica claro que  a maioria das mulheres deseja uma maior liberdade financeira. Mesmo estando numa melhor situação que as mulheres de gerações anteriores, ainda há progressos a serem feitos e barreiras que têm de ser superadas para que isso seja possível. Na Mastercard, trabalhamos permanentemente em formas de melhorar os nossos serviços para ajudarmos a superar os principais desafios, através dos nossos programas de promoção da igualdade, inclusão e diversidade, mas também dos recursos, ferramentas e aplicações para uma maior inclusão e uma maior independência financeira

Maria Antónia Saldanha, Country manager da Mastercard em Portugal

Arquivado em:Economia, Notícias

Como ganhar dinheiro com a “febre” do ChatGPT?

17 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Como pode um investidor aproveitar ao máximo os benefícios oferecidos pela Inteligência Artificial (IA)? Que ações irão beneficiar com este boom da rede neural artificial?

A corretora online Freedom Finance Europe, mostra quais as empresas que mais irão beneficiar com esta febre das soluções de IA e qual o potencial deste mercado.

1. Nvidia (NVDA)

A Inteligência Artificial requer uma enorme capacidade de processamento paralelo por parte das unidades de processamento gráfico (GPUs). Neste campo, o líder incontestável em GPUs é a Nvidia (NVDA 1.40%).

É importante sublinhar que o ChatGPT nem sequer corre atualmente no mais recente chip da Nvidia, o H100 ou “Hopper”, que foi lançado no final do ano passado. A versão atual do ChatGPT corre nos chips A100 mais antigos, lançados há dois anos.

Ou seja, se a febre em torno do ChatGPT parece ser impressionante agora, o melhor está para vir. O H100, que começou a ser lançado em outubro, deverá executar as funções de ‘aprendizagem’ da IA nove vezes mais rápido que o A100 e a tarefa de ‘output’ – ação relacionada com a resposta de IA a uma questão ou a outros estímulo – 30 vezes mais rápido. Para além disto, o H100 promete uma eficiência energética 3,5 vezes superior e um CTO (custo total de propriedade) e três vezes menor.

Este ano a Nvidia está também a lançar um processador chamado Grace, especificamente concebido para funcionar em conjunto com o Hopper e com os processadores do network data center (DPU) da Nvidia.  Juntos, estes sistemas completos de inteligência artificial deverão permitir uma ligação em rede e uma circulação de dados dentro do sistema ultrarrápidas, para além do processamento ultrarrápido por parte da GPU.

É verdade que as receitas da Nvidia provenientes dos chips de gaming caíram drasticamente no terceiro trimestre, devido à pandemia dos videojogos e ao mercado da cripto moeda, mas as receitas dos centros de dados cresceram uns impressionantes 31%. Com o lançamento dos chips Hopper H100 e o início das guerras da IA, espera que 2023 seja um ano extremamente positivo para a Nvidia 2023.

2. Taiwan Semiconductor Manufacturing Corporation (TSML) e ASML Holdings (ASML)

A Nvidia depende de duas empresas estrangeiras, a Taiwan Semiconductor Manufacturing Corporation (TSML) e a ASML Holdings (ASML), para produzir GPUs. A ASML tem o monopólio de uma tecnologia chave usada no fabrico de semicondutores avançados designada litografia ultravioleta extrema (EUV).

A Taiwan Semiconductor tem o seu próprio fosso competitivo graças a anos de experiência na maior fundição subcontratada do mundo.

A TSMC superou a Intel há alguns anos no fabrico de chips avançados, e essa vantagem só parece estar a aumentar dada a sua capacidade de escala, e as dificuldades atuais da Intel devido ao fraco mercado de PCs. A partir do quarto trimestre, a TSMC estava a produzir mais de 56% dos semicondutores do mundo.

A direção da TSMC salientou que o seu segmento de computação de alto desempenho para clientes de IA é o grande driver para a recuperação do mercado de semicondutores na segunda metade de 2023.

3. Micron Technology (MU)

Todo este processamento de dados requer enormes quantidades de memória e armazenamento, o que deverá beneficiar o fabricante de memória Micron Technology (MU).

Os resultados da Micron estão atualmente em queda livre, e os seus ganhos deverão ser negativos nos próximos dois trimestres, fruto da quebra histórica nas vendas de PCs e do enfraquecimento do mercado dos smartphones e da eletrónica de consumo.

Com concorrência reduzida, tanto a Micron como a SK Hynix anunciaram reduções drásticas de custos para 2023, o que deverá ajudar a reequilibrar a oferta e a procura no segundo semestre do ano. Além disso, no ano passado, Micron alcançou a liderança tecnológica nesta concorrência restrita.

Nos últimos seis meses, a Micron tornou-se no primeiro fabricante de memórias a lançar chips DRAM 1-beta e o primeiro fabricante de chips de memória flash NAND de 232 camadas. Dada a liderança tecnológica atual, e tendo em conta que todos os players do mercado estão a reduzir a sua produção, a Micron deverá beneficiar, na segunda metade de 2023, da forte procura por servidores IA de memória.

4. Microsoft (MSFT)

A empresa já investiu mil milhões de dólares no OpenAI em 2019, e ao que parece a gigante está alegadamente em conversações para investir mais 10 mil milhões na empresa, ou seja, vê uma grande promessa neste novo e melhorado motor de IA. A Microsoft lançou o serviço OpenAI na sua plataforma Azure, e já fez saber que pretende integrar capacidades do ChatGPT nos seus atuais produtos – do Office ao Bing.

A propósito da reunião do Fórum Económico Mundial, Satya Nadella, CEO da Microsoft, disse que a IA se tornaria “mainstream” em “meses, não anos”. Agora que a IA parece ter atingido o ponto em que se tornam uma aposta ganha para uma vasta gama de aplicações empresariais e de consumo, todos os gigantes tecnológicos irão investir fortemente na IA para se manterem na linha da frente da inovação e concorrência.

Se as guerras da IA começarem, as empresas que produzem os semicondutores que fazem a IA funcionar – deverão registar lucros sólidos, talvez até mais do que a Microsoft ou outras grandes plataformas tecnológicas.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Cinco ideias de team building para manter as equipas motivadas

17 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

As dinâmicas atuais do mundo do trabalho como o trabalho remoto podem criar uma grande distância entre os colaboradores, o que pode ter um impacto negativo na cultura da empresa. As atividades de team building, dentro ou fora do escritório, podem contribuir para um aumento do engagement dos colaboradores com a empresa, e há soluções económicas e fáceis de organizar.

O Urban Sports Club apresenta cinco ideias:

1. Organizar um torneio de padel

O padel é, atualmente, um dos desportos mais praticados em Portugal e é muito frequente colegas de trabalho praticarem-no em conjunto. Apesar de ser uma modalidade que requer alguma técnica e preparação física, pode ser praticada por vários níveis de experiência. Sejam os colaboradores iniciados ou avançados, o importante será juntar as equipas, misturar os pares e dar espaço à diversão e à competição saudável. No final, mesmo havendo vencedores e vencidos, o torneio deve acabar com um convívio numa esplanada.

2. Levar os colaboradores para o parque da cidade mais próximo

Passar a tarde num parque próximo do escritório pode ser uma ideia de team building simples, mas muito eficaz. Os colaboradores poderão relaxar ao sol, conviver, fazer desafios ou praticar, de forma descontraída e informal, algum desporto como futebol ou volley. Poderão, também, levar comida e bebidas para um piquenique.

3. Organizar um escape room

Um escape room é uma atividade onde os jogadores têm cerca de uma hora para resolver enigmas e desafios que desbloqueiam etapas necessárias para escapar de uma sala. Ao obrigar os colaboradores a trabalhar em conjunto, em prol de um objetivo comum, o escape room desenvolve o espírito de equipa, a comunicação, motivação, liderança e capacidade de resolução de problemas.

4. Desafiar outra empresa para um evento desportivo

Porque não desafiar uma empresa “rival” ou setor para um evento desportivo como, por exemplo, um jogo de futebol ou um torneio de padel? É uma ótima forma de fomentar o sentido de pertença e vontade de atingir objetivos em nome da empresa. O importante será fomentar a diversão, a competição saudável, o trabalho em equipa e, claro, o fair play.

5. Oferecer uma ida ao teatro

Uma ida ao teatro em equipa pode ser um excelente team building. Há sempre novas peças a decorrer e o programa pode, inclusive, incluir um jantar de equipa. Assim, promove-se a cultura enquanto se coloca os colaboradores num ambiente muito diferente do habitual. Será importante escolher uma peça que agrade o máximo número de pessoas, sendo uma comédia, geralmente, a forma mais fácil de o fazer.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Rui Cruz é o novo CEO da Opensoft

17 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

A tecnológica portuguesa Opensoft, anunciou a nomeação de Rui Cruz como novo líder da empresa. O profissional será responsável por acelerar o posicionamento da empresa no mercado internacional, bem como o seu crescimento nas diferentes indústrias e no mercado nacional.

Com 20 anos de percurso na Opensoft, Rui Cruz iniciou funções na empresa como engenheiro de software e em 2018 assumiu a direção de projetos. Passa agora a diretor-geral com a passagem de José Vilarinho, fundador e anterior administrador da empresa, à qualidade de administrador não-executivo.

Rui Cruz é licenciado em Engenharia de Telecomunicações e Informática pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, com uma pós-graduação em Gestão e Avaliação de Projetos pela Universidade Católica Portuguesa, e um MBA pela Nova School of Business & Economics.

É um motivo de grande orgulho ver o reconhecimento do meu trabalho desde que me juntei à equipa Opensoft como um engenheiro de software saído da universidade, até ao momento em que fui escolhido para liderar a nossa equipa. É a prova evidente de que na Opensoft as oportunidades de carreira acontecem verdadeiramente. O contributo do nosso fundador e ex-diretor-geral, José Vilarinho, para o crescimento da empresa foi fundamental e é nosso compromisso preservar a imagem sólida que a Opensoft tem no mercado, bem como manter a sua atratividade para o talento tecnológico

Rui Cruz, diretor-geral da Opensoft

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Inteligência Artificial acelera campanha de recrutamento

17 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

A empresa de software portuguesa PHC pretende contratar 32 pessoas durante o ano 2023, através de uma campanha de recrutamento que recorre a ferramentas de AI, entre a análise de linguagem do público selecionado através de reviews e publicações online, desenho do outline de scripts de vídeo em função do briefing do cliente e criação de imagens para storyboards.

Sob o mote “O futuro da PHC começa contigo”, para mostrar a experiência de trabalho a campanha conta com a remoção de objetos em vídeos, emulação de som de estúdio, identificação de keywords de campanha, desenho de layout de páginas, e até um imaginar do futuro do trabalho, com imagens criadas por inteligência artificial, baseadas no vídeo de recrutamento.

O projeto foi desenvolvido pela consultora de comunicação Aurora — Estratégia e Reputação, que usou várias ferramentas de inteligência artificial no processo de pesquisa, conceção e produção da campanha.

Queremos trabalhar com o melhor talento para ajudar milhares de empresas que usam software PHC em todo o mundo. Esta campanha é um sinal claro de que estamos a olhar para o futuro. Pensámos o processo de recrutamento como uma verdadeira campanha de marketing e comunicação, onde queremos mostrar a experiência de trabalho incrível que temos e acreditamos ser a melhor de Portugal

Rute Ablum, Chief Management Officer da PHC Software

 

A utilização de ferramentas com inteligência artificial permitiu fazer numa semana com três pessoas o que normalmente levaria mais de um mês. Conseguimos encontrar padrões, explorar ideias e analisar a informação de outra forma. Quando falamos da utilização de AI em estratégias de comunicação, vemos este tipo de ferramentas como estruturantes de uma nova forma de trabalhar — mais rápida e criativa — e não como nossas substitutas

Nuno da Silva Jorge, Managing Partner da Aurora – Estratégia e Comunicação

 

Saiba mais aqui.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

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