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Marcelo Teixeira

Não é falta de dinheiro. É falta de clareza

31 Outubro, 2025 by Marcelo Teixeira

Muitos portugueses sentem que o dinheiro não chega ao fim do mês, mas o problema não é bem esse. É não perceber, com precisão, para onde está a ir esse dinheiro.

Grande parte das famílias gere as finanças de forma reativa. Pagam as contas, as prestações e as despesas fixas. O resto “logo se vê”. O problema é que esta falta de clareza tem um custo: compromete a capacidade de planear, agrava o endividamento e cria uma sensação constante de ansiedade financeira.

Um check up financeiro serve precisamente para contrariar isso. É um exercício de diagnóstico, não de remendo. Serve para responder a perguntas simples, mas decisivas: qual é a minha taxa de esforço? Que despesas já não fazem sentido? Que margem existe para imprevistos ou poupança?

Ter respostas objetivas a estas questões faz toda a diferença. Mostra o que é possível ajustar e renegociar, ou até que gastos desnecessários podem ser eliminados. Muitas vezes, a solução não está em ganhar mais, mas em organizar melhor o que já existe.

Fazer um check up financeiro é, por isso, um ato de responsabilidade pessoal e familiar. É um trabalho que exige transparência e algum desconforto, mas o resultado é sempre positivo: clareza.

Este tipo de revisão deve ser feito, no mínimo, uma vez por ano. Tal como se declara o IRS ou se renova o seguro do carro, é fundamental atualizar o orçamento doméstico, rever créditos e reavaliar prioridades.

A literacia financeira não se ensina só com teorias. Pratica-se com dados reais. E o primeiro passo é simples: parar e avaliar. Uma simples pesquisa por “check up financeiro” na Internet é um excelente primeiro passo.

No fim, o objetivo não é apenas poupar. É ganhar clareza, tranquilidade e controlo sobre o que realmente importa: o equilíbrio financeiro.

Arquivado em:Opinião

Orçamento 2026: o Governo segura as contas, o PS segura o Governo

30 Outubro, 2025 by Marcelo Teixeira

Quando o Governo entregou a proposta do Orçamento do Estado para 2026, quis dar ao país um sinal de estabilidade no meio das incertezas europeias. Segundo o relatório oficial, o país deverá crescer 2,3 % no próximo ano e verá a sua dívida pública descer para 87,8 % do PIB — um patamar abaixo dos 90 % que não era atingido há mais de uma década.

A proposta, construída sob o signo da ‘responsabilidade’ e da ‘estabilidade’, foi, antes de ontem, viabilizada na generalidade — com a abstenção do Partido Socialista (PS) e o voto favorável das bancadas do Partido Social Democrata (PSD) e do CDS – Partido Popular (CDS-PP).

O Governo liderado por Luís Montenegro (coligação PSD/CDS-PP) posa-se como guardião do equilíbrio, mas o «equilíbrio» aqui assume cheiro de rigor e limitação — e deixa claro que as margens para «dar mais» ou «abrir exceções» são curtas.

O que foi aprovado e como

Na votação de ontem à generalidade, já foi dado o primeiro passo: a proposta é considerada viável na parte macro. O documento foi aprovado na generalidade com votos a favor de PSD e CDS-PP; abstenção do PS, PAN e JPP; votos contra de Chega, IL, Livre, BE e PCP.

O Governo sublinhou que a proposta não comporta grandes revisões: há pouca margem para alterações que impliquem aumento estrutural da despesa.  Ainda assim, o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, garantiu que o projecto cobre pensões, emprego, e serviços públicos — mas condicionou os aumentos a «fórmulas legais em vigor».

As prioridades destacadas pelo Governo e desafios

O OE 2026 delineia-se com algumas bandeiras, sendo uma delas o aumento de pensões. O Governo afirma que «todas as pensões» terão correção permanente de acordo com a lei em vigor, com maior destaque para as mais baixas. Haverá também foco no emprego, «salários reais a crescer», e redução da dívida pública — com promessa de que esta fique abaixo dos 90% do PIB. Outro aspecto não menos importante é redução da carga fiscal (pelo menos na retórica) e aposta num orçamento que se apresenta «blindado pelo rigor e pela visão».

Neste tabuleiro fiscal, o Governo avança com uma jogada clara — a taxa de IRC baixa para 19 % em 2026, com destino traçado até aos 17 % em 2028, e as PME beneficiam de 15 % sobre os primeiros 50.000 € de lucros. Menos imposto às empresas, sim, mas com o aviso implícito de que esta janela de alívio se abre apenas se o saldo estiver controlado.

Apesar da aprovação, o documento não escapa a críticas nem incógnitas. Alguns dos pontos mais sensíveis:

O PS condiciona o seu apoio à estabilidade — a abstenção foi concedida com prazo: ‘um ano’ de banco de provas para o Governo justificar. A oposição aponta para insuficiências em áreas como saúde, trabalho, qualidade dos serviços públicos e justiça social.  A abstenção do PS e o voto contra de blocos como o Chega evidenciam que a maioria parlamentar é frágil e que o Governo terá de negociar muito para aprovar a versão final.

O impacto para os portugueses

Para quem vive o dia a dia em Portugal — trabalhador, pensionista, empresário — o que muda? As pensões mais baixas são destacadas como beneficiárias principais, o que reduz a pressão sobre essa franja da população.

A promessa de aumento real de salários e correção em prestações sociais pode aliviar a percepção de estagnação para quem vinha a sentir pouco dinamismo.

Por outro lado, a referida limitação de «margem orçamental» implica que não haverá sacrifícios maiores para acomodar todas as reivindicações — e isso significa que a disputa por recursos continuará viva no plenário.

Para as empresas, a narrativa de «menos impostos» e mais estabilidade pode estimular investimento, mas apenas se as medidas concretas vierem de facto a acontecer.

Sobre a nova Lei da Nacionalidade

A proposta para alterar a Lei da Nacionalidade foi entregue pelo Governo e apresentada à Assembleia da República com efeitos retroactivos a 19 de junho de 2025. Entre as principais alterações previstas estão:

O aumento do prazo mínimo de residência legal para adquirir nacionalidade por naturalização: sete anos para cidadãos de países de língua oficial portuguesa (ou da UE) e dez anos para outros nacionais. A introdução da exigência de conhecimento de língua, cultura e símbolos portugueses para aquisição de nacionalidade. A possibilidade de perda da nacionalidade para naturalizados que cometam certos crimes graves, nos prazos previstos. Novos critérios também para crianças nascidas em Portugal: passam a ter nacionalidade somente se pelo menos um dos progenitores residir legalmente no país há pelo menos cinco anos. Extinção ou alteração de regimes especiais de naturalização (como o dos descendentes de judeus sefarditas) e revisão das regras para bisnetos de portugueses.

Porquê esta mudança?

Segundo o Governo, o excesso de pedidos de nacionalidade — «corrida» às conservatórias e aos processos pendentes — levou à necessidade de reforçar critérios para garantir que «a nacionalidade tenha sempre subjacente uma ligação efectiva e genuína à comunidade nacional».
Mas este argumento encontra contrapontos: críticos apontam que a retroactividade, os prazos dilatados e as exigências acrescidas podem constitucionalmente ferir direitos adquiridos e o princípio da confiança.

Esta lei não vive isolada. No contexto do nosso orçamento e da narrativa da austeridade/disciplina orçamental, a reforma da nacionalidade assume significado político e simbólico: enquanto o Estado exige mais ‘ligação’ ao país daqueles que querem tornar-se portugueses, simultaneamente impõe-se rigor nas contas públicas, controle na despesa e restrições orçamentais.
A mensagem é dupla: por um lado «Portugal tem lugar para quem se integra», por outro «Portugal fecha portas para quem não cumpre».
E num país onde a demografia, os fluxos migratórios e a integração são questões vivas, esta reforma envia também sinais ao exterior — aos que vêm, aos que ficam, aos que olham de fora.

O que agora está por vir

A aprovação na generalidade foi apenas a porta de entrada. O documento segue para a fase de especialidade, onde serão propostas alterações e debates mais finos — a votação final global está prevista para 27 de novembro.

O Governo deixou claro que não pretende grandes revisões na despesa. Assim, os atores parlamentares terão de mobilizar-se para negociar prioridades e concessões. A política orçamental ganhará ritmo e visibilidade nos próximos meses — que serão decisivos para saber se o OE 2026 será recordado como ponto de viragem ou como promessa não cumprida.

Fotografia: Gonçalo Borges Dias/GPM

Arquivado em:Notícias, Política

A tecnologia ‘dá-te asas’: como são as empresas de sucesso do futuro digital? 

30 Outubro, 2025 by Marcelo Teixeira

A crescente urgência da transformação digital continua a redefinir o panorama corporativo global e a adaptação às tendências deixou de ser apenas uma opção: é uma questão de sobrevivência. Às organizações que se adaptarem, não é garantido que ganhem a corrida. Conseguirão, sim, manter-se na pista, sem serem abalroadas pela concorrência. 

Do ponto de vista tecnológico, a nova geração de soluções empresariais é construída sobre ferramentas como Inteligência Artificial (IA), Automação de Processos (RPA – Robotic Process Automation), soluções em cloud e Internet das Coisas (IoT). Estas tecnologias têm sido integradas em áreas críticas da operação – da gestão de talento ao suporte ao cliente, da análise preditiva à produção em tempo real –, permitindo respostas mais rápidas, decisões mais informadas e operações escaláveis. Essencialmente, tornam as organizações mais ágeis. 

Em 2025, cerca de 74 % das organizações consideram a transformação digital uma prioridade estratégica – superando mesmo a cibersegurança (73 %) e a adoção da cloud (65 %) na lista de investimentos prioritários. De acordo com a plataforma AIPRM, esta prioridade reflete a perceção de que a tecnologia deixou de ser apenas suporte para se tornar motor de competitividade e resiliência. 

 

Em que se materializa a tecnologia das empresas ágeis? 

A máquina já está a aliar-se aos líderes, que podem mesmo optar por “decidir melhor” com o seu apoio. Curiosamente, 70% dos líderes empresariais preferiam que um robô tomasse as decisões por si, de acordo com a PR Newswire. Mas não é essa a realidade das empresas – ainda. A automação inteligente, combinada com análise avançada de dados, está a alterar a forma como se lideram equipas, se concebem produtos e se tomam decisões. O foco não está apenas em ganhar eficiência, mas em criar modelos de negócio mais adaptáveis, sustentáveis e orientados para o valor. A capacidade de recolher e analisar dados acaba por agilizar e facilitar os processos de decisão. 

Porém, este avanço da IA traz novos desafios. À medida que os algoritmos ganham capacidade de decisão e atuam como ‘copilotos’ nos processos operacionais, a confiança nos sistemas torna-se um tema central. A complexidade das decisões algorítmicas e a opacidade de muitos modelos exigem transparência, supervisão humana e uma abordagem ética à inteligência artificial. Em paralelo, a cibersegurança torna-se uma das prioridades críticas na agenda de transformação. Os ciberataques baseados em IA generativa estão a tornar-se mais sofisticados, frequentes e difíceis de detetar, o que obriga as organizações a reforçar as suas defesas digitais. A segurança dos dados, a resiliência das infraestruturas e a capacidade de resposta rápida a incidentes são hoje parte integrante da estratégia tecnológica. 

Neste novo paradigma, as empresas que lideram a transformação são aquelas que integram tecnologia com cultura organizacional, que capacitam as suas pessoas e que são capazes de reconfigurar-se rapidamente em função das exigências do mercado. O futuro será cada vez mais moldado por decisões algorítmicas, ambientes híbridos e ecossistemas digitais interconectados. E por isso, ser ágil, inovador e tecnologicamente maduro é o novo standard competitivo das empresas. A sua já está pronta? 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 31 da revista Líder, cujo tema é ‘Decidir’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Artigos, Leading Tech

Recolocar com humanidade: o papel do Coaching e do apoio emocional nas transições profissionais

30 Outubro, 2025 by Marcelo Teixeira

A transição profissional é mais do que uma mudança de emprego. É uma travessia pessoal que mexe com identidade, propósito e segurança. Por trás de cada currículo há uma história, receios e esperanças. Recolocar com humanidade é reconhecer que, entre o que se perde e o que se procura, o coaching e o apoio emocional fazem a diferença, como pilares complementares nesse processo.

O outplacement é uma abordagem estratégica, estruturada e humana que acompanha profissionais em transição, integrando coaching e suporte emocional.

O coaching oferece um espaço seguro de reflexão, onde o profissional se reposiciona com base no seu propósito, valores e talentos. Mais do que procurar o próximo emprego, convida à pergunta: “Que impacto quero gerar?”. Trabalha crenças limitadoras, promove resiliência emocional e transforma ideias em ações concretas, com metas claras e estratégias realistas, tornando a mudança num recomeço com significado.

Já o apoio emocional valida sentimentos, reduz a ansiedade e promove bem-estar através de técnicas como o mindfulness e escuta ativa. Ajuda a restaurar o equilíbrio interno, a tomar decisões com clareza e a evitar escolhas precipitadas motivadas por receios ou urgência. Este suporte fortalece o foco no que realmente importa e permite tomar decisões mais conscientes, alinhadas com a identidade e valores do profissional.

Empresas que investem em processos de recolocação com suporte emocional reforçam a sua cultura de cuidado. Transmitem, de forma inequívoca: “Aqui, as pessoas importam. Sempre.”

As transições profissionais são travessias invisíveis em que o que mais importa não é o destino, mas o caminho e quem nos acompanha nele, assegurando que não se perde o norte quando tudo parece incerto.

Os consultores de outplacement são guias dessa travessia. Com base na sua visão estratégica, ajudam a transformar a história do percurso profissional numa narrativa de evolução. Redesenham CVs e perfis de LinkedIn, preparam entrevistas e ampliam redes de contacto. Criam pontes com o mercado e posicionam o profissional com autenticidade e impacto.

Segundo o XVIII Informe da LHH, 97% dos participantes encontraram novo emprego em menos de um ano, sendo 80% em contratos sem termo. Diversos estudos demostram que o outplacement aumenta a motivação, reduz o tempo de desemprego e promove bem-estar emocional.

Recolocar com humanidade é possível, eficaz e necessário.

Cada recomeço merece respeito, escuta e presença, sobretudo quando há caminhos a reconstruir e talentos a reencontrar.

Arquivado em:Opinião

Dólar em queda: prepare-se para o novo mapa do poder financeiro

29 Outubro, 2025 by Marcelo Teixeira

Durante quase um século, o dólar foi mais do que uma moeda. Foi o espelho do sonho americano, a promessa de que o progresso tinha língua e bandeira. Hoje, essa fé cambial vacila: o império que fez do consumo um credo e da confiança o seu ouro começa a confrontar-se com a fragilidade da própria crença. Lincoln, do canto da nota, não esconde a curiosidade: será que o sonho americano ainda se sustenta?

Em 2025, a queda da moeda norte-americana está a reescrever cenários económicos globais e a obrigar empresas, investidores e Estados a repensarem estratégias. Segundo a Schroders e a J.P.Morgan, a US dollar caiu cerca de 10% face a um conjunto de moedas fortes desde o início do ano. Para várias estimativas, este é o declínio anual mais acentuado do século até agora.

O quadro global

De acordo com a instituição Morgan Stanley, a divisa norte-americana perdeu cerca de 11% na primeira metade de 2025, marcando o fim de um ciclo de cerca de 15 anos onde o dólar havia sido relativamente forte. A U.S. Dollar Index (DXY), medida que compara o dólar com uma cesta de moedas importantes, registou a pior performance semestral em mais de cinco décadas.

Esse enfraquecimento não é apenas técnico ou passageiro. Como aponta o relatório do European Parliament sobre o papel do euro, há mudanças estruturais em curso: défices públicos nos EUA, dúvidas quanto à independência da Federal Reserve, e fluxos de capital que se deslocam para fora da zona-dólar.

O que isso significa para as economias e os mercados

A narrativa básica pode dividir-se em dois efeitos principais, mas com muitas tonalidades. Para os EUA: um dólar mais fraco pode alimentar retenção do ciclo económico — mais exportações relativamente baratas, mas ao mesmo tempo risco de inflação importada, e efeitos adversos sobre credibilidade financeira. Como destaca uma análise da Cresset Capital, «a queda do dólar reflecte preocupações mais profundas com a sustentabilidade fiscal e credibilidade institucional» nos Estados Unidos.

Para o resto do mundo (especialmente economias exportadoras de matérias-primas, mercados emergentes ou zonas com forte euro): um dólar mais fraco pode servir como impulso desinflacionário, via importações mais baratas, moedas locais mais fortes, inflação controlada, maior crescimento. Por exemplo, a análise da Charles Schwab Corporation refere que «o efeito do dólar mais fraco beneficiou investimentos estrangeiros ao converter ganhos em moeda estrangeira para dólares».

Contudo, a história não é linear: a maior força das moedas rivais pode provocar tensões comerciais (ex: exportações chinesas mais competitivas), medidas proteccionistas e alteração dos fluxos de capital. Alguns vencedores, muitos expectantes.

O despertar do dragão

À medida que o dólar enfraquece, o yuan chinês — ou renminbi — começa a afirmar-se de forma gradual no panorama internacional. Em 2025, a moeda chinesa atingiu máximos de seis meses face ao dólar, cotando-se a 7,2169 yuanes por dólar, o valor mais forte desde novembro de 2024.

Ao mesmo tempo, o Cross-Border Interbank Payment System (CIPS), sistema de pagamentos transfronteiriços chinês, registou um volume anual de cerca de 175,5 triliões de yuanes (aproximadamente 24,45 triliões de dólares) em 2024, um crescimento de 43% face ao ano anterior e mais do que triplo desde 2020.

Estes indicadores mostram que Pequim está a consolidar, passo a passo, uma moeda com cada vez mais relevância internacional. O yuan ainda não desafia o dólar, mas deixa de ser uma mera suplente, tornando-se num instrumento estratégico da diplomacia económica chinesa e numa referência crescente para fluxos comerciais globais.

Para a China, não se trata apenas de finanças: é também uma afirmação política. O ‘despertar do dragão’ acontece no momento exacto em que o império do dólar mostra fissuras. Pequim posiciona-se não como destruidora da ordem monetária, mas como alternativa gradual — pragmática, comercial e estratégica.

O caso português e a zona euro

Para Portugal, inserido na zona euro, o impacto assume contornos específicos. Embora o euro (Euro) tenha beneficiado da queda do dólar e isso seja observável nas estatísticas internacionais de taxas de câmbio.

O relatório do Parlamento Europeu conclui que, apesar das expectativas, a ascensão rápida do euro como moeda internacional não é iminente. Na verdade, o euro permanece principalmente regional. Para Portugal, isso significa que as empresas exportadoras para os EUA ou com componentes cotadas em dólares podem ver ganhos adicionais, dado que o dólar cai e o euro ganha. Por outro lado, bens importados cotados em dólares ficam mais baratos em euros, o que pode ajudar a conter custos para fabricantes ou negócios dependentes de matérias-primas.

Mas há risco: se o dólar continuar a perder valor, o turismo interno dos EUA torna-se mais caro para quem visita Portugal com dólares, o que pode ter impacto no sector. A dependência de financiamento internacional significa que taxas de juro e apetites de risco externo ficam sujeitos à percepção global sobre o dólar e os EUA. Em suma, se o dólar levantar dúvidas sobre a credibilidade dos EUA, isso pode aumentar o custo de capital para a Europa.

 

Relações com outras economias

Considerando termos mais amplos, nos mercados emergentes, a combinação de um dólar mais fraco, crescimento local e inflação decrescente pode sinalizar um novo ciclo de valorização de moedas. Para investidores globais, um dólar em queda altera a equação de retorno. Significa isto que investimentos fora dos EUA ganham não só em desempenho local mas também na conversão para dólares.

Em contrapartida, economias com forte dívida em dólares ou que dependem de financiamento externo em dólares podem enfrentar contracções de liquidez se o dólar cair por instabilidade e não por força competitiva.

E agora? Para onde vai o dólar?

As perspectivas são cautelosamente inclinadas para uma continuação da queda  ou pelo menos para um período de fraqueza sustentada. A Morgan Stanley vê potencial de mais 10% de queda até ao final de 2026. Uma sondagem de analistas da Reuters indica que a maioria acredita que o dólar vai terminar 2025 mais fraco contra as principais moedas.

Entretanto, outras vozes, como a Cambridge Associates, recordam que quedas maiores já ocorreram no passado quando o dólar enfrentou crises estruturais. Resta saber se o actual ciclo é mais do que uma correção temporária.

Assim, para Portugal e para o cenário global, a queda do dólar é um sinal de rearranjo nos investimentos, no comércio e na percepção de poder económico. O eixo monetário pode estar a mudar.  Se antes um dólar forte era sinónimo de hegemonia global, agora um dólar em fraqueza obriga a repensar: quem exporta, quem importa, quem financia, quem investe.

E para o leitor português — seja profissional, empresário ou investidor — perceber esta maré significa antecipar oportunidades (como exportações mais competitivas ou importações mais baratas) e riscos (exposição em dólares, financiamento externo, turismo americano). A narrativa já não é apenas sobre crescimento: é sobre adaptação.  

Arquivado em:Economia, Notícias

Do SEO à criatividade: as novas leituras para quem quer liderar o futuro

29 Outubro, 2025 by Marcelo Teixeira

Num momento em que as empresas enfrentam o desafio de se adaptar à era digital e de reinventar a liderança, três novos livros chegam ao mercado para reforçar competências essenciais. B2B Marketing Fundamentals, de Kate Mackie (Kogan Page Ltd), apresenta as bases do marketing entre empresas; Guia Essencial de SEO, de Frederico Carvalho (edição de autor), explica como ganhar visibilidade online com técnicas eficazes; e Estimular o Sucesso, de Adam Kingl (Actual Editora), propõe uma nova abordagem à criatividade como motor de inovação e crescimento.

 

B2B Marketing Fundamentals - Kate Mackie 

KOGAN PAGE LTD 

Este guia prático é o livro definitivo sobre os fundamentos do marketing para profissionais de marketing B2B. Utilizando teorias e estruturas de marketing comprovadas e aplicando-as ao mercado B2B especificamente, este livro oferece um guia completo para profissionais de marketing em início ou meio de carreira que desejam desenvolver a sua compreensão sobre como funciona o marketing B2B. 

 

Guia Essencial de SEO – Frederico Carvalho 

Edição de autor 

Este guia prático e atualizado ensina a otimizar a presença digital através de técnicas eficazes de SEO (Search Engine Optimization). Com uma abordagem clara, inclui estratégias acionáveis, exemplos concretos e ferramentas recomendadas para melhorar o posicionamento nos motores de pesquisa. Destinado a profissionais, empreendedores e estudantes, é um recurso essencial para quem pretende aumentar a visibilidade online e atrair mais tráfego qualificado. Ideal para quem quer dominar o SEO na era da Inteligência Artificial. 

 

Estimular o Sucesso – Adam Kingl 

Actual Editora 

Quase 80% dos CEO identificam a inovação e a criatividade como uma das três prioridades da sua gestão. Mas, pasme-se, 94% dos empregados constatam que as suas empresas são fracas nessas áreas. Não há maior lacuna entre aspiração e realidade nos negócios do que esta.  

Adam Kingl apresenta os líderes empresariais que estão a redefinir-se como pioneiros criativos. De potências mediáticas como a Pixar e a Disney a grandes fabricantes como a Bosch ou a Panasonic, este livro mostra a importância universal da criatividade para líderes empresariais de todo o mundo. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 31 da revista Líder, cujo tema é ‘Decidir’. Subscreva a Revista Líder aqui.

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