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Cláudia Domingues é Regional Manager da Axians Portugal

3 Fevereiro, 2022 by suporte

Cláudia Domingues vai liderar o centro de engenharia da Axians Portugal, em Castelo Branco, no seguimento de uma aposta da empresa em outras geografias no Interior do País. Licenciada e mestre em Engenharia Mecânica e certificada profissionalmente em Gestão de Incubadoras, Aceleradoras e Centros de Desenvolvimento Empreendedor, a nova Regional Manager acumula um vasto conhecimento do território da Região Centro com particular relevância para as regiões de baixa densidade.

O seu percurso profissional passou pela criação e gestão de vários equipamentos e infraestruturas, onde se inclui o InovCluster – Cluster Agroindustrial do Centro, o CATAA – Centro Tecnológica Agroalimentar e o CEI – Centro de Empresas Inovadoras. A nível territorial coordenou a candidatura, com posterior reconhecimento, de Castelo Branco enquanto Região Europeia de Empreendedorismo.

“Gosto de fazer acontecer e esta é uma excelente oportunidade para trazer a dimensão empresarial para um contexto que conheço bem, o contexto regional. Junto-me a uma equipa de excelência, com o maior orgulho e entusiamo, e com foco em ajudar a transformar Portugal. Por um futuro mais digital, mais verde e mais resiliente!”, afirma Cláudia Domingues.

“É com grande entusiasmo que juntamos à nossa equipa a Cláudia Domingues. Acreditamos que o modelo de desenvolvimento do nosso país deve passar pela transformação económica das regiões que hoje apresentam menor densidade empresarial e populacional e a Transição Digital, pela sua natureza, é uma ferramenta única para promover esse desenvolvimento. A Cláudia, pela sua experiência e senioridade, vai permitir à Axians interpretar de forma assertiva os desafios destes territórios e, por isso, acelerar significativamente o nosso contributo para o seu desenvolvimento.”, conclui Pedro Faustino, Managing Director na Axians Portugal.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Coisas que o PS não deve esquecer

3 Fevereiro, 2022 by suporte

As eleições de domingo trouxeram uma normalidade saudável: um partido estruturante da nossa democracia venceu com maioria absoluta. Esse facto, que além de inesperado é relativamente raro no nosso ordenamento político, permite, de qualquer modo, o fim da dependência de partidos extremistas e nada inclusivos, como são o BE e a CDU.

A eleição de 12 deputados de extrema-direita, sendo preocupante, não afetará a política justamente porque há uma maioria absoluta. A grande subida dos liberais é, mesmo para quem com eles não concorde, uma boa e necessária notícia.

O PSD ficou com muito que pensar, e o CDS foi uma pena ter desaparecido. Mas é preciso pensar para a frente e recordar ao PS algumas coisas que agora só dele dependem, e que é necessário decidir.

Por exemplo, a criação de um ambiente mais propício à concertação social, ao mesmo tempo que uma simplificação e desburocratização do ambiente para as empresas e os negócios em Portugal. Ou a convicção de que a transição digital e climática são indispensáveis e não se compadecem com agendas mais ideológicas do que práticas. Também a perceção de que os impostos estão a afogar a classe média, a grande massa eleitoral do próprio PS, e que é necessário aliviá-la. Como aliás a baixa do IRC poderia ser um bom estímulo para a economia. Tudo isto com as contas certas de que o PS se orgulhou e que nos prometeu.

António Costa e aqueles que lhe são politicamente mais próximos saberão, sem trair o programa que apresentaram, tomar sem constrangimentos (ou até, em certos casos, com apoio de outros) estas e outras medidas. Se a enorme votação do PS refletiu algum receio com a possibilidade de perder reformas, subsídios, e salários na administração pública, boa parte, que não é possível desprezar, acreditou numa política mais moderna, mais aberta, mais cosmopolita.

É a altura exata de contrariar a ideia de que o PS apenas sabe conduzir o país para becos sem saída, de onde apenas a intervenção externa, seja da Europa, seja de troikas com o FMI o consegue tirar.

 


Por Henrique Monteiro, Jornalista e antigo Diretor do Expresso

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

Tendências para o trabalho 2022: Sustentabilidade

3 Fevereiro, 2022 by suporte

Ao longo dos próximos dias, com base no relatório “Future of work trends 2022: A new era of humanity”, da consultora em RH Korn Ferry, iremos partilhar as sete tendências que irão marcar o futuro do trabalho.

Transformações significativas requerem mudanças de mentalidade e habilidades, para que se assegure um futuro verde e próspero. Sustentabilidade é a quarta tendência para o trabalho e, para garanti-la, estas são as perguntas que a sua empresa precisa de abordar este ano:

Propósito

Já se perguntou qual a razão das suas ações? Quem tenta satisfazer? Como mede o sucesso e a perspetiva a longo prazo? Para que a mudança tenha sucesso, os líderes precisam de um propósito comum que é impulsionado e sustentado por pessoas de toda a organização. Refina e comunique o propósito da empresa de acordo com as metas de sustentabilidade. Pretende atingir as emissões zero e reduzir o efeito de estufa? Quer melhorar o mundo e ser melhor para o mundo? Reduzir a pegada ecológica? Seja claro na mensagem que quer transmitir e onde pretende atuar;

Governança

A mudança começa no topo, dessa forma, onde é necessário evoluir para capacitar, supervisionar e apoiar a estratégia de práticas sociais, ambientais e de governança (ESG)? Os conselhos de administração terão de ter em foco:

  • o alinhamento de prioridades e aconselhamento de forma contínua;
  • a integração do ESG nos processos estratégicos e de risco;
  • a garantia da transmissão da informação de forma fluida e atempada para permitir discussão crítica;
  • organizar estruturalmente de forma a garantir os negócios estratégicos de ESG;
  • ouvir opiniões internas e externas à empresa;
  • divulgar análises de ESG;
  • adotar métricas e programas de incentivo como parte do plano anual ou de longo prazo;

Liderança e Talentos

Como pode reter, atrair e desenvolver os talentos necessários para avançar com as estratégias de ESG? Para que a transformação aconteça, as empresas têm de contar com líderes com forte capacidade de realização, transformação e entrega de valor que vai para além dos limites da própria empresa. Adicionalmente, encontrar talento não basta, as empresas precisam de capacitar os seus atuais líderes e funcionários, incentivando a abordagem analítica para resolver problemas, a uma mentalidade orientada para soluções, a empatia, e a capacidade de influenciar a mudança;

Modelo Operativo

Como se pode a empresa organizar para avançar com as estratégias de sustentabilidade? Muitas empresas precisam de mudar a forma como operam, com o objetivo de tornar mais eficaz o trabalho de líderes e funcionários, através da adoção de novas abordagens, tecnologias e competências. Consequentemente, muitas descrições de cargos e planos de carreira irão, inevitavelmente, mudar;

Cultura e Mentalidade

Como envolver as pessoas e incentivar os comportamentos certos?  Adotar medidas ESG pede especialmente por uma mudança de cultura empresarial. É necessário ouvir a opinião das pessoas e pedir por sugestões, educar e, acima de tudo, envolvê-las nos planos e objetivos ambientais, sociais e de governança. Reconheça e gratifique o esforço dos seus funcionários quando ajudam a empresa a conquistar as metas.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade, Trabalho

O conteúdo e não a forma

3 Fevereiro, 2022 by suporte

Os incontáveis avanços das transformações tecnológicas nos comportamentos de consumo, levam as marcas a perceberem a necessidade de incorporar atributos humanizados. A este fenómeno designamos, habitualmente, como “antropomorfismo das marcas”. Esta temática tem vindo a tornar-se predominante na literatura e, muitas vezes, o conceito é confundido com o de “personalidade da marca”. Para mim, são conceitos que em si se tornam, absolutamente, distintos.

Tal como acontece nos relacionamentos interpessoais, os indivíduos estabelecem relações emocionais com as marcas que fazem parte das suas vidas. E embora os consumidores interajam com milhares de produtos e marcas durante as suas vidas, tendem a desenvolver algum tipo de apego emocional com um (muito) reduzido número de marcas.

Na minha conceção, o consumidor contemporâneo procura na personalidade da marca aqueles que são os valores humanos. Quando falamos de valores, falamos de conteúdo. Quando falamos de características humanas ou antropomórficas, falamos de forma. Ora, como em tudo na vida, são os valores humanos que nos permitem construir relacionamentos marcados pela confiança, integridade, respeito, ética, amor e lealdade.

E todos sabemos que, a lealdade emocional – quer seja com pessoas, quer seja com marcas – é sempre (e apenas) estabelecida pelo conteúdo. Não pela forma.

Este artigo foi publicado na edição nr16 da revista Líder.

Subscreva a Líder AQUI.

Por Vânia Guerreiro, Diretora de Marketing e Comunicação da iServices

Arquivado em:Artigos, Leading Brands

A importância da tecnologia na linha da frente

3 Fevereiro, 2022 by suporte

São mais de dois mil milhões de trabalhadores, e representam 80% da força de trabalho a nível mundial. O relatório “Work Trend Index: Tecnlology can help unlock a new future for frontline workers” da Microsoft, veio alertar para que, apesar de tendencialmente a tecnologia ter sido adotada de forma a auxiliar muitos setores, o mesmo não se verificou na linha da frente. Após a pesquisa a cerca de 9,600 trabalhadores da linha da frente, estas são as principais conclusões:

Cuidar é prioritário

Dizem que as adversidades podem unir as pessoas. De facto, 76% dos entrevistados diz que se sente mais ligado aos outros por terem ultrapassado juntos momentos de stress. Por outro lado, 60% não sente essa mesma conexão vinda do topo, afirmando que mais poderia ser feito para priorizar a cultura e comunicação. Mais de metade (51%) admite não se sentir valorizado enquanto funcionário, sendo que a carga de trabalho (45%) e os salários baixos (44%) são os maiores motivos apontados para o stress. É fundamental que as conversas deixem de ser unilaterais, que se procure dar resposta às perguntas para que as pessoas se sintam ouvidas e cuidadas.

Os trabalhadores estão num ponto de inflexão

Aumenta a tendência de os trabalhadores despedirem-se dos seus trabalhos, e não é exceção a linha da frente. Um melhor ordenado é a razão principal, ter maior equilíbrio entre vida pessoal e laboral, procura de maior flexibilidade no trabalho e busca por uma empresa que ofereça maiores benefícios estão entre as principais motivações. Os dados indicam que a linha da frente está, em especial, a sentir o gap entre cultura e comunicação, optando por mudar de profissão a submeter-se a algo que não o realize profissionalmente e mentalmente.

Mais otimistas pela tecnologia

A tecnologia pode contribuir positivamente na linha da frente. A maioria (63%) sente-se entusiasmado pelas oportunidades de trabalho que a tecnologia fornece, e está em terceiro na lista de fatores que poderão ajudar a reduzir o stress no local de trabalho (46%). O primeiro fator apontado é o aumento salarial (64%).

Reduzir o gap de aprendizagens

Muitos trabalhadores da linha da frente (46%) sentem-se pressionados a adaptar-se a novas tecnologias, com receio de perderem os seus postos de trabalho. Já 55% assume que tiveram de aprender novas tecnologias apressadamente, sem prática ou ensino formal. Dados indicam que não só os trabalhadores mais velhos sentem dificuldades em se adaptar à tecnologia, também a faixa dos 40 anos, e mais jovem, sente-se frustrada pelo fornecimento de ferramentas inadequadas, a fim de exercerem as suas funções. A inserção da tecnologia e o seu devido ensino pode ajudar a linha da frente a trabalhar de forma mais eficaz e, consequentemente qualifica-la.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Saúde mental como um “novo normal”

3 Fevereiro, 2022 by suporte

Tornar a saúde mental, ou a falta dela, um tema central da sociedade, fazer cada um de nós um “agente” atento aos sinais, ligado ao que estamos a sentir e a saber como reagir e prevenir. Falar das novas abordagens à saúde mental e ao seu tratamento como um tema aberto, acessível e, idealmente, personalizado.

Esta foi a base para uma conversa entre Sandro Resende, fundador do projeto e galeria de arte “Manicómio”, e Pedro Morgado, Psiquiatra, Professor e Investigador na Escola de Medicina da Universidade do Minho, na sessão “Tune your mind”, durante o evento “Building the Future”.

Em 2019, Sandro Resende criou o projeto “Manicómio”, no Beato, em Lisboa, no seguimento de um percurso de vários anos a dar aulas de artes plásticas a doentes do Hospital Júlio de Matos, e a dirigir artistas com perturbações mentais. Objetivo: desmistificar o estigma associado à doença mental, incentivar a empregabilidade dos doentes e promover a sua inclusão social.

Apesar da maior consciencialização, existem certas palavras com as quais ainda mantemos relações difíceis, como é o caso de “manicómio”. “Aprendi que o manicómio não é uma coisa necessariamente negativa, mas é uma palavra que me assusta por causa desse imaginário negativo”, admitiu Pedro Morgado, apontando o projeto artístico como o sinal da necessária evolução para cuidados de saúde mental na comunidade, em que as pessoas se trabalham e são trabalhadas, especificamente dentro das suas casas. Na sua perspetiva, tal adesão a este tipo de iniciativas irá resultar numa diminuição de manicómios ou centros onde pessoas com doenças mentais habitam.

Sandro Resende partilhou que as experiências no Hospital Psiquiátrico Júlio de Matos eram de uma “liberdade total”, e foram a inspiração do seu projeto “É um sítio onde não há filtros, onde podes ser quem és, sem problemas sociais, e o Manicómio vem um bocadinho daqui, da vontade de poder ser”.

Nesse sentido, e por acreditar que a medicina deve, também ela, ser um espaço de liberdade, Pedro Morgado defende que a formação médica deve incluir o desenvolvimento de competências de relação interpessoal “onde os médicos conseguem, no espaço de consulta, que os outros sejam autênticos, que se sintam bem, que possam ser verdadeiros, que possam partilhar as suas angústias”.

Tornar a saúde mental mais acessível e personalizada é também uma forma de promover bons hábitos. Sandro Resende apresentou as “consultas sem parede”, onde a própria pessoa pode escolher o local da consulta, e cujos resultados se têm demonstrado positivos “Começámos apenas com dois médicos, e neste momento são onze”, apontando que os preços acessíveis e o estar longe de um ambiente com um peso hospitalar, fazem com que o doente se sinta mais à vontade e mais disposto a falar na consulta.

Como se manifesta a deterioração da saúde mental? O psiquiatra alertou que os quadros vão da sensação de maior preocupação do que o habitual com assuntos triviais, ao dormir pior, à falta de apetite ou descontrolo, aos pensamentos negativos, choro, ao quando se acha não conseguir dar vazão a todo o trabalho que se tem para fazer e antes se conseguia. Adicionando à deterioração das relações pessoais e somando ao restante, pode significar a entrada de um processo que pode ser patológico, indicando ser necessário procurar ajuda.

Promover a saúde mental passa, também, pelo trabalho. Sandro Resende afirmou que muitas empresas com quem trabalha não possuem técnicos de saúde nos Recursos Humanos, e defendeu ser fundamental a inserção de técnicos que “saibam ouvir e que tenham ferramentas para trabalhar isso”.

Numa nota final, o psiquiatra afirma que o ganho económico das empresas não é tudo o que importa: “Há uma responsabilidade social, uma questão de direitos humanos, que todos temos de considerar”, e para isso, falta desconstruir narrativas sociais tóxicas relacionadas com a pobreza, os papéis de género, as questões da discriminação e sexualidade, que tornam as pessoas mais vulneráveis às doenças psiquiátricas. Promover e normalizar a saúde mental tem de passar por todos, e em todos os campos da sociedade.

Arquivado em:Notícias, Saúde

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