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Denise Calado

Comportamentos tóxicos no trabalho? Saiba como ajudar

6 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Conhece o termo “Bad apple”? Por norma são os colegas de trabalho que demonstram maus comportamentos perante as lideranças, outros colegas ou até mesmo contra a organização. Mas será que existem “bad apples” ou “bad leaders”?

Na MIT Sloan Management Review um grupo de investigadores na área da liderança avançam como enfrentar o problema dos comportamentos tóxicos no trabalho, e o que está ao alcance dos líderes para os mitigar.

Ir à raiz do problema

Uma supervisão abusiva – uma das muitas formas de liderança destrutiva presente no local de trabalho – é tão influente como a personalidade do colaborador.

Enquanto conjunto de comportamentos, a supervisão abusiva passa por lideranças relembrarem constantemente os seus colaboradores de erros passados, humilhá-los à frente de outros, e mentir-lhes.

Além disso, assim como os comportamentos problemáticos aumentam à medida que as lideranças se tornam mais destrutivas, os comportamentos benéficos começam a diminuir.

Isto é, os funcionários que são, por definição, “bons”, podem tornar-se quiet quitters quando consideram estar a trabalhar com supervisores abusivos.

Além disso, embora alguma parte dos colaboradores possa estar geneticamente propenso a maus comportamentos no local de trabalho, os investigadores consideram que encontrar muitas pessoas com esses traços seria uma raridade.

Quanto maior o número de funcionários com um mau comportamento, mais provável é que os seus líderes sejam a raiz do problema, especialmente devido a comportamentos abusivos.

Relacionar os alvos às motivações 

As lideranças podem entender que não têm culpa se o mau comportamento dos colaboradores não for direcionado a eles, mas a verdade é que não é esse o caso.

Colaboradores podem ter comportamentos problemáticos contra lideranças, a organização, ou colegas de trabalho (ou uma combinação dos três).

Os alvos do seu comportamento são por norma fáceis de identificar: ser insubordinado, negligente e recusar-se a seguir instruções sugeres que os líderes são o alvo; roubar material de escritório e sabotar equipamento da empresa implica que a organização é o alvo; insultar ou humilhar colegas de trabalho sugere que os colegas são o foco.

Ainda assim, é possível que os colaboradores olhem para os seus líderes enquanto representantes da organização e, dessa forma, tenham por alvo as organizações por tolerarem, permitirem ou promover um líder abusivo.

É também possível que alguns colaboradores estejam demasiado nervosos para equacionar ter um comportamento desviante para com o líder ou organização, por medo de experienciar mais abusos ou ser despedidos.

O ponto é que independentemente do alvo, é possível que ainda assim os líderes sejam a causa principal. Não significa que sejam sempre o principal fator, mas têm um papel mais importante do que podem esperar.

Lidar com a situação 

Lideranças que querem entender melhor que influência e impacto estão a ter nos comportamentos dos seus colaboradores podem dar dois passos iniciais.

Primeiro, devem parar de generalizar o mau comportamento como sendo um indicador de uma maçã podre.

Em segundo, devem parar e ponderar antes de responder a atos desviantes. Nessa pausa, devem tentar identificar exatamente o que gerou o comportamento do colaborador. Qual foi o ponto de rutura? Houve uma discussão? O colaborador sentiu-se inferiorizado ou humilhado pelo líder?

É imperativo que as lideranças considerem se os seus subordinados poderiam ter interpretado as suas palavras ou ações como abusivas. Em vez de se assegurarem que nenhum colaborador se sentiria magoado pelo que disseram ou fizeram, o líder deve perguntar o que motivou o comportamento inadequado.

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Quatro princípios-chave para orientar as lideranças em 2023

6 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Cerca de 9 em cada 10 pessoas quer encontrar formas mais simples de automatizar as tarefas diárias de trabalho, para se concentrar no que é realmente importante. Num novo cenário global, os colaboradores estão recetivos a software, e a ferramentas de Inteligência Artificial, que os ajude a criar as suas próprias soluções de trabalho.

O relatório “WorkLab: Four Ways Leaders Can Empower People for How Work Gets Done”, traça o futuro de uma nova forma de trabalhar e faz o balanço do que os colaboradores sentem sobre as ferramentas de produtividade. O documento elaborado pela Microsoft teve como base o inquérito a 2.700 colaboradores e 1.800 decisores empresariais nos Estados Unidos, Reino Unido e Japão.

Os resultados apontam para quatro princípios-chave que podem orientar os líderes empresariais em 2023.

Criar uma voz ativa sobre as iniciativas de transformação digital

Cerca de 87% dos colaboradores acreditam que a transformação digital é, atualmente, mais importante do que nunca, mas apenas metade (54%) afirmam ter participação nas decisões nesse processo.

A tecnologia desatualizada e diferentes softwares utilizados por vários departamentos nas organizações criam silos que desafiam as pessoas a partilhar informação relacionada com os objetivos de transformação digital (72%) e as ferramentas existentes geram mais tarefas administrativas e trabalho repetitivo (74%).

Enquanto 84% dos decisores empresariais afirmam que os projetos de transformação digital continuam a ser uma prioridade, 61% dos colaboradores afirmam que não são parte integrante desse processo e 70% afirmam que as políticas organizacionais limitam a sua capacidade de explorar ou implementar proactivamente soluções digitais.

O resultado é uma desconexão: as pessoas querem que estas novas iniciativas de transformação digital passem a ser lideradas por toda a organização.

O que podem os líderes fazer 

  • Envolver as pessoas nos investimentos empresariais digitais: criar um ciclo contínuo de feedback para inspirar a excelência.
  • Acelerar a adoção de ferramentas de low-code para impulsionar a inovação e ajudar os colaboradores a adquirir novas competências.

Permanecer conectado e partilhar informação durante o fluxo de trabalho

O trabalho flexível veio para ficar. Dois terços (66%) dos colaboradores inquiridos têm a opção de trabalhar na empresa ou à distância, com praticamente todos (91%) a trabalhar à distância pelo menos um ou dois dias por semana. Tendo em conta este cenário, 85% dos colaboradores citam as ferramentas de colaboração como uma das partes mais necessárias na transformação digital da sua empresa.

No entanto, 59% dos colaboradores sentem que as ferramentas que utilizam para colaborar não se alinham com a forma como as suas equipas preferem trabalhar. De acordo com 64%, as ferramentas não se integram nos processos quotidianos, o que dificulta a colaboração entre equipas, e quase três em cada quatro (72%), gostariam que as ferramentas que utilizam para colaborar fossem compatíveis entre si.

Cerca de 9 em cada 10 inquiridos (86%) referiu a criação de uma plataforma ou portal único e centralizado onde as equipas pudessem colaborar de múltiplas formas como solução.

O que podem os líderes fazer 

  • Considerar uma auditoria das atuais ferramentas de colaboração da sua organização para identificar lacunas e áreas a melhorar.
  • Juntamente com os colaboradores, desenvolver KPIs para a ferramenta de colaboração ideal – uma lista de prioridades que reflita tanto as necessidades dos colaboradores como as da empresa.
  • Centralizar e organizar recursos para que as pessoas utilizem dados consistentes e atuais para uma melhor eficiência e integração.
  • Incorporar recursos de colaboração durante o fluxo de trabalho para que as pessoas trabalhem em conjunto de forma eficiente e acedam a informação contextual de outros sistemas.

Acelerar a inovação, disponibilizando ferramentas de low-code

Com projetos de TI em atraso ou subfinanciados, as ferramentas no-code e low-code ganharam maior destaque, permitindo às pessoas automatizar processos ou mesmo criar as suas próprias aplicações com poucos ou nenhuns conhecimentos de código. Mais de 3 em cada 4 inquiridos (77%) gostariam de ter mais acesso a ferramentas ou plataformas no-code e low-code para construir soluções digitais que os ajudem a alcançar os seus objetivos e 84% acreditam que a capacidade de criar aplicações personalizadas nas suas ferramentas de colaboração os ajudaria a colaborar eficazmente.

De facto, quase 9 em cada 10 pessoas com acesso a ferramentas de low-code afirmaram que estas ferramentas ajudam a organização a automatizar tarefas repetitivas ou de menor importância, reduzir custos, melhorar as capacidades analíticas, gerir melhor os dados e fomentar a inovação.

O que podem os líderes fazer 

  • Desenvolver uma agenda de aprendizagem para a liderança em ferramentas low-code/no-code para encorajar uma adoção mais ampla destas ferramentas.
  • Criar um centro de excelência para proporcionar formação e capacitação em ferramentas de code/no-code.

Ajudar as pessoas a sentirem-se mais realizadas e envolvidas

À medida que as pessoas procuram melhores formas de serem mais colaborativas em todos os aspetos do seu trabalho, não surpreende que queiram acabar com as tarefas repetitivas. Quase 9 em cada 10 dos inquiridos (85%) querem mais recursos de automatização integrados com ferramentas de colaboração, o que, na sua opinião, os ajudaria a despender mais tempo no trabalho que realmente importa.

No entanto, apesar destes tipos de benefícios não serem aproveitados por quase um terço (30%) dos colaboradores, para aqueles que têm acesso à automatização e às ferramentas alimentadas por IA, a grande maioria (89%) sente-se mais realizada porque pode dedicar tempo ao trabalho que realmente importa. Também concordam que ter a capacidade de automatizar tarefas os ajuda a trabalhar mais facilmente com outras equipas (88%) e confiam nas funcionalidades de inteligência artificial para melhorar a resolução de problemas (54%).

O que podem os líderes fazer

  • Avaliar as capacidades digitais da sua empresa para determinar onde a IA e a automatização podem melhorar os processos empresariais.
  • Tomar medidas para consolidar dados anteriormente armazenados em silos, capacitando as equipas a aceder facilmente e partilhar informação, ganhar conhecimentos e impulsionar a ação empresarial.

Arquivado em:Liderança, Notícias

Filipa Nascimento é a nova Diretora de Comunicação e Marca dos CTT

6 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Filipa Nascimento assume o cargo de Diretora de Comunicação e Marca dos CTT, onde  vai liderar as equipas de Assessoria de Imprensa, Eventos e Relações Públicas, Marca, Publicidade e Patrocínios, Comunicação Interna e Conteúdos e Comunicação Integrada de Produto.

Com uma carreira na área do marketing e produto, foi nos últimos anos Diretora de Comunicação e Marketing no Altice Arena e Diretora de Comunicação e Marketing da TMN, atual Meo. Passou também pela Renova e pela agência de publicidade Publicis.

Filipa Nascimento é licenciada em Comunicação Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e iniciou a sua carreira profissional em 1994, como Assistant Product Manager da Renova.

É com grande orgulho e sentido de responsabilidade que assumo este novo desafio profissional, passando a fazer parte de uma empresa histórica, que consolida diariamente o seu caminho na base da proximidade e excelência, para estabelecer relações de confiança e inovação. É, para mim, uma enorme satisfação poder contribuir para a transformação dos CTT nesta transição digital e poder fazer parte da história desta marca tão conhecida e acarinhada por todos

Filipa Nascimento, Diretora de Comunicação e Marca dos CTT

Poder contar com a experiência e kow-how da Filipa Nascimento será, sem dúvida, uma mais-valia para os CTT. A nova Diretora de Comunicação e Marca vem dar um forte contributo para reforçar a estratégia dos CTT, assumindo-se como um pilar que marca mais uma nova etapa e um novo virar de página daquilo que é a história e novos valores do Grupo CTT

João Bento, CEO dos CTT

Arquivado em:Notícias, Pessoas

iServices reforça compromisso no Dia dos Namorados

3 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

“Só não reparamos corações partidos” é o mote da nova campanha da iServices, que pretende consciencializar para a importância do amor em todos os sentidos.

“Há 12 anos a reparar com amor”, “A nossa paixão são baterias sempre a 100%”, “Os nossos acessórios fazem match consigo” e “Só não reparamos corações partidos” são as mensagens que vão estar presentes em todas as lojas iServices no mês em que se celebra o Dia dos Namorados.

Com o lançamento desta campanha, a iServices reforça o seu compromisso na dedicação e empenho nos processos de reparação e recondicionamento de equipamentos eletrónicos sob o lema: “Reparar é Cuidar. E na iServices….Reparamos com Amor”

 

Reparar é, por si só, um ato de amor. Não só da parte da iServices, mas também da parte do consumidor. As problemáticas ambientais estão na ordem do dia e o consumismo desenfreado de equipamentos eletrónicos tem impactos profundos no meio ambiente. Quando optamos por reparar um equipamento avariado, em vez de o deitar no lixo, estamos a prolongar o seu ciclo de vida em mais 4 ou 5 anos e, deste modo, estamos a contribuir positivamente para minimizar a nossa pegada ecológica e a demonstrar, de forma eficiente, o nosso amor ao planeta.

 Vânia Guerreiro, diretora de Marketing e Comunicação da iServices

 

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Patrícia Mestre (Microsoft): O Metaverso surge associado à ideia de um universo paralelo ou alternativo

3 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

Na Microsoft, a tecnologia é uma ferramenta que permite reforçar as conexões sociais do mundo real, independentemente da distância.

Patrícia Mestre, Chief Marketing Officer da Microsoft Portugal desde julho de 2022, põe-nos a pensar: por que não associar o Metaverso à ideia de um universo contíguo e adicional?

Será o Metaverso a nova dimensão das marcas? Patrícia Mestre responde:

«O conceito de Metaverso surge, muitas vezes, associado à ideia de um universo paralelo ou alternativo. Mas porque não pensá-lo como contíguo ou adicional? Na Microsoft, vemos a tecnologia como uma ferramenta que nos permite reforçar as conexões sociais do mundo real, independentemente da distância.

Reconhecemos a fluidez do Metaverso e o potencial das suas utilizações enquanto acelerador de inovação.

O Metaverso – ou as suas aplicações – deve ser pensado para tornar o dia-a-dia, trabalho e negócios, mais eficientes e bem-sucedidos.

Acompanhamos com entusiasmo casos práticos em implementação, com muitos dos nossos clientes já a destacar-se nesta área – seja na assistência remota para reparação de equipamentos em unidades fabris ou através do uso de HoloLens em conexões remotas entre médicos e especialistas ou mesmo até nos jogos 3D e concertos virtuais.

As oportunidades são incontáveis e, como em qualquer tecnologia disruptiva, ninguém sabe ao certo até onde nos poderá levar. Mas como em tanto na vida, a magia está muitas vezes na viagem, e não só no destino final».

 

Por TitiAna Amorim Barroso

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder

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Arquivado em:Artigos, Leading Brands

ChatGPT: um futuro assustador?

3 Fevereiro, 2023 by Denise Calado

O ChatGPT, ferramenta de Inteligência Artificial, tem vindo a revolucionar o mundo tecnológico a nível global pela capacidade de gerar respostas semelhantes a humanos.

De acordo com dados da Finbold, a palavra “ChatGPT” registou uma pontuação de popularidade nas pesquisas do Google de 92 a 13 de janeiro, atingindo o pico de 100 na mesma semana.

A China é o país que mais procura pela ferramenta desenvolvida pela OpenAI, seguido pelo Nepal, e a Noruega.

Os drivers da demanda global do ChatGPT 

A demanda crescente pelo ChatGPT pode estar ligada à sua funcionalidade, que fornece respostas avançadas e criativas que têm ofuscado os chatbots de Inteligência Artificial anteriores.

A plataforma destaca-se por vários fatores, como a capacidade de entender e dar feedback sobre diversos temas, e fazer diferentes tarefas, como escrever código, produzir conteúdo, entre outras.

A ferramenta também pode ser aproveitada nos mercados financeiros para tarefas como oferecer insights de negociação. Nessa linha, o ChatGPT também pode ser utilizado para oferecer projeções de preços de diversos ativos financeiros como ações e criptomoedas como o Bitcoin (BTC) para o final de 2023.

Além disso, promete uma alta adaptabilidade para ir de encontro a diferentes setores, oferecendo funcionalidades versáteis para serem aproveitadas pelas empresas. Essa abordagem é apoiada pelos desenvolvedores comprometidos em lançar atualizações regulares com foco na precisão de respostas, enquanto a natureza de código aberto permite a integração em diferentes plataformas.

A demanda pelo ChatGPT aponta para vários fatores, como a preferência das massas por perguntas e respostas em oposição à consulta comum dos mecanismos de busca.

Curiosamente, o sucesso inicial do ChatGPT despertou o setor de tecnologia num período em que a maioria das empresas anunciava medidas de reestruturação, como a implementação de demissões em massa. A ferramenta destaca a natureza inovadora do setor de tecnologia com apoio contínuo de entidades estabelecidas como a Microsoft.

Além disso, o crescimento do ChatGPT fez com que os developers da ferramenta de Inteligência Artificial considerassem a monetização da mesma. A equipa OpenAI liderou um plano de monetização para melhorar e manter o serviço; agora, a plataforma já possui uma lista de espera para utilizadores que pretendem aproveitar o recurso profissional.

Com a conversa sobre a monetização da ferramenta, ainda não foi determinado se a versão atual permanecerá gratuita enquanto passa por fases experimentais.

A popularidade do ChatGPT na China

De acordo com os dados da Finbold, a China está a liderar a demanda do ChatGPT. Ainda assim, a Tencent, maior empresa de internet no país, optou por remover os programas relacionados com o ChatGPT da plataforma WeChat. Hoje, o ChatGPT ainda não está oficialmente disponível no país.

Portanto, a alta demanda no país pode ser atribuída a vários fatores, como os utilizadores que optam por aproveitar as Redes Privadas Virtuais (VPNs). Ao mesmo tempo, é provável que acedam a sites espelho para aceder à ferramenta. Em geral, há uma probabilidade de que os gigantes tecnológicos chineses locais apresentem produtos semelhantes.

As barreiras futuras do ChatGPT

Apesar do sucesso inicial do ChatGPT, a tecnologia ainda precisa de superar vários obstáculos no seu caminho de crescimento e adoção. Por exemplo, o ChatGPT precisa de mais informações sobre os eventos atuais, já que o seu conhecimento é limitado até 2021.

Embora o ChatGPT esteja a ganhar no mercado de chatbots de IA, a ferramenta provavelmente enfrentará concorrência no futuro. Nesse caso, pode surgir uma possível concorrência de entidades como a Google, o principal motor de busca, que pode desenvolver uma alternativa.

Além disso, os críticos da ferramenta levantaram a questão ética sobre sua capacidade de lidar com tarefas específicas. O mundo académico encara a plataforma como problemática devido à possibilidade de os alunos a usarem para escrever teses e trabalhos.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

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