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Marcelo Teixeira

O que significa liderar num mundo mais instável? O debate chega a Cabo Verde

27 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

Entre os primeiros nomes já confirmados estão Paulo Portas e Doug Laney. O primeiro, antigo vice-primeiro-ministro português, tornou-se nos últimos anos uma das vozes mais ouvidas na análise da política internacional e das mudanças no equilíbrio geopolítico. Já Laney é conhecido pelo trabalho desenvolvido na área da estratégia de dados e pela criação do conceito de ‘infonomics’, que defende a valorização dos dados como ativo económico nas organizações.

A presença destas figuras dá o tom a um encontro que pretende reunir decisores políticos, gestores, académicos e especialistas para discutir temas que vão da reorganização geopolítica às transformações económicas impulsionadas pela tecnologia e pelos dados, sem esquecer os desafios climáticos.

Para a organização, o objetivo passa por criar um espaço de diálogo onde diferentes experiências e visões possam cruzar-se. «Queremos promover uma discussão aberta sobre o que significa liderar num contexto global cada vez mais complexo e interligado», explica Filipe Vaz, sublinhando a importância de trazer ao arquipélago vozes com experiência internacional, no último Encontro de Conselheiros.

O encontro terá lugar no Techpark, na Cidade da Praia, e deverá incluir momentos formais de debate, mas também espaços de conversa mais informais entre os participantes. A sessão inicial está prevista para a noite de 5 de novembro, com um jantar de abertura que dará início aos dois dias de reflexão.

Esta reunião integra a quarta edição do Leadership Summit Cabo Verde, iniciativa que, ao longo dos últimos anos, tem procurado posicionar o país como ponto de encontro para discussões internacionais sobre liderança, inovação e sustentabilidade. A organização garante que outros nomes serão anunciados nas próximas semanas.

Arquivado em:Cabo Verde, Notícias

Diogo Almeida Alves: «O acesso a uma vida longa e saudável está profundamente ligado a condições económicas»

27 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

Hoje, percebemos que isso é insuficiente. A longevidade é uma equação bem mais complexa, onde entram educação, trabalho, propósito, a construção de redes, o acesso a serviços e, inevitavelmente, a capital. Não apenas financeiro, mas também social e humano. 

É por isso que os princípios da Economia da Longevidade do World Economic Forum devem ser entendidos como um novo enquadramento para a forma como organizamos a sociedade. Estes referem-se à promoção de vidas mais longas e saudáveis, focadas não apenas na esperança média de vida, mas na qualidade desses anos, no reforço da resiliência financeira ao longo da vida e na reconfiguração dos modelos de trabalho e aprendizagem contínuas. Para além disso, é ainda importante destacar a valorização do contributo multigeracional e a criação de sistemas mais inclusivos, capazes de reduzir desigualdades no acesso à longevidade. 

Para além disso, há um tópico essencial que devemos também explorar: o papel das organizações. Durante décadas, as empresas foram desenhadas para a otimização de eficiência, o crescimento rápido, o ênfase em resultados trimestrais. Num mundo onde a esperança média de vida aumenta e onde a população acima dos 60 anos deverá mais do que duplicar até 2050, esse modelo entra em tensão. Porque se as pessoas vivem mais, as organizações também precisam de aprender a durar mais, e melhor. 

Aqui entra um conceito que ganha uma renovada importância: o legado organizacional. Não se trata apenas de empresas que sobrevivem, mas de empresas que permanecem relevantes. Que atravessam gerações, contextos e disrupções sem perder identidade. Que conseguem inovar sem se descaracterizar. Que crescem sem perder o que as torna únicas. 

E isso não acontece por acaso.

O legado e a longevidade organizacionais exigem uma combinação rara: a capacidade de adaptação alinhada com coerência e consistência internas.

Exige lideranças capazes de tomar decisões no curto prazo sem comprometer o longo prazo. Exige alinhamento entre stakeholders.  

E exige algo que muitas vezes é subvalorizado: a narrativa. Porque, no fim das contas, as organizações não são apenas estruturas. São sistemas com significado. 

 

A longevidade não é neutra 

Neste contexto, ganha uma nova centralidade a forma como as organizações lidam com temas como remuneração, sistemas de incentivos, transparência e equidade. Mais do que políticas de gestão, estas são reflexo de escolhas estruturais sobre como o valor é distribuído ao longo do tempo. A relação com o dinheiro continua a ser um dos grandes paradoxos – simultaneamente silenciosa e determinante – moldando trajetórias de vida, acesso a oportunidades e, em última instância, à própria capacidade de viver mais e melhor. 

No entanto, é inegável que o acesso a uma vida longa e saudável está profundamente ligado a condições económicas. Como tal, a longevidade não é neutra. É desigual, e depende cada vez mais da capacidade de construir resiliência financeira ao longo das várias gerações, do acesso consistente a saúde e a oportunidades ao longo da vida. 

A questão, por isso, não é se envelhecer bem é um tema social ou económico. Ambas as derivadas são importantes, bem como a sua relação com as organizações. Porque são as empresas que, em grande medida, estruturam o acesso a rendimento, estabilidade, desenvolvimento e propósito ao longo da vida. O trabalho deixa então de ser um ciclo linear e passa a ser contínuo, multigeracional e assente na aprendizagem ao longo da vida. São as empresas que podem criar condições para que diferentes gerações coexistam, aprendam e contribuam, havendo flexibilidade ao longo dessa jornada. 

 

A Economia da Longevidade coloca-nos perante uma escolha 

Podemos continuar a tratar o aumento da esperança média de vida como um problema de gestão de custos, uma pressão sobre sistemas sociais, ou um desafio demográfico. Ou podemos encará-lo como uma oportunidade para redesenhar a forma como vivemos, trabalhamos e construímos valor. E nesse redesenho, o conceito de legado ganha uma nova dimensão. 

Porque o legado deixa de ser apenas aquilo que deixamos no fim. Passa a ser aquilo que construímos ao longo do tempo, de forma intencional. Nas organizações, isso traduz-se na capacidade de criar valor que perdura, que se adapta e que continua a fazer sentido, mesmo quando o contexto muda. 

No fundo, a Economia da Longevidade não é apenas sobre viver mais, é sobre viver com mais saúde, mais autonomia, mais participação e mais propósito ao longo de toda a vida. Como tal, o verdadeiro desafio não é viver mais anos. É, sim, fazer com que esses anos deixem uma marca e um legado duradouro nas pessoas e nas instituições. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 33 da revista Líder, cujo tema é ‘Condição Humana’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Artigos, Leadership, Notícias

«Precisamos de um ócio livre do scroll infinito», afirma David Erlich

27 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

A premissa da sua intervenção foi simples: provar o contrário. Recorrendo a três figuras da Antiguidade — Tales de Mileto, Socrates e Diogenes de Sinope — o professor mostrou como ideias com mais de dois mil anos continuam a dialogar com dilemas profundamente contemporâneos: o propósito, o conhecimento e a capacidade de parar para pensar.

A mensagem foi partilhada por David Erlich, professor e mestre em Filosofia, durante a  Leadership Next Gen.

Veja o momento completo aqui:

David Erlich – Bora pensar: lições de liderança da filosofia antiga

 

O propósito antes da riqueza

O primeiro exemplo veio de Tales de Mileto,  frequentemente apontado como o primeiro filósofo da tradição ocidental. Num tempo em que fenómenos naturais eram explicados através de deuses e mitos, Tales tentou inaugurar uma forma diferente de olhar para o mundo.

«Se havia tempestades no mar, as pessoas diziam que Poseidon estava zangado. Se havia uma má colheita, diziam que Dionísio estava desiludido. Tales foi dos primeiros a tentar explicar estas coisas através da observação e da razão», explicou Erlich.

Ainda assim, a sua dedicação ao pensamento não escapava à ironia dos contemporâneos. Muitos perguntavam-lhe porque não era rico, se era assim tão sábio.

A resposta acabou por surgir através de um episódio célebre. Observando os ciclos naturais, Tales previu uma excelente colheita de azeitona e decidiu arrendar todos os lagares da região antes da época começar. Quando a produção aumentou e os agricultores precisaram deles, subarrendou-os a um preço mais alto.

«Ele provou que podia ganhar dinheiro se quisesse», disse Erlich. «Mas também mostrou que não era isso que o motivava.»

Da história emerge uma ideia central: «A importância de uma vida não está na quantidade do nosso saldo bancário. O mais importante é procurar um sentido, encontrar um propósito.»

 

A importância da pergunta

A segunda lição surge com Sócrates, um pensador que não deixou nada escrito e cujo legado chegou até hoje sobretudo através de Platão.

Sócrates dedicava-se essencialmente a conversar e a questionar. Abordava generais, poetas ou políticos e desafiava-os a definir conceitos aparentemente simples como coragem ou justiça.

«Sócrates tinha um estilo muito interrogativo. Conversava com as pessoas e mostrava que muitas das certezas que tinham afinal não eram assim tão sólidas», explicou Erlich.

Foi nesse processo que surgiu uma das frases mais associadas ao filósofo: «Só sei que nada sei.» Num mundo onde o acesso à informação é imediato, o ensinamento ganha nova atualidade.

«Hoje é muito fácil obter dados e informações. Perguntamos ao ChatGPT e recebemos respostas. Mas talvez seja mais difícil ter verdadeiro conhecimento e compreensão», afirmou. Por isso, acrescenta, «já não basta saber. É preciso saber perguntar.»

O valor de parar

O terceiro exemplo foi Diógenes de Sinope, um filósofo conhecido pelo seu estilo de vida provocador e pela forma como desafiava convenções sociais.

Uma das histórias mais conhecidas envolve o encontro com Alexandre o Grande, que quis conhecê-lo pessoalmente. O imperador encontrou Diógenes deitado ao sol e ofereceu-lhe qualquer coisa que desejasse.

A resposta tornou-se lendária: «Tenho apenas um desejo: que me devolvas o meu sol.» O motivo era simples — Alexandre estava de pé à sua frente, a fazer-lhe sombra.

Para o professor, o episódio simboliza algo profundamente contemporâneo. «Alexandre representa o mundo e as suas exigências, as notificações, as mensagens, tudo aquilo que hoje invade constantemente a nossa atenção.»

Diógenes, pelo contrário, lembra a importância de parar. «Precisamos da capacidade de descansar a mente através do ócio — mas não de um ócio alienado, hipnotizado pelo scroll infinito», disse. «Um ócio em que pensamos, em que conversamos, em que damos espaço à reflexão.»

 

Três desafios para o presente

No final, Erlich resumiu as três histórias em três desafios simples, mas exigentes. O primeiro, inspirado em Tales de Mileto, é «refletir sobre o propósito e sobre a vida que vale a pena viver», olhando para além do curto prazo.

O segundo, inspirado em Socrates, passa por «aprender a fazer boas perguntas e criar ambientes onde as perguntas sejam bem-vindas.»

E o terceiro, inspirado em Diógenes de Sinope, é talvez o mais difícil num mundo hiperconectado: «ter a capacidade de parar para pensar.»

Antes de terminar, deixou um último desafio à plateia. «Não precisam de começar hoje, nem amanhã», disse. «Mas talvez possam começar depois de amanhã.»

 

Tenha acesso à galeria de imagens do evento aqui.

Todos os momentos da Leadership Next Gen estão disponíveis na Líder TV e no canal 560 da NOS.

Arquivado em:Artigos, Leadership, Notícias, Sociedade

As pessoas não ficam só pelo dinheiro. Nem só pela cultura

27 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

Hoje, falar de compensação é também falar de benefícios que complementam o salário e procuram responder a uma experiência de trabalho mais equilibrada. Ainda assim, equilibrar incentivos financeiros com o bem-estar emocional não passa por escolher entre um e outro. Passa por garantir que as decisões sobre compensação não respondem apenas às necessidades da organização, mas também são percecionadas como justas por quem as vive no dia a dia. 

Aplicar isto no terreno não é linear. As empresas têm histórias, ciclos e limitações reais. Há organizações onde a progressão dos mais novos não acontece ao ritmo desejado, porque não faz sentido afastar lideranças competentes apenas para abrir espaço nas carreiras. Há heranças de políticas antigas e exceções do passado que hoje criam atrito. E há, em Portugal, encargos fiscais e contribuições obrigatórias que fazem com que um aumento salarial represente um custo muito superior para a empresa face ao valor líquido recebido pelo colaborador. Quando isso acontece, muitas organizações recorrem a benefícios como formação, flexibilidade ou seguros como forma de compensação que nem sempre são percecionados como valor. Nestes contextos, a forma como se comunicam decisões e se aplicam critérios pode fazer a diferença na satisfação e retenção das equipas. Nos casos em que existe margem para rever carreiras ou ajustar salários, adiar essas decisões tem frequentemente um custo maior: a saída silenciosa de talento. 

A neurociência traz aqui uma nova lente. Sabemos que o cérebro humano reage à perceção de justiça, ameaça ou segurança nas relações. A forma como um líder comunica, explica decisões ou reage ao erro influencia o nível de confiança que a equipa sente e isso altera a forma como aprende, colabora e se envolve. 

O que motiva as pessoas a permanecer e crescer raramente é apenas o pacote remuneratório. É a qualidade da experiência diária de trabalho, e essa experiência é, em grande parte, moldada pela liderança.

A forma como se tomam decisões, se aplicam critérios e se lida com limitações estruturais tem impacto direto no compromisso das equipas. 

Por isso, sim, as pessoas ficam também pela cultura. Não resolve tudo, mas faz a diferença quando nem todas as progressões, ajustes salariais ou condições de trabalho podem ser revistas no imediato. 

Este artigo foi publicado na edição nº 33 da revista Líder, cujo tema é ‘Condição Humana’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Opinião

(Entrevista) O que o 25 de Abril não resolveu na vida das mulheres

25 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

Desde que o país pisou o caminho da democracia, o retrato das mulheres portuguesas mudou. Um estudo de 2019 mostra que a maioria das mulheres em relações amorosas sente-se realizada, embora algumas carreguem ainda o peso do arrependimento ou do engano. Ainda assim, 53% das mulheres sentem-se «sempre culpadas» por sentir desejo, e 50% sentem receio ou vergonha de falar sobre a sua intimidade sexual. A par disso, 30% acreditam que ainda existem muitos preconceitos sociais e tabus em torno do sexo, impedindo que o tema seja abordado livremente.

Sílvia Rubies, voz e responsável de comunicação da Gleeden, vê nestes números a confirmação de uma verdade maior: as mulheres portuguesas estão a tomar as rédeas da sua vida sexual, desafiando tabus antigos, embora com a necessidade de resistirem a preconceitos que ainda tentam silenciá-las. Neste 25 de Abril, a Líder traz uma conversa sobre uma pequena revolução que se faz sentir — sem muito espalhafato, mas real.

Como descreve a evolução da liberdade sexual das mulheres portuguesas desde o 25 de Abril de 1974 até hoje?

Antes do 25 de Abril as mulheres portuguesas viviam numa realidade muito restrita, em que o casamento, a sexualidade e a autonomia sobre o próprio corpo estavam fortemente condicionados por leis e normas sociais conservadoras. Eram observadas, denunciadas. O divórcio era restrito, a fidelidade feminina exigida como norma rígida, e a moral dominante limitava severamente a liberdade de cada uma.

Hoje, após mais de 50 anos de democracia, há um percurso muito significativo nessa liberdade, com as mulheres a assumirem cada vez mais o controlo da sua vida íntima, embora ainda existam muitos tabus e medos a vencer.

De que forma é que o medo do julgamento social continua a condicionar a forma como as mulheres vivem a sua liberdade sexual?

Isso deve-se sobretudo ao facto de as mulheres continuarem a sentir que serão mais julgadas socialmente do que os homens, se optarem por relações fora do compromisso tradicional.

Além disso, esse julgamento não vem apenas de um lugar, não vem apenas da sociedade em abstrato, vem muitas vezes de círculos muito próximos. Pode vir da família, pode vir do grupo de amigas, pode vir do contexto profissional, e isso cria uma espécie de pressão invisível que não impede necessariamente a ação, mas condiciona muito a forma como essa ação é vivida ou assumida.

Este medo do julgamento cria, por isso, uma reserva natural. É uma espécie de contenção, quase como se existisse uma linha que muitas mulheres não querem ultrapassar publicamente, mesmo quando interiormente já a atravessaram, porque sabem que essa passagem tem consequências sociais.

Por isso, na Gleeden, aquilo que tentamos fazer é criar um espaço que seja o mais seguro e discreto possível, tentando reduzir o medo, de o tornar menos pesado, de permitir que haja um contexto onde a confidencialidade e a ausência de exposição pública dão algum conforto a quem quer explorar a sua liberdade sexual sem sentir que está constantemente sob avaliação externa.

Que tipo de mulheres normalmente procuram estas plataformas em Portugal?

São maioritariamente mulheres urbanas, com maior independência económica e cultural, que viajaram, estudaram e tiveram contacto com outras realidades que lhes permitiram quebrar tabus. Estas mulheres sabem que têm o direito de explorar a sua sexualidade e de viver experiências que lhes tragam prazer e realização, independentemente das convenções tradicionais. São pessoas que não querem um compromisso. Querem amantes, aventuras. Muitas também sentem que, após anos dedicados à família, querem reencontrar a sua feminilidade e sentir-se desejadas.

Qual é o papel da educação na promoção da liberdade e igualdade?

A educação é absolutamente central, mas tem de ser entendida num sentido amplo. Tem de ir além da educação académica, é literacia emocional, sexual e relacional. É preciso educar jovens, mas também adultos para falar abertamente sobre sexualidade, direitos, igualdade e respeito mútuo. O sexo faz parte da vida, mas não se quer falar disso.

É preciso educar, sabe-se que quanto maior o nível de educação maior a capacidade de questionar normas herdadas. É a melhor maneira de quebrar tabus e dar às pessoas as ferramentas para fazer escolhas conscientes e livres. Sem educação, as pessoas ficam presas a modelos rígidos e únicos que limitam a sua liberdade e o seu desenvolvimento pessoal.

E a relação entre autonomia financeira e a liberdade sexual das mulheres?

É um pilar fundamental da liberdade sexual. Em Portugal, a maioria das mulheres, pelo menos no meio urbano, já tem esta autonomia, o que lhes permite tomar decisões sobre a sua vida e sexualidade sem medo de ficarem desprotegidas.

Mas há um ponto crítico: a independência económica resolve a dependência material, mas não resolve a dependência simbólica. Ou seja, uma mulher pode ser totalmente autónoma financeiramente e continuar a sentir medo do julgamento social quando se trata da sua sexualidade.

Ainda assim, em muitos países, especialmente na América Latina, essa dependência económica existe e limita fortemente as escolhas das mulheres.

Como vê a evolução das formas de relacionamento, nomeadamente a crescente procura por relações não monogâmicas?

A sociedade está a evoluir para aceitar modelos mais diversos de relacionamento. Muitas pessoas já não acreditam que a monogamia seja a única forma legítima de amar ou ter relações sexuais. As relações não monogâmicas, com acordos claros e honestidade entre parceiros, estão a crescer e refletem uma maior liberdade e autenticidade nas relações humanas.

O que existe atualmente são formas diferentes de organização da intimidade. Há casais que constroem projetos de vida em conjunto e que, ao mesmo tempo, estabelecem acordos explícitos sobre liberdade sexual.

muitos conceitos não encaixam na definição clássica de infidelidade, porque não há uma traição ao acordo, mas uma redefinição do próprio acordo.

Contudo, o discurso público ainda está muito preso a categorias antigas para descrever realidades que já evoluíram.

Quais são as principais razões que levam as mulheres a procurarem relações fora do casamento ou do relacionamento estável?

Muitas vezes as mulheres sentem que, depois de anos a dedicar-se à família, tornam-se mais mães ou cuidadoras do que parceiras. Perdem a conexão com a sua sexualidade e deixam de se sentir vistas ou desejadas pelo companheiro. Procuram então reencontrar-se, sentir-se atraentes e desejadas, o que é fundamental para o seu bem-estar emocional e autoestima. Para muitas, essa redescoberta da feminilidade e do prazer pode ser até um processo de rejuvenescimento pessoal.

Como vê o impacto dos movimentos políticos conservadores e de extrema-direita na liberdade das mulheres?

Acabam por representar um risco real para os direitos conquistados. Promovem uma visão muito rígida e tradicional da família e da sexualidade, impedindo o debate aberto e a expressão livre das mulheres.

Mas é irónico: muitas vezes essa moral rígida é acompanhada por uma hipocrisia, com comportamentos duplos por parte dos seus defensores.

O importante é que a sociedade continue a resistir a estes retrocessos, defendendo a liberdade de expressão e os direitos das mulheres.

Pode-nos falar do conceito de revolução feminina e do seu papel na sociedade atual?

A revolução feminina é fundamental porque, historicamente, são as mulheres que têm de lutar pelos seus direitos. Os homens, em geral, já usufruem deles.

O feminismo, quando bem compreendido, não é uma luta contra os homens, mas sim pela igualdade real entre géneros. Esta revolução é uma força motriz para que a sociedade avance para um futuro mais justo e igualitário, onde todas as pessoas sejam respeitadas.

Quando uma mulher decide viver a sua sexualidade livremente, o que isso representa em termos de poder e liderança pessoal?

Representa uma emancipação que ainda não está concluída e talvez nunca esteja num sentido definitivo. É verdade que as mulheres têm mais acesso hoje à educação, ao trabalho ou à autonomia económica. Isso já aconteceu e está, em grande medida, consolidado.

O que está agora em disputa é outra coisa: o direito a existir fora do julgamento. O direito a viver a intimidade sem que ela tenha de ser validada, autorizada ou socialmente sancionada.

É aqui que a transformação fica mais desconfortável. Porque estamos a falar de poder simbólico, de normas invisíveis, de estruturas sociais que continuam a definir o que é aceitável para uma mulher fazer com o seu corpo e com o seu desejo.

E é por isso que esta mudança não é linear nem pacífica. É uma deslocação lenta do centro de poder dentro da vida íntima.

O que estas mulheres estão a fazer — muitas vezes sem discurso político explícito — é deslocar esse centro. E isso, na prática, significa uma coisa simples e profundamente disruptiva: deixar de viver a sua sexualidade como algo que precisa de permissão social para existir. No fundo, só querem ser felizes.

Créditos fotográficos: Jeanne Menjoulet

Arquivado em:Entrevistas, Nacional, Notícias

Dia da Mãe: um roteiro de ideias para celebrar em grande

24 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

«Me time» no spa

Para muitas mães, o presente ideal resume-se a algo simples: tempo para si próprias.

No Calla Wellness & Spa, no Torel Palace Lisbon, em Lisboa, a proposta passa pelo tratamento corporal Cacao & Jasmin Renewal. A experiência começa com uma esfoliação de cacau e café, que purifica e refina a pele, e termina com uma loção de jasmim e cacau que hidrata e nutre — um verdadeiro ritual de renovação antes do verão.

Já no Algarve, o Spa by Sisley Paris, no Vila Vita Parc, combina tecnologia e conhecimento especializado num espaço de autocuidado premiado. Aqui, as mães podem desfrutar de tratamentos personalizados, aulas variadas e aconselhamento especializado.

Na Ericeira, o Aethos Ericeira convida a desligar do ritmo do dia a dia. O spa do hotel propõe um ritual completo que pode continuar no hammam, na sauna exterior com vista para o mar ou na piscina aquecida ao ar livre.

Celebrar à mesa

Se há lugar onde as celebrações ganham sabor, é à mesa. Em Lisboa, o fismuler propõe um pequeno-almoço especial com pratos à la carte pensados para começar o dia em grande. Entre as opções estão o croissant com ovos mexidos à carbonara ou a rabanada com straciatella e fruta marinada.

No Algarve, o Vila Vita Parc transforma o brunch de domingo num verdadeiro evento gastronómico. Servido nos jardins do hotel e acompanhado por música ao vivo, promete uma seleção de sabores mediterrânicos com vista para o mar.

Ainda em Lisboa, há duas apostas seguras para almoço. O Canalha, conhecido pela cozinha criativa e irreverente, apresenta novidades de primavera como crudo de atum ou sopa fria de tomate. Já o Pica Pau revisita o receituário tradicional português com técnica moderna e serviço descontraído.

Para um lanche especial, o Castro – Atelier de Pastéis de Nata serve pastéis de nata acabados de sair do forno, acompanhados por chocolate quente, chá ou até uma ginjinha.

À noite, duas sugestões distintas: o Midori, restaurante japonês com estrela Michelin no Penha Longa Resort, em Sintra, onde a gastronomia nipónica se cruza com influências portuguesas; ou o Ofício, no Chiado, onde o chef Maurício Varela assina uma carta de raízes portuguesas com apontamentos contemporâneos.

Sushi no Midori

Um brinde com o melhor dos vinhos

Para mães apreciadoras de vinho, há experiências que vão muito além do simples brinde.

Em Évora, a Fitapreta convida a visitar um paço medieval do século XIV e a participar numa prova de vinhos produzidos por António Maçanita.

No L’AND Vineyards, em Montemor-o-Novo, a experiência chama-se ‘Faça o Seu Próprio Vinho’: os participantes criam um blend personalizado a partir de quatro vinhos monocasta produzidos no resort, numa competição divertida que termina com prova cega.

No Cais de Gaia, o Espaço Porto Cruz propõe uma prova de vinho do Porto Cruz com chocolates (15 euros por pessoa). No final, a vista panorâmica do rooftop convida a prolongar o momento com um cocktail de assinatura.

Espaço Porto Cruz

Uma estadia memorável

Quando o presente é tempo — e tranquilidade — uma escapadinha pode ser a escolha perfeita.

No Vermelho Melides, cada quarto é diferente, inspirado no Alentejo e decorado com peças de design da coleção privada de Christian Louboutin.

O Martinhal Sagres, no Algarve, foi pensado para famílias. Enquanto os filhos brincam, a mãe pode relaxar no spa ou na piscina para adultos — e todos se reencontram para aproveitar o resort juntos.

Mais a norte da costa vicentina, o Praia do Canal Nature Retreat, em Aljezur, oferece silêncio e natureza no coração do Parque Natural da Costa Vicentina.

Em Beja, a Casa Amarela é um boutique hotel nascido de uma antiga casa familiar. Com apenas nove quartos, hammam, tratamentos e piscina, é o refúgio perfeito para um fim de semana tranquilo.

Já em Guimarães, o Torel Royal Court ocupa um palacete histórico de 1827 e convida a explorar a cidade — com paragem obrigatória no Castelo de Guimarães e no Paço dos Duques de Bragança.

 

Uma viagem às ilhas

Para quem quer ir mais longe, as ilhas são sempre uma boa desculpa. Na Madeira, o histórico Reid’s Palace, a Belmond Hotel, ergue-se há 135 anos sobre uma falésia no Funchal. Com jardins subtropicais e vista para o Atlântico, mantém viva a tradição do icónico chá da tarde que já encantou hóspedes como Sissi da Áustria ou Winston Churchill.

Nos Açores, o White Azores, em São Miguel, oferece apenas nove suites e uma vista privilegiada sobre o Atlântico. Já o Torel Terra Brava, na ilha Terceira, combina natureza com conforto de cinco estrelas, incluindo refeições no bistrô TRÊS ou massagens relaxantes.

Torel Terra Brava

Para uma escapadinha internacional, o Aethos Mallorca, nas Baleares, aposta no bem-estar, na vida ao ar livre e na descoberta da maior ilha do arquipélago.

Uma ida às compras

Nem todos os presentes precisam de ser experiências — às vezes, um objeto escolhido com carinho faz toda a diferença.

Em Lisboa, a 1933 Wines & Spirits Collection by Cellar 47, no topo do Tivoli Avenida da Liberdade, convida a escolher um champanhe ou espumante para celebrar a ocasião.

Também na capital, o novo corner da padaria ISCO, instalado na loja da marca portuguesa +351, na Rua da Boavista, combina café e compras: um pain au chocolat pode acompanhar uma sweatshirt de algodão orgânico.

No Porto, a boutique floral Casa Cedo reúne flores frescas e fragrâncias da Byredo, cruzando aromas naturais com perfumes exclusivos.

Para um presente de design duradouro, a Vitra sugere peças intemporais que aliam funcionalidade, conforto e estética, disponíveis em vitra.com e em revendedores oficiais.

Cadeira da Vitra

Um dia com arte

Para mães que gostam de cultura, também há programas que unem arte, história e gastronomia.

Em Sintra, a Albuquerque Foundation reúne uma coleção de porcelana chinesa de relevância mundial e arte contemporânea. A visita pode incluir oficinas criativas para famílias e uma pausa gastronómica no restaurante Albú.

Em Lisboa, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, no Jardim das Amoreiras, convida a explorar o primeiro ciclo expositivo de 2026 antes de um almoço ou lanche no Vieira Café by Copo Largo — ou na esplanada, à sombra das árvores.

Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva

Em Évora, o Palácio Duques de Cadaval abre as portas a séculos de história. Entre salas históricas, exposições contemporâneas e a visita à Igreja de São João Evangelista, fundada em 1485, há aqui um programa perfeito para partilhar entre mães e filhas.

 

No fundo, celebrar o Dia da Mãe não exige grandes gestos — apenas tempo, atenção e, se possível, um momento especial para recordar. Seja num spa, à mesa, numa viagem ou num passeio cultural, o importante é simples: fazer com que, pelo menos neste dia, tudo gire à volta dela.

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