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Marcelo Teixeira

Do banco ao relvado: quem vai escrever a história do Mundial 2026?

4 Maio, 2026 by Marcelo Teixeira

Num torneio desta dimensão, os grandes momentos não nascem apenas dos pés dos craques. Muitas vezes começam no banco, na cabeça dos selecionadores, e ganham forma no braço levantado dos capitães que puxam pela equipa quando as pernas começam a pesar.

Este será, muito provavelmente, um Mundial de líderes — daqueles que pensam o jogo e o fazem acontecer.

Os selecionadores que podem marcar o ritmo do torneio

No futebol moderno, o selecionador é cada vez mais um arquiteto do jogo. É ele quem desenha as ideias, escolhe as peças e tenta transformar talento em identidade coletiva. Mas mais do que um estratega, é um líder de homens, de estrelas, de personalidades difíceis, e o selecionador é quem gere os egos, os conflitos, enfim, a vida no balneário.

Entre os nomes que prometem dar cartas neste Mundial estão alguns dos homens mais respeitados do futebol internacional.

Carlo Ancelotti — Brasil

Poucos treinadores entendem o jogo com a serenidade do italiano. À frente da Seleção Brasileira de Futebol, Ancelotti pode tentar unir disciplina tática europeia com a irreverência natural do futebol brasileiro. Se conseguir esse equilíbrio, o Brasil pode voltar a jogar aquele futebol solto, criativo e eficaz que tantas vezes encantou o mundo.

Didier Deschamps — França

Com enorme experiência em fases finais, Deschamps conhece o peso de um Mundial como poucos. O treinador da Seleção Francesa de Futebol construiu ao longo dos anos uma equipa sólida, pragmática e cheia de talento. Num torneio curto, essa capacidade de gerir momentos pode ser decisiva.

Lionel Scaloni — Argentina

Depois de conduzir a Seleção Argentina de Futebol à glória em 2022, Scaloni ganhou estatuto de líder natural no banco argentino. O seu mérito foi conseguir formar uma equipa equilibrada, onde a estrela maior brilha, mas onde todos sabem o que fazer sem bola.

Roberto Martínez — Portugal

À frente da Seleção Portuguesa de Futebol, o treinador espanhol tenta transformar talento em harmonia coletiva. Portugal possui uma das gerações mais ricas da sua história e a missão de Martínez é clara: fazer a equipa jogar com coragem, inteligência e ambição.

Thomas Tuchel — Inglaterra

Detalhista, meticuloso e taticamente exigente, Tuchel pode dar à Seleção Inglesa de Futebol aquela consistência que tantas vezes faltou nos grandes momentos. A Inglaterra tem talento ofensivo de sobra; o desafio será encontrar o equilíbrio que transforma boas equipas em campeãs.

Capitães: as vozes que comandam dentro do relvado

Se o selecionador desenha o plano, o capitão é quem o executa quando o jogo entra no território da emoção. Num Mundial, onde cada lance pode mudar o destino de uma nação, a liderança dentro de campo é fundamental.

Alguns jogadores podem assumir esse papel com naturalidade.

Cristiano Ronaldo — Portugal

Símbolo máximo da seleção portuguesa durante quase duas décadas, Ronaldo continua a ser uma referência de competitividade. Mesmo quando o jogo aperta, a sua presença transmite confiança e ambição a toda a equipa.

Kylian Mbappé — França

Rápido, decisivo e cada vez mais líder, Mbappé representa a nova geração que já chegou ao topo. Na seleção francesa, a braçadeira assenta-lhe cada vez melhor.

Lionel Messi — Argentina

Mais do que capitão, Messi tornou-se o guia emocional da equipa argentina. A sua visão de jogo e capacidade de decidir partidas continuam a fazer dele uma das figuras centrais do futebol mundial.

Neymar — Brasil

Criativo, imprevisível e tecnicamente brilhante, Neymar é muitas vezes o jogador que liga a magia ao resultado. Quando está inspirado, transforma jogos difíceis em momentos de puro espetáculo.

Harry Kane — Inglaterra

Frio na finalização e inteligente na leitura do jogo, Kane lidera pelo exemplo. A sua capacidade de marcar golos em momentos decisivos pode ser a arma mais forte da seleção inglesa.

O Mundial onde podem nascer novos heróis

Se a história dos Mundiais ensina alguma coisa, é que nem sempre os protagonistas são os que se esperam. Em cada edição surge um jovem que rompe as previsões, um treinador que surpreende com uma ideia tática ou uma seleção que joga sem medo dos gigantes.

Assim, com mais equipas, mais jogos e mais estilos de futebol, o Mundial de 2026 tem tudo para ser um palco de descobertas. Novas estrelas podem aparecer, novas rivalidades podem nascer e novas histórias podem ficar gravadas na memória dos adeptos.

No fundo, é isso que faz do futebol o jogo mais apaixonante do planeta: num relvado de noventa minutos, entre estratégia e emoção, qualquer equipa pode escrever a sua própria lenda.

E quando a bola começar a rolar, uma coisa é certa: haverá líderes no banco, capitães em campo e milhões de adeptos à espera de ver engenho, ousadia e aquele momento mágico que transforma um jogo numa história eterna.

 

Arquivado em:Desporto, Notícias

Luísa Jacinto: «O excesso desvirtua o fim, despista-nos»

4 Maio, 2026 by Marcelo Teixeira

Luísa Jacinto, artista visual, trabalha a partir da ideia de que a criação começa onde o excesso termina. Licenciada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa e com formação em Fine Arts na Central Saint Martins, em Londres, constrói um percurso onde a pintura e o pensamento sobre o vazio se cruzam de forma contínua.

Defende que a atenção, a espera e a capacidade de não preencher tudo são fundamentais num tempo marcado pela pressa e pela saturação de estímulos.

 O que significa, para si, simplificar? 

Alio simplificar a perguntar o que é essencial. Não preencher a resposta, tentar deixar espaço e tempo vazio. Saber esperar, estar disposta a ser surpreendida.  

Como percebemos que é preciso tirar o excesso? 

O excesso desvirtua o fim, despista-nos. Como dizia o Tolkien, desvia-nos do que devemos fazer com o tempo que nos é dado. 

 

Como se decide o que fica e o que é eliminado? 

Há alturas para gestos resolutos e há alturas para avanços e recuos mínimos. Se não for percetível, decide-se por tentativa e erro. Gosto de regressar às coisas, fazer num momento e rever noutro. 

Qual o impacto da simplicidade no seu dia-a-dia e no seu trabalho? 

Ajuda-me a não perder tempo com coisas que não têm valor e que me retirariam tempo e alento para outras realmente importantes. A experiência ajuda a simplificar. Ter errado muito ajuda imenso!  

 

A verdadeira simplicidade exige que compreendamos as raízes da nossa distração. Porque é difícil encontrar a simplicidade? 

Acho que é difícil quando falta atenção e curiosidade. Vivemos numa sociedade que nos pressiona a exigir tudo imediatamente. Quase nada se adequa à reivindicação. A simplicidade passa por sair da auto-absorção e prestar atenção aos outros e ao mundo.  

 

Função: Artista Visual 

Idade: 41  

Educação Académica: Licenciatura em Artes Plásticas, Pintura, Faculdade de Belas Artes de Lisboa, MA em Fine Arts na Byam Shaw School of Art — Central Saint Martins, University of Arts London.  

Tempo livre é para: viver! Banhos de imersão, cafés, andar de bicicleta, coser meias rotas, cozinhar para a família, beber gins tónicos com os amigos, fumar às escondidas! 

Livros: são tantos…! East of Eden de John Steinbeck, Todos os nossos ontens de Natalia Ginzburg, O Livro das Horas de Rainer Maria Rilke, os poemas da Adélia Prado, a Bíblia. 

Podcasts: Em Portugal, o podcast da Appleton tem uma grande amplitude de boas conversas com pessoas das artes visuais. É óptimo para conhecer este campo tão vasto. 

Viagem: gostava muito de visitar toda a Itália sem pressa nenhuma nem restrições. 

Líder que inspira: Mr. Chance  

 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 32 da revista Líder, cujo tema é ‘Simplificar’. Subscreva a Revista Líder aqui

Arquivado em:Artigos, Leadership, Notícias

Benefícios flexíveis: uma forma de reter talento 

4 Maio, 2026 by Marcelo Teixeira

Durante muito tempo, as ofertas de pacotes de benefícios seguiram um modelo uniforme, pensado para simplificar processos internos, dando pouca atenção às especificidades de cada pessoa. Atualmente, a realidade é outra. As equipas reúnem pessoas de várias gerações, com estilos de vida, prioridades familiares e ambições profissionais diversas, o que cria a oportunidade de mudar o paradigma das relações de trabalho. 

O colaborador passa a ter a flexibilidade de poder escolher as áreas que prefere para direcionar o seu pacote de benefícios, saúde, bem-estar, formação profissional, apoio familiar, entre outros, algo que demonstra a maturidade organizacional da empresa e reforça que a vida profissional não existe isolada da vida pessoal. 

Não substituindo o salário, os benefícios flexíveis fortalecem a proposta de valor da organização.

Quando alinhados com o que a ciência da motivação demonstra sobre a motivação extrínseca, o “lado visível”, que inclui remuneração, prémios, benefícios e condições de trabalho, evitam o risco de serem percecionados como “mais do mesmo”. O seu verdadeiro impacto surge quando são utilizados de forma estratégica, orientados para objetivos concretos e para experiências que valorizam cada pessoa de forma individual, tornando a proposta organizacional mais relevante e diferenciadora. 

Este modelo tem ainda um impacto direto na retenção de talentos. Quando os colaboradores sentem que a sua organização compreende as suas necessidades e lhes oferece autonomia para as gerir, não só a produtividade e satisfação aumenta como a possibilidade de procurar alterativas diminui.  

A Ticket Serviços®, há mais de 50 anos, tem um propósito claro: ajudar as organizações a construir relações construtivas e geradoras de valor para os seus colaboradores. Enquanto organização pioneira no setor, sabemos que ignorar esta tendência é arriscar perder competitividade num contexto em que o talento define critérios cada vez mais exigentes. 

Com um vasto portefólio de empresas que confiam na Ticket Serviços® e na qualidade do serviço, enquanto especialistas em benefícios flexíveis, a empresa reconhece que o futuro é, inevitavelmente, flexível. Está preparada para continuar a apoiar as organizações na criação de experiências mais motivadoras, completas e alinhadas com as necessidades dos seus colaboradores. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 33 da revista Líder, cujo tema é ‘Condição Humana’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Opinião

Nem inflação nem conflitos travam os portugueses: viajar continua nos planos

1 Maio, 2026 by Marcelo Teixeira

O estudo, que analisa os planos de férias em 26 países — incluindo 11 europeus — mostra que as férias continuam a ser encaradas como uma necessidade associada ao bem-estar e ao equilíbrio pessoal. Essa importância reflete-se também no orçamento médio dedicado às férias. Em Portugal, subiu 147 euros face ao ano passado, atingindo os 1.662 euros, o que representa um aumento de cerca de 10% em relação a 2025. Ainda assim, o valor permanece abaixo da média europeia, fixada nos 2.089 euros.

No ranking europeu dos gastos previstos para férias, Portugal ocupa a nona posição. A lista é liderada pela Suíça, com um orçamento médio de 3.100 euros. Quando considerados os 26 países analisados, Portugal desce para o 19.º lugar. A nível global, a Suíça mantém a liderança, seguida pelos Estados Unidos (3.049 euros) e pela Austrália (3.035 euros).

Turismo interno ganha peso

Entre os destinos preferidos, cresce a tendência para viajar dentro do próprio país. Cerca de 47% dos portugueses optam por férias em território nacional, enquanto as viagens internacionais registam uma ligeira descida, passando de 43% em 2025 para 42% em 2026.

No que diz respeito às preferências externas, Espanha continua a ser o destino internacional favorito dos portugueses (21%), seguida por Brasil (9%) e Itália (8%). Esta é a primeira vez que o Brasil surge entre os três destinos mais procurados. A nível global, Itália, Espanha e França mantêm-se entre os destinos mais desejados.

Segurança pesa cada vez mais nas escolhas

Apesar do entusiasmo pelas viagens, a segurança surge cada vez mais como um fator determinante na escolha do destino. Na Europa, 30% dos inquiridos afirmam considerar este critério decisivo. Entre os portugueses, as preocupações são ainda mais expressivas: 70% referem os conflitos armados como fator de preocupação e 67% apontam o risco de ataques terroristas, valores acima da média europeia.

As tensões geopolíticas têm também impacto nas preferências de destino. Os Emirados Árabes Unidos passaram a integrar a lista de países que alguns viajantes consideram evitar devido ao clima político, juntamente com os Estados Unidos.

Custos continuam a ser principal entrave

Apesar da forte intenção de viajar, as limitações financeiras continuam a ser o principal obstáculo para quem abdica de férias. Entre os portugueses que não planeiam viajar, 49% apontam a necessidade de poupar como principal razão.

A inflação permanece uma preocupação central: 90% dos portugueses afirmam recear o impacto da subida de preços na hora de planear férias, o valor mais elevado entre os países europeus analisados.

Ainda assim, 78% dos portugueses planeiam realizar pelo menos uma viagem durante o verão, um número ligeiramente acima da média europeia, que se situa nos 77%. Alemanha e Bélgica surgem como os países com menor intenção de viajar, com apenas 70% e 72% da população, respetivamente, a considerar essa possibilidade.

Inteligência artificial ganha espaço no planeamento

O estudo destaca também o crescimento da utilização de ferramentas de inteligência artificial no planeamento de férias. Em Portugal, 27% dos inquiridos já recorrem a estas tecnologias, um aumento de 11 pontos percentuais face a 2025, colocando o país entre os que mais utilizam estas ferramentas na Europa.

As aplicações de IA são sobretudo usadas para planear itinerários, encontrar sugestões de rotas, locais a visitar e atividades (96%), descobrir experiências e atrações no destino (94%) e apoiar a escolha do destino (87%). Entre os principais benefícios apontados estão o acesso rápido à informação (54%), a criação de itinerários personalizados (50%) e a possibilidade de encontrar melhores ofertas (48%).

Contudo, muitos viajantes continuam a valorizar o apoio humano no planeamento das viagens.

Reservas online dominam organização das férias

As agências de viagens online continuam a ser amplamente utilizadas para planear e reservar viagens. Cerca de 34% dos portugueses recorrem a estas plataformas, valor próximo da média europeia (35%).

A maioria dos portugueses começa a organizar as férias entre dois e quatro meses antes da viagem (28%), procurando sobretudo melhores preços e ofertas. O avião mantém-se como o principal meio de transporte, utilizado por 52% dos viajantes, enquanto os hotéis continuam a ser a opção de alojamento mais escolhida (51%).

Sustentabilidade mantém-se prioridade

Os portugueses destacam-se também pelo compromisso com práticas de turismo mais responsáveis. Desde 2024 que figuram entre os viajantes europeus mais empenhados em reduzir os impactos ambientais, económicos e sociais das suas viagens.

Assim, em 2026, Portugal lidera mesmo este indicador. 91% dos inquiridos afirmam ter intenção de adotar comportamentos responsáveis para evitar o desperdício de recursos locais durante as férias.

Segundo Virginie Babinet, CEO de Seguros de Viagem e Assistência da Europ Assistance, a vontade de viajar mantém-se elevada apesar das incertezas globais.

«A vontade de viajar continua forte, mesmo com um contexto geopolítico instável e com o custo de vida a ser uma preocupação global. O que está a mudar é o panorama das decisões de viagem. As questões de segurança estão a ganhar cada vez mais peso e a inteligência artificial está a afirmar-se rapidamente como ferramenta de planeamento para um número crescente de viajantes», afirma.

Globalmente, cerca de oito em cada dez pessoas afirmam estar entusiasmadas com a ideia de viajar este ano. Este dado confirma que, apesar dos desafios, as férias continuam a ocupar um lugar central nas prioridades dos viajantes.

Arquivado em:Economia, Nacional, Notícias

Quatro tendências que estão a transformar o futuro do trabalho em Portugal

30 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

De acordo com o mais recente barómetro europeu da consultora ERA Group, cerca de 23% das empresas portuguesas antecipam quebras na faturação ao longo do ano, um indicador de que a eficiência organizacional se tornou um fator crítico de competitividade.

Para João Costa, Country Manager do grupo, este cenário exige uma abordagem mais estratégica à gestão. «Este ano tem vindo a reforçar a importância de planear com rigor, monitorizar de forma contínua e pensar estrategicamente o crescimento. Já não basta encarar a redução de custos como única alavanca; é fundamental preparar as organizações para contextos voláteis», afirma.

Segundo o responsável, investir no capital humano e adaptar os processos internos será determinante para garantir crescimento sustentado num contexto de mudança acelerada.

Tecnologia redefine modelos operacionais

A adoção de ferramentas digitais está a ganhar um papel central na transformação das empresas. Tecnologias como inteligência artificial, blockchain ou Internet of Things permitem automatizar tarefas repetitivas e libertar tempo para funções de maior valor estratégico.

Em diversos setores, estima-se que entre 20% e 40% das tarefas possam ser automatizadas. Esta transformação está a levar organizações a repensar perfis profissionais, funções e modelos operacionais, com impacto direto na produtividade e na eficiência dos processos.

Escassez de talento pressiona empresas

A dificuldade em recrutar profissionais qualificados continua a ser um dos principais entraves ao crescimento das empresas. Um estudo recente da ManpowerGroup indica que 82% das empresas em Portugal enfrentam dificuldades na contratação.

O problema é particularmente evidente nos setores industrial, tecnológico e de serviços de IT, bem como na hotelaria, restauração e nas áreas pública e da saúde. A escassez de talento tem vindo a pressionar salários, custos operacionais e prazos de execução, reforçando a necessidade de investir na formação e qualificação profissional.

Pressão sobre produtividade aumenta

Com equipas mais reduzidas e maiores exigências de eficiência, muitas organizações estão a intensificar o foco na produtividade. Em Portugal, onde os níveis de produtividade permanecem abaixo da média europeia, empresas procuram otimizar processos e eliminar tarefas sem valor acrescentado.

A definição de objetivos mensuráveis, a gestão mais eficaz do tempo e a melhoria contínua dos processos são apontadas como estratégias essenciais para garantir maior consistência nas margens operacionais.

Decisões mais rápidas em ambientes incertos

A volatilidade económica e geopolítica está a encurtar os ciclos de decisão dentro das organizações. Empresas com maior autonomia operacional e estratégias de crescimento a longo prazo tendem a responder com mais rapidez às mudanças do mercado.

Essa capacidade de adaptação pode representar uma vantagem competitiva significativa, sobretudo em setores mais expostos à pressão de custos e às oscilações das cadeias de abastecimento.

O futuro do trabalho

Para as empresas, integrar estas tendências na estratégia passou a ser uma condição para garantir resiliência e crescimento sustentado. O contexto marcado por volatilidade económica, pressão sobre custos e escassez de talento, exige a capacidade de adaptar processos, investir na qualificação das equipas e tomar decisões de forma ágil será determinante para reforçar a competitividade.

Ao mesmo tempo, especialistas defendem que esta transformação deve ser acompanhada por uma gestão equilibrada dos recursos humanos, garantindo que a evolução tecnológica e organizacional contribui  para a eficiência dos negócios e para a estabilidade e valorização do emprego.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Três livros sobre quem somos e como chegámos aqui

30 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

O meu caminho – Malala Yousafzai 

Editorial Presença 

Lançada para a ribalta aos quinze anos, após o ataque brutal dos talibãs à sua vida, Malala rapidamente se tornou um ícone internacional conhecido pela sua coragem e resiliência. Neste livro de memórias, Malala reapresenta-se ao mundo, partilhando como navegou pela vida como alguém cujos momentos mais sombrios ameaçaram definir a sua narrativa, enquanto buscava a liberdade para descobrir quem realmente é.  

 

Tudo sobre o Irão – Ricardo Alexandre

 

Ideias de Ler 

Tudo sobre o Irão é mesmo tudo sobre o Irão: desde a história dos velhos reinos persas à Revolução Islâmica, passando pela atualidade política – já inclui a morte de Khamenei, assim como os ataques e sangrentos protestos de 2026 – e indo até ao cinema, música, gastronomia e futebol. Num livro que compila análise, reportagem, entrevistas e ensaio, Ricardo Alexandre dá-nos o mais completo quadro desta nação milenar: tanto descreve festas gay em Teerão como fala com os mais relevantes teólogos xiitas. 

 

O Efeito Matilda: As Mulheres Cientistas que a História Tentou Esquecer – Filipa Almeida Mendes 

Oficina do Livro 

Em 1946, uma criança sul-africana que aspirava ser cientista escreveu a Albert Einstein, rematando: «Espero que não pense mal de mim por ser uma menina!» Einstein respondeu-lhe: «Não há motivo para isso.» 

Tendo como pano de fundo o chamado «efeito Matilda», termo usado em homenagem a uma sufragista para designar a discriminação das mulheres no mundo da ciência, este livro revela as histórias das investigadoras responsáveis por notáveis descobertas científicas cujo reconhecimento tardou pelo simples facto de não serem homens. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 33 da revista Líder, cujo tema é ‘Condição Humana’. Subscreva a Revista Líder aqui

Arquivado em:Leadership, Livros e Revistas

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