• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Utilização de agentes de IA no atendimento ao cliente dispara e já chega a dois terços das empresas

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      Há espaço para o amor numa sociedade de alto rendimento? João Pedro Tavares e António Pinto Leite respondem.

      «Caos digitalizado continua a ser caos», alerta André Pombinho

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Utilização de agentes de IA no atendimento ao cliente dispara e já chega a dois terços das empresas

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      Há espaço para o amor numa sociedade de alto rendimento? João Pedro Tavares e António Pinto Leite respondem.

      «Caos digitalizado continua a ser caos», alerta André Pombinho

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Denise Calado

O que é a inflação e por que está a acontecer?

4 Janeiro, 2023 by Denise Calado

Kristalina Georgieva, diretora do FMI avançou esta semana que 2023 será um ano ainda mais difícil que o anterior, prevendo que um terço da economia mundial entre em recessão, já que as três grandes potências – Estados Unidos, União Europeia e China – estão a desacelerar simultaneamente.

Não há nada melhor que entender o fenómeno para saber como o enfrentar, e assim o The Economist sintetiza o que é a inflação, e quais as suas causas.

O que é a inflação? 

A inflação define-se pelo aumento dos preços generalizado. Quando os preços sobem inesperadamente, o dinheiro não chega para comprar os bens e serviços do dia-a-dia, o que por sua vez desencadeia uma demanda por aumentos salariais, o que acaba por gerar mais inflação.

Quando a subida de preços é repentina, o funcionamento da economia pode entrar em colapso. Por exemplo, em períodos de “hiperinflação”, as pessoas tendem a gastar dinheiro quando recebem o ordenado, porque a cada dia que passa os preços sobem.

Por essa razão, os bancos centrais geralmente estabelecem uma meta de inflação e usam as taxas de juros para garantir que os preços sobem a um ritmo predeterminado. Haver um pouco de inflação é, por norma, inofensivo, se for planeado. O Federal Reserve dos EUA visa um aumento de 2% nos preços a cada ano.

Mas desde a primavera de 2021, os preços têm vindo a subir muito mais rápido. A inflação alta levou a que muitos bancos começassem a aumentar a taxa de juros, o que ameaça desacelerar o crescimento global, e pode até induzir uma recessão em alguns países em 2023.

O que causa a inflação? 

Essencialmente, a inflação é impulsionada por muita procura em relação à oferta. Mais precisamente, como o ex-presidente do Fed, Ben Bernanke, menciona “A inflação ocorre quando a quantidade agregada de bens procurados em qualquer nível de preço específico está a aumentar mais rapidamente do que a qualidade agregada dos bens fornecidos a esse preço”.

Mas o que faz com que a procura se sobreponha à oferta? Há três pilares da macroeconomia a considerar, de acordo o livro de David Moss “A Concise Guide to Macroeconomics: What Managers, executives, and students need to know”

Disrupções nas cadeias de abastecimento 

A inflação geralmente ocorre devido a choques nas cadeias de abastecimento – grandes interrupções numa área importante para a economia – como a energia. Por exemplo, se muitos campos de petróleo param de produzir por causa de uma guerra, o preço da energia aumenta.

Como a energia é um aspeto crucial para quase todos os outros bens, os preços de outros produtos vão aumentar também. A isto chama-se “inflação de custos”.

Oferta de moeda 

Um aumento na oferta monetária tenderá a causar inflação, como Moss explica: “Com mais dinheiro no bolso e nas contas bancárias, os consumidores geralmente tendem a encontrar motivos para comprar mais coisas. Mas, a não ser que a oferta de bens e serviços tenha aumentado, entretanto, a crescente demanda por produtos simplesmente fará com que os preços aumentem, estimulando assim a inflação”.

Expectativas e espirais 

Em muitos modelos de inflação, a causa não é um aumento na oferta monetária, mas sim um aumento inesperado na oferta monetária. Se todos sabem que a procura vai aumentar (porque há mais dinheiro a circular), então a oferta aumentará para corresponder. É o aumento inesperado da procura (ou diminuição da oferta) que desencadeia a inflação.

Na mesma lógica, a quantidade de inflação que as pessoas esperam afeta a quantidade de inflação que efetivamente se tem. À medida que os preços dos bens aumentam, os trabalhadores não conseguem comprar tanto com os seus salários.

Portanto, se as pessoas esperam uma inflação mais elevada, vão tentar negociar salários mais altos para manter o seu padrão de vida. Mas se as empresas esperam essa inflação salarial, aumentarão os preços ainda mais, o que pode causar o que se chama de “espiral de salário-preço”, que acarreta uma inflação ainda maior. Felizmente, estas espirais são raras.

Como as expectativas são tão importantes, os bancos centrais trabalham arduamente para manter a sua credibilidade em termos de inflação e para manter as expectativas de inflação “ancoradas”. Isso significa que querem convencer todos de que serão capazes de atingir o seu objetivo de inflação, para que as pessoas não se preocupem com os dados de inflação mês a mês e assumam simplesmente que a inflação aumentará pelo que o banco central diz que aumentará.

O que está a causar a inflação agora, e porque ocorreu em 2021 e 2022?

As altas taxas de inflação dos últimos 18 meses provavelmente têm raízes tanto em fatores da oferta como da procura.

No lado da oferta, houve atrasos nos envios e escassez de trabalhadores causados pelo Covid-19, combinados com os aumentos nos preços da energia e da comida causados pela invasão da Ucrânia. O custo da energia e dos envios aumentou inesperadamente o preço de muitos bens, e esses aumentos depois espalharam-se pela economia.

No que toca à procura, muitos países canalizaram grandes somas de dinheiro para as famílias e as empresas durante a pandemia, para garantir que pudessem gerir o confinamento e os despedimentos.

Isso aumentou a oferta monetária e pode ter contribuído para a inflação. A procura por bens físicos aumentou dramaticamente durante a pandemia, porque os consumidores tinham dinheiro e não podiam gastá-lo em restaurantes ou outros serviços.

Ninguém sabe ao certo exatamente quanto contribuíram esses diferentes fatores. O estudo “How much did supply constraints boost U.S. Inflation?” de economistas do Federal Reserve de Nova Iorque estimou que 40% do aumento dos preços em 2021 foi devido a fatores do lado da oferta e 60% do lado da procura.

Arquivado em:Economia, Notícias

Intromissão Cibernética – um novo recurso de poder

4 Janeiro, 2023 by Denise Calado

A acelerada transformação de processos através de tecnologias e dispositivos eletrónicos ao longo das últimas décadas propiciou a descentralização de estruturas de produção, distribuição e consumo a nível global e contribuiu para a otimização de redes de distribuição (fornecimentos just in time) e forte concorrência de preços. O desenvolvimento de redes de fornecimento dispersas geograficamente induziu intensa interdependência entre Estados e mitigou os desígnios de soberania e segurança nacional predominantes durante a Guerra Fria.

A invasão da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022 expôs os riscos de dependências assimétricas no comércio global e dilacerou o padrão multilateral de interdependência que caracterizou o sistema político internacional no advento do novo milénio. O bloqueio pela Rússia de exportações de cereais, fertilizantes, pesticidas agrícolas e gás agravou tendências inflacionistas nos países desenvolvidos e impediu temporariamente o acesso de nações mais pobres a bens essenciais. Neste contexto, a segurança no aprovisionamento de produtos vitais para a economia e a sociedade rapidamente assumiu um lugar central na geoestratégia das potências globais. É o caso das matérias-primas críticas e terras raras utilizadas no fabrico de tecnologias e dispositivos eletrónicos e digitais, nomeadamente os smartphones e computadores que usamos no dia-a-dia, os veículos e plataformas que transportam bens, serviços, pessoas, e informação, e os dispositivos que produzem energias limpas, imprescindíveis para a reversão do aquecimento global.

Ao longo da última década a China já tinha apostado – e conseguiu dominar a nível mundial – a extração e refinação de matérias-primas críticas, como, por exemplo, o lítio e o cobalto, essenciais para o fabrico de baterias, geradores eólicos e tecnologias digitais. A Europa, pelo contrário, não antecipou os riscos de vulnerabilidade no acesso aos referidos materiais e continua a importá-los da China e de outros países autocráticos; de acordo com a Agência Reuters (Out. 11, 2021), cerca de 98% dos ímanes em neodímio-ferro-boro utilizados na produção de veículos elétricos e aparelhos eletrónicos na Europa são também importados da China. O risco para a economia e sociedade deste nível de dependência assimétrica notabilizou-se aquando da imposição temporária de restrições a exportações de terras raras pela China em 2010, que gerou quebras no acesso e aumentos de preços insustentáveis a nível mundial.

Note-se que as tecnologias digitais possibilitaram o desmantelamento de barreiras geográficas não apenas no âmbito das interações económicas, mas também em novas modalidades de conflito não militar, nomeadamente ciberataques e disseminação de (des)informação entre fronteiras.

Um ataque cibernético pode comprometer infraestruturas críticas para um Estado e a sua população e interromper o fornecimento de bens essenciais (energia, telecomunicações, água, transportes aéreos e terrestres, sistemas financeiros, serviços de saúde), assim como serviços de inteligência e operações militares.

A disseminação de notícias falsas, por sua vez, pode comprometer regimes políticos e resultados eleitorais, ameaçando estruturas democráticas de governação. A capacidade de intromissão cibernética nas estruturas institucionais e políticas dos Estados não está correlacionada com o nível de recursos económicos, humanos, ideológicos ou militares do agressor, nem é limitada por obstáculos geográficos. Constitui um novo recurso de poder, assente nas tecnologias digitais e dificilmente quantificável.

As tecnologias digitais assumem por isso um lugar cada vez mais central na competição entre as grandes potências mundiais. Neste sentido, o Congresso americano aprovou recentemente atos legislativos que assumem pendor intervencionista industrial, visando assegurar autonomia na produção doméstica de componentes críticos para o fabrico de dispositivos eletrónicos, assim como estimular o desenvolvimento de recursos humanos e científicos em tecnologias digitais avançadas. Estas iniciativas foram antecedidas por um conjunto vasto de instrumentos legislativos semelhantes na União Europeia e reforçadas pela implementação nos EUA de restrições à exportação de tecnologias avançadas para a China.

Na senda de autonomia e segurança estratégicas, os decisores políticos da Europa e dos EUA deverão também implementar estratégias de investimento direto – e alianças – na extração de matérias primas críticas e terras raras nos países onde estão concentradas, complementadas com políticas industriais, regulatórias e fiscais, estimulando modelos de negócio que promovam reciclagem, substituição de produtos (suportada por investigação e desenvolvimento na área das ciências dos materiais) e diversificação de cadeias de fornecimento.

O ano de 2022 termina assim com o imperativo de repensar os padrões de comércio global assentes na digitalização e a emergência de estratégias de segurança centradas na garantia de acesso a materiais críticos para a sustentabilidade digital e ambiental. Termina também com o ressurgimento de tendências protecionistas que revertem a trajetória do sistema político internacional de acordo com novas agendas de segurança tecnológica e que espelham a clivagem política, ideológica e militar entre a Europa, os EUA e seus aliados, por um lado, e a China, a Rússia, e suas esferas de influência, por outro.

 

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder

Subscreva a Líder AQUI.

Arquivado em:Artigos

As novas dimensões de conexão com as marcas

4 Janeiro, 2023 by Denise Calado

A palavra Metaverso surgiu em 1992, na obra Snow Crash, um romance de ficção científica que se desenrolava num mundo virtual assim intitulado. À data de hoje, Metaverso, NFTs e Web 3.0 são algumas das buzzwords da atualidade para todas as Marcas e para os seus respetivos profissionais de marketing e comunicação.

Nos últimos anos, em virtude da evolução e aperfeiçoamento de uma série de tecnologias inovadoras, a exploração dos universos virtuais tem sido generalizada e potencializada pelas marcas de grande consumo.  A Coca-Cola entrou no universo dos NFTs em julho de 2021 e essa foi a forma escolhida pela empresa, para celebrar o seu primeiro ano de existência no Metaverso. Três meses mais tarde foi a vez da Dolce & Gabbana, que criou uma coleção de edição limitada de NFTs.

Ainda em 2021, as autoridades de Seul anunciaram que a capital da Coreia do Sul seria a primeira grande cidade a entrar no Metaverso. A Metaverse Seoul recria um ecossistema virtual para a comunicação com todas as áreas da sua administração municipal, tais como, os serviços culturais, turísticos, educacionais e cívicos. A administração da cidade investiu cerca de 2,8 bilhões de euros neste projeto, integrado no plano Seoul Vision 2030. Um dos objetivos apontados pelo autarca de Seul é o de criar “uma futura cidade emocional”, afirmou Oh Se-hoon. Com esta iniciativa, os cidadãos de Seul poderão, em breve colocar os seus auriculares de realidade virtual e agendar reuniões com as autoridades da cidade, bem como, realizar consultas e processos virtuais. Os avatares dos funcionários públicos do município de Seul, estarão igualmente presentes para orientar os visitantes da cidade nas suas consultas e serviços disponíveis.

Para contextualizar os mais distraídos, o Metaverso é um espaço virtual possível de aceder por meio de tecnologias, tais como a Realidade Virtual (VR), a Realidade Aumentada (AR) ou a Realidade Estendida (XR). O acesso é realizado através de Avatares: identidades digitais, cujos corpos são a representação virtual de pessoas reais, elaborados em pixels. Porém, não podemos ignorar o facto de que o acesso ao Metaverso é sempre realizado por pessoas reais, que possuem emoções e sentimentos.

As marcas e entidades que, tradicionalmente, já tiravam partido da Web 2.0 devem agora capitalizar as ferramentas da Web 3.0 como forma de reiterar a construção da marca, aumentando assim a lealdade e a fidelização dos seus públicos-alvo, nomeadamente, junto das camadas mais jovens.

Se um dos enormes desafios das marcas é a construção do brand loyalty e a fidelização da Geração Z, o ciberespaço pode ser uma ótima ferramenta de trabalho! Neste contexto, os exemplos da Coca-Cola, Dolce & Gabbana ou Seul são apenas referências das inúmeras formas como as Marcas estão a saber adaptar-se e a estabelecer novas relações sociais e económicas com os consumidores através do ciberespaço. No caso da iServices estamos atentos e por isso, já temos assegurada a nossa presença na Twitch através da representação virtual das Lojas iServices.

Tal como no mundo real, apenas as abordagens que se revelem criativas e verdadeiramente interativas irão permitir criar relações profícuas entre as Marcas e os seus públicos-alvo. A entrada no metaverso pressupõe não apenas o know-how dos recursos humanos, mas também a capacidade criativa de efetivamente oferecer um valor acrescentado aos seus produtos e ou serviços. De outra forma, estas plataformas poderão constituir um ruído desnecessário junto dos consumidores. Planeamento, reflexão e estratégia são a chave.

 

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder

 

Subscreva a Líder AQUI.

Arquivado em:Artigos, Leading Brands

O que esperar do setor do retalho em 2023

4 Janeiro, 2023 by Denise Calado

O phygital assume-se como um dos protagonistas para 2023 e a capacidade de adaptação digital e a disponibilidade de vários métodos de pagamento irá impactar o futuro do mercado.

O que podemos esperar do setor do retalho nos próximos 12 meses? De acordo com o Retail Report 2022, elaborado pela plataforma de tecnologia financeira Adyen, apresentam-se três tendências chave:

Comércio unificado 

Destaque para o comércio unificado que já é uma realidade para muitos negócios – em Portugal, 7 em cada 10 retalhistas já oferecem uma experiência online e física unificada. Através das tecnologias que permitem implementar o comércio unificado, é possível conhecer o cliente por trás de cada pagamento ao ligar as transações aos indivíduos, obtendo assim uma compreensão do seu comportamento. De igual forma, é possível acompanhar os canais e regiões de forma a tomar decisões comerciais informadas. Cerca de 49% das empresas em todo o mundo indicam que hoje estão numa melhor posição devido a estes investimentos que permitiram melhorar as suas operações. Quanto aos consumidores, cerca de 66% quer comprar cada vez mais através dos canais digitais.

A consolidação do telemóvel como o dispositivo de compra favorito 

Oferecer ao consumidor o seu método de pagamento preferido é fundamental para que o processo de compra decorra sem atritos, como consideram 72% dos portugueses. Verificou-se que quase 8 em cada 10 nomeou o telemóvel como o seu meio de pagamento preferido. Tendo em conta os utilizadores da Geração Z, a próxima geração apostará cada vez mais nas compras através deste dispositivo, sendo que 33% não utiliza cartões físicos e confia mais nas plataformas móveis como a MBWay, Apple Pay ou Google Pay para pagar.

Phygital, a tendência que veio para ficar 

Em 2022 marcou-se a tendência do phygital – uma compra híbrida em que o cliente fica livre para decidir em que ambiente se realiza cada passo da operação. Tem a possibilidade de ir até à loja e ver o produto pessoalmente, ou comprá-lo online, podendo devolver na loja ou pelo correio. Em Portugal, 6 em cada 10 consumidores admite ser mais fiel a uma marca que lhe permita comprar online e devolver em loja – um número que também subiu face a 2021. Um estabelecimento phygital oferece novos métodos de pagamento, soluções de realidade virtual aumentada, bem como de inteligência artificial, tudo para se ligar aos consumidores de forma mais personalizada, algo que preocupa mais de 80% das empresas portuguesas, e sendo valorizado por 35% dos portugueses. O objetivo é proporcionar uma experiência de compra mais completa e satisfatória. Um conceito que se desenvolverá ao longo do tempo devido à sua importância para o consumidor e as suas novas exigências.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

2023 um ano para Viver, Ser, Amar

4 Janeiro, 2023 by Denise Calado

2023 traz consigo um potencial de crescimento e descoberta.

Motiva à acção e ao encontro com o nível espiritual interior.

A intuição, benevolência, compaixão, alegria e amor estão presentes neste ano, para que possa superar com motivação e coragem os momentos e situações mais desafiadoras.

O mundo ao nosso redor está numa transição que já não pode parar, e neste ano, a sustentabilidade é um tema chave para a humanidade e para o planeta.

Na construção deste Novo Mundo, são necessárias novas ideias, novos métodos de fazer as coisas, novas invenções, novas lideranças.

Para todas as áreas da vida, da saúde e da economia, a inovação fará a diferença no amanhã de todos nós, e cada pessoa é chamada a descobrir o que oferece ao mundo, através de um propósito com significado transformador.

Sentimentos e acções deverão andar de mãos dadas, a fim de que a paz interior, a alegria e por fim a felicidade, encontrem caminho para se manifestarem e trazerem à luz do dia o que cada pessoa tem de melhor.

A sustentabilidade e a criação de um mundo sustentável, começa no ser humano. Por conseguinte é ao ser humano, na sua matriz individual, que compete criar o caminho da sua própria realização, sustentada em valores elevados, criando impactos que favorecem uma corrente sustentável de vida.

Por isso, 2023 apela à elevação da consciência individual e colectiva, assim como a expansão da alegria, como factores motivadores do reencontro com a essência original.

O racional e o intuitivo, quando conviverem lado a lado, deixarão que o Amor seja o curador da dor e do sofrimento.

Porque os conflitos que se têm mostrado pelo planeta, são apelos à transformação da sombra em luz, para que a paz nos abrace e a miséria humana desapareça.

Nas funções profissionais, a colaboração e cooperação são essenciais ao crescimento humano, social e económico.

E para aqueles que desempenham funções de liderança, este é o ano da verdade: entender a liderança como um meio de florescimento para todos, e exercer a liderança com base em valores sólidos de humanismo.

Porque um ou uma líder que não respeita os outros, não se respeita a si mesmo, e por isso, está no caminho descendente de realização e felicidade. Para estes, os outros representam aquilo que não veem em si mesmos, e, por conseguinte, não conseguem sentir nem ver o valor que os rodeia.

Um ecossistema humano baseado em critérios de partilha, cooperação, benevolência e amor é a base da proposta deste 2023.

A partir daqui o equilíbrio representa uma infinita oportunidade de criação de um novo mundo de paz, saúde e abundância pelo qual ansiamos.

Feliz Ano Novo!

Arquivado em:Opinião

“No futuro haverá apenas onlife”

3 Janeiro, 2023 by Denise Calado

O metaverso diz-nos que a próxima fase da Internet será imersiva. A Internet não estará apenas nos telemóveis ou nos computadores, em vez disso, ela estará por todo o lado, rodear-nos-á, e grande parte das nossas vidas, do trabalho ao lazer, ocorrerá dentro do próprio metaverso.

De certeza que já ouviu falar do metaverso. Mas ainda não se sabe ao certo tudo o que vai implicar. Fala-se numa reformulação radical da sociedade e há quem acredite que, num futuro muito próximo, quem estiver fora do metaverso ficará fora do Mundo. Jim Stolze, especialista em Criptografia e Inteligência Artificial, subiu ao palco da SingularityU Portugal Summit: Supermassive, na NOVA SBE, em Carcavelos, para falar sobre como podemos atuar e permanecer num novo universo: “Welcome to the Metaverse”. À Líder falou com entusiasmo sobre o sucessor da Internet, que promete revolucionar o mundo como o conhecemos. Uma entrevista esclarecedora sobre este universo da Internet das Experiências Imersivas.

O metaverso refere-se ao mundo digital ainda por desenvolver, no qual empresas como a Meta estão a investir fortemente. Mas afinal, o que pretende ser esta web3.0?

O metaverso vai ser espetacular! Ele vai ter tudo o que gostamos na Internet, como conectar-se com outras pessoas em torno de comunidades e interesses em comum. Mas sem as limitações da web atual, como usar apenas texto e imagens em 2D.

Pense na web atual como a Internet da Informação, o metaverso promete tornar-se a Internet das Experiências Imersivas.

Isto pode não passar de uma fantasia fanática dos gamers?

Esse é um argumento muito bem visto. Obrigado por trazer isso à tona! Na verdade, os jogadores sempre nos mostraram o caminho a seguir para a inovação digital. Eles já estavam a usar salas de conversa (chat rooms), redes sociais e streaming muito antes de qualquer um de nós entender realmente o seu significado. E agora estão a mostrar-nos como usar a realidade virtual, a inteligência artificial e o blockchain para criar mundos virtuais onde pessoas e marcas podem interagir de forma envolvente. Neste sentido, gosto de dizer que o Metaverso é um lugar onde vamos poder fazer outras atividades além de jogar e actuar em mundos parecidos com jogos.

Muitos vêem-no como o objetivo final de Mark Zuckerberg.

Sim, Mark tem sido um forte defensor do metaverso. Ele não tem dúvidas de que a próxima fase da Internet será imersiva. E verdade seja dita: graças aos seus investimentos na Oculus (agora Meta), o mundo viu o que um headset VR premium pode fazer. No entanto, sou um pouco ambivalente quando se trata de Zuckerberg. Ele considera que o seu metaverso será o único: Horizon Worlds. Mas se alguém acredita realmente no metaverso, deve mantê-lo aberto. Deve ser um lugar para a inovação sem limites. Qualquer pessoa deve poder contribuir, não apenas developers que trabalham para a Meta ou utilizadores do Facebook. Se há duas coisas nas quais devemos trabalhar são nos standards e na operacionalidade.

Que falhas tenciona o metaverso corrigir da web 2.0?

A Web 2.0 foi uma grande melhoria em relação à Web 1.0. Proporcionou aos utilizadores a oportunidade de produzir e criar conteúdo digital. A promessa das redes sociais era dar poder ao povo. Infelizmente, a maneira como o Twitter, o Facebook e o Google decidiram trabalhar foi por meio de um modelo centralizador. Eles armazenam, possuem e vendem os nossos dados. Isso dá-lhes muito poder. Não há nada de social na maneira como estas empresas ganham dinheiro. E também não é seguro. Basta recordarmo-nos do Cambridge Analytica. Eles tiveram acesso aos dados das pessoas de maneira ilegal. Mas como os dados foram armazenados centralmente (através do Facebook), não houve problema em roubar e abusar daquela informação. Com a Web3.0 queremos corrigir esse erro. O novo modelo é descentralizado. Isso significa que os dados não são armazenados num único local, mas sim distribuídos pela rede. E o utilizador é responsável por quem tem acesso a partes específicas dos dados (atributos) e pode também revogar essa permissão. Numa situação ideal, todos temos os nossos “pods de dados” pessoais e as empresas/ governos constroem os seus serviços em torno desses pods.

Quando é que o Metaverso estará completo?

Pergunte-me isso dentro de cinco anos. Ah ah. A maioria dos especialistas pensa que levará cerca de 10 anos a partir de agora.

Já vemos alguns resultados das experiências da Heineken, Gucci e Nike até agora em plataformas semelhantes ao metaverso?

Sim! As empresas encontraram formas muito criativas de testar essas plataformas que se assemelham aos metaversos. A Heineken lançou uma nova cerveja em Decentraland através de um evento de imprensa muito divertido que incluiu um DJ e um famoso jogador de futebol. A Nike está a liderar o caminho. Já lançou todo o trabalho de base há algum tempo, registando patentes que envolvem atividades como o download de ativos digitais, a troca de roupas virtuais e a obtenção dos seus ténis à prova de futuro como NFTs. Eles até têm um Diretor do Metaverso, ou então uma engenharia do metaverso.

Recentemente, marcas como a Rolex, McDonalds, VISA, Jack Daniels e Ford também se candidataram ao metaverso. Esta é uma Terra Prometida para marcas?

Se pensar bem sobre o que é uma marca, poderá dizer-se que é a soma de memórias e transações que cada um guarda com uma determinada organização. Não é de admirar que as marcas amem o metaverso! É uma maneira interessante de interagir com os clientes.

É uma oportunidade de realmente impressionar. Então, sim… diria que pode ser o sonho de um gestor de marca.

Mas como é que o metaverso pode ser útil às empresas?

Útil não é a palavra que escolheria agora. É cedo: ainda estão todos a experimentar. Talvez devêssemos substituir “útil” por “valer a pena”. Foi divertido fazer esta atividade? Foi algo de que as pessoas se vão lembrar ou falar?

O que se pode dizer aos céticos?

Bem, é fácil gozar com o metaverso. Os céticos podem dizer que o metaverso será a mesma Internet da treta, mas em 3D. E até podem estar certos. Mas isso é muito fácil. As mesmas pessoas gozaram com o Youtube (por que razão assistiria a um vídeo no meu computador quando tenho televisão?) e dos telemóveis (não preciso de telefone quando saio de casa). Nunca subestime o poder da inovação. Se as pessoas conseguem sonhar, conseguem construir.

Que tipo de público estará no metaverso?

Primeiro serão os jogadores. Em seguida, os developers hão-de chegar e, finalmente, o utilizador médio da Internet irá adotar.

As primeiras plataformas semelhantes ao metaverso já estão a expor preocupações em torno das políticas a aplicar na moderação de interações. Há quem admita ter sofrido de assédio, racismo ou alguma forma de discriminação ao participar num destes ambientes. Acredita que o governo deveria regular o metaverso e fiscalizar o mundo virtual imersivo?

Ponto interessante. Acho que nunca é bom regulamentar uma tecnologia específica. Por exemplo, se alguém não gosta de drones porque eles podem carregar bombas ou espiar pessoas, pode tentar bani-los. Mas quando alguém faz isso, também evita os usos corretos dos drones, como a entrega de alimentos e medicamentos em locais perigosos. Devemos tratar o online da mesma forma que tratamos o offline. Se se sente discriminado no mundo real, pode registar uma queixa ou ir a um juiz. O mesmo precisa de ser possível no mundo online. Não devemos agir como se fossem duas coisas separadas. No futuro não haverá mais separação entre online e offline, haverá apenas onlife.

Um dos vários estudos que tive a oportunidade de ler sobre este tema revela que quase metade dos consumidores acredita que o metaverso fortalecerá as conexões humanas e melhorará o relacionamento com familiares, amigos e colegas. De que maneira?

Gostaria de dizer que concordo, mas novamente: ainda está tudo no início. Não sabemos ainda. Uma desvantagem é que a maioria das pessoas não suporta usar óculos de realidade virtual mais de 40 minutos. Depois disso, ficam tontos ou enjoados. Portanto, antes de podermos medir os efeitos positivos nos relacionamentos, precisamos de nos concentrar no hardware e na forma como afeta os nossos sentidos.

A procura contínua por produtos metaverso ilustra ainda mais a crença dos investidores numa versão «virtual» da internet. Embora a Meta tenha demitido 11 mil colaboradores, esta decisão foi tomada na tentativa de apoiar o enorme investimento necessário para construir o mundo digital ainda em desenvolvimento. Como analisa estes movimentos?

Tenho um sonho. Um sonho em que Zuckerberg dá um dos seus biliões à comunidade de opensource que trabalha numa versão aberta do metaverso. Se ele fizer isso, acredito que todos beneficiaremos.

A sua apresentação no SingularityU Summit levou-nos numa montanha-russa sobre os últimos desenvolvimentos. Para quem não teve oportunidade de assistir, deixe-nos as 3 mensagens principais.

Lembras-te quando viste o primeiro iPhone? E como isso mudou completamente a maneira como as pessoas utilizam telefones em particular e a Internet em geral? O mesmo vai acontecer com o metaverso. Podes pensar que é apenas um ambiente divertido para os jogadores, mas com o tempo descobrirás que mais e mais marcas oferecerão atividades no metaverso e daqui a 10 anos olharás para trás, 2022, onde fazias compras online sem óculos VR e vais-te rir!

 

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder

Subscreva a Líder AQUI.

 

Por TitiAna Amorim Barroso  

Arquivado em:Entrevistas

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 89
  • Página 90
  • Página 91
  • Página 92
  • Página 93
  • Interim pages omitted …
  • Página 285
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.