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Marcelo Teixeira

«Escutar é estender a mão e construir um caminho em conjunto», diz Jorge Azevedo

16 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

Jorge Azevedo acredita que comunicar é como correr uma maratona — exige preparação, resistência e a capacidade de manter o foco mesmo quando o percurso se torna incerto. Fundador e Managing Partner da Guess What, celebra 30 anos de carreira numa indústria em constante reinvenção. Pioneiro na comunicação de saúde em Portugal, fundou em 2005 a Media Health Portugal e esteve envolvido no lançamento de alguns dos medicamentos mais inovadores do mercado, como o Viagra, ajudando a quebrar tabus e a aproximar ciência e sociedade.

Hoje, lidera uma agência de referência e olha para o futuro com duas ideias-chave: a resiliência, aprendida ao ritmo das maratonas — prepara-se para correr a de Chicago, já a 12 de outubro — e a transformação tecnológica, com a inteligência artificial a redesenhar os contornos da comunicação. À Líder afirma que «as palavras não curam, mas podem abrir caminho para a ciência». Diz com a convicção de quem aprendeu que falar importa, mas escutar é decisivo — na saúde, na comunicação e na vida.

Se a comunicação é uma ponte entre quem fala e quem ouve, o que mais lhe pesa: o vazio das palavras ou o silêncio de quem não escuta?

Se a comunicação se constitui como uma ponte entre quem fala e quem ouve, é o silêncio de quem não escuta que mais pesa. Palavras vãs podem perder-se no vento, mas a ausência de escuta ativa pode erguer muralhas invisíveis. Falar sem ser ouvido é como lançar sementes sobre o cimento ou na pedra da calçada lisboeta: em nenhum dos casos nascem flores ou árvores.

A força da comunicação não está apenas em dizer, mas em acolher o que é dito. Escutar é estender a mão e construir um caminho em conjunto. Quando a escuta é genuína até o silêncio ganha voz.

É especializado em comunicar temas sobre medicina. As campanhas de saúde mudam destinos ou apenas levantam contraventos?

Neste ponto vou mais longe. Na saúde, comunicar é quase tão vital como tratar. Cada campanha de comunicação é uma oportunidade de sensibilizar, inspirar escolhas e gerar um impacto real na vida de cada doente cidadão. Não queremos ajudar a propagar mensagens ocas, mas consciencializar, elevar a literacia em saúde das pessoas e, em última instância, transformar as suas vidas para melhor. Uma comunicação eficaz é o resultado de estratégia, clareza e propósito. Campanhas que permitem aumentar o conhecimento sobre determinada doença e contribuem para dar voz ao doente, a pedido amiúde no labirinto burocrático do SNS, constituem para nós e para todos um valor inestimável.

Falamos muito de inteligência artificial.  A comunicação sem alma ainda é comunicação?

A inteligência artificial pode acelerar o desenvolvimento de conteúdo, ajudar a organizar ideias e até potenciar novos canais de informação. Mas a comunicação sem o toque humano, não passa de uma mera transmissão de dados. O que torna a comunicação autêntica, para além da escolha das palavras certas, é a emoção do olhar, o tropeço na voz, o silêncio carregado de sentido. A tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa, mas são pessoas quem vivem as histórias. Por que comunicar é, antes de mais, criar ligações — e uma ligação profunda constrói-se, não se programa.

Então, o que custa mais: uma boa notícia que ninguém quer ouvir ou uma má notícia que todos esperam?

O país mudou muito nas últimas três décadas. E os media online e offline igualmente. Uma boa notícia que ninguém quer ouvir obriga-nos a ser criativos, claros e persistentes para demonstrar o seu valor e o impacto na vida do cidadão, das empresas ou das organizações. Porém, uma má notícia que já se espera, exige empatia, rigor e transparência com coragem para não destruir a confiança. No fundo, comunicar bem não depende apenas da natureza da notícia, mas da forma como esta é transmitida. É certo que um grande número dos meios de comunicação social ainda se rege por uma política editorial baseada na frase de Elliot Carver – célebre personagem de ficção – «There’s no news like bad news» ou ainda a frase «God news, no news».Nestes 30 anos assistimos ao ato terrorista do 11/9 em Nova Iorque, e que hoje quando escrevo estas palavras passaram 24 anos e dominou as notícias em todo o mundo. Mas existiram boas notícias de solidariedade, de campanhas de apoio, de demonstrações de interajuda. Hoje, o leitor, ouvinte, telespectador (consumidor de informação) quer sentir que ainda existe algum espaço no mundo, além das ‘bad news’, para a notícia que nos engrandece a alma e nos salva.

Vamos falar sobre o Viagra. Como se comunica o inconfessável sem trair segredos?

Curiosamente, na qualidade de Consultor de Comunicação, tive oportunidade de acompanhar o lançamento do medicamento Viagra em Portugal (1998) e posso afirmar ter sido uma experiência marcante. Comunicar tabus exige delicadeza, inteligência e empatia. Tratou-se de criar espaço para que quem vive com o peso da disfunção eréctil se reconheça, sem se sentir vulnerável e exposto. Cada palavra deve equilibrar clareza e respeito, numa ótica médico-científica humanizada.

É na sensibilidade e na autenticidade que se constrói a ponte entre o que é íntimo e o que pode ser partilhado, transformando o silêncio num diálogo que inspire e leve à ação.

Como maratonista, sabe que cada quilómetro é um diálogo com o corpo e com o limite. Na comunicação, onde começa a resistência e onde acaba a resiliência?

Na comunicação, a resistência começa quando as mensagens deixam de encontrar quem as ouve — quando o ruído, a indiferença ou o excesso de informação tornam cada palavra mais pesada. A resiliência, por outro lado, nasce de uma persistência consciente – é a capacidade de adaptar o tom ao canal/meio e a abordagem/mensagem sem perder a essência, de continuar a transmitir valor mesmo quando nos deparamos com obstáculos. Assim como numa maratona, cada quilómetro exige atenção, disciplina e escuta ativa e é a soma desses passos que permite chegar à meta construindo-se, pelo meio do percurso, um impacto duradouro.A resiliência é um lema pessoal de vida que aplico igualmente na vertente profissional enquanto líder de uma empresa: «Nem tudo é uma corrida, a maior parte das vezes é uma maratona» ou «o que custa mais é a preparação e a capacitação das pessoas numa organização».

 

O setor da saúde carrega esperança, mas também medo. Ao longo da sua carreira, qual tem sido o maior desafio: dar voz à ciência ou dar rosto à fragilidade humana?

Ao longo do percurso da minha carreira percebi que encontrar o equilíbrio entre ciência e humanidade é um dos maiores desafios. Dar voz à ciência exige rigor, clareza e credibilidade. Dar palco à fragilidade humana exige empatia, sensibilidade e respeito.

A comunicação eficaz na saúde só existe quando se une o conhecimento à humanidade, transformando informação em confiança e dinâmicas comunicacionais em ligações duradouras e verdadeiras.

Assim, pode a comunicação curar — ou apenas aliviar até a ciência chegar?

As palavras não substituem a ciência, mas têm o poder de transformar experiências, acalmar medos e criar ligações entre quem as diz e quem as ouve. A arte de bem comunicar ajuda a reduzir o desconhecimento, a orientar decisões e a dar esperança — pequenos curativos que preparam o terreno para a verdadeira cura. A comunicação per si pode não curar, mas as palavras certas podem derrubar barreiras na ciência que sozinha não seria possível.

Como distinguir o que é farol do que é relâmpago no mar de informação?

Num mar de informação, nem tudo que brilha encandeia. O farol é a clareza, a consistência e a relevância —o que orienta as decisões e a direcionar as pessoas de forma significativa. O relâmpago é, por outro lado, o brilho fugaz, o ruído que desorienta ou a desinformação que deturpa a realidade. Comunicar com propósito implica fazer-se ouvir, ser uma fonte confiável, um guia seguro, transformar a confusão em clareza e garantir que o verdadeiro sentido da mensagem se destaca no turbilhão comunicacional em que vivemos.

Que frase deixaria na linha de chegada da Maratona de Chicago?

Cada palavra conta, cada passo aproxima-te mais do teu sonho, por isso, mantém viva a resiliência que te guiou até aqui, inspira quem vem atrás a correr com propósito e honra aqueles que foram essenciais na tua jornada.

Arquivado em:Entrevistas

Movimento ‘Portugal Sem Chamas’ lança iniciativa para revitalizar o turismo local

16 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

O movimento ‘Portugal Sem Chamas’, criado para apoiar as vítimas dos incêndios em Portugal, lançou a campanha ‘Não deixes o interior às moscas’, com o objetivo de incentivar o turismo e apoiar a economia local nas regiões afetadas pelos fogos. Este ano de 2025 tem sido particularmente devastador, com um total de mais de 248.000 hectares ardidos até finais de agosto – o segundo maior registo desde 2017, quando arderam cerca de 537.000 hectares –, representando cerca de 2,7% do território continental e triplicando a área ardida no mesmo período de 2024.

As chamas causaram pelo menos três mortes confirmadas, incluindo um antigo autarca de Vila Franca do Deão e um bombeiro em acidente durante o combate aos fogos, além de mais de 300 feridos entre operacionais e civis. Financeiramente, os prejuízos diretos estimados ultrapassam os 30 milhões de euros para cerca de 5.000 agricultores e produtores, com impactos totais na economia projetados em 2,3 mil milhões de euros, incluindo perdas indiretas em setores como a agricultura e o turismo.

Quanto aos animais, as perdas são significativas, com relatos de destruição de rebanhos e habitats que afetaram milhares de cabeças de gado e fauna selvagem, embora números exatos sejam difíceis de quantificar devido à escala dos fogos. Em casos isolados, como na Serra da Estrela, pastores salvaram parte dos rebanhos, mas galinheiros e outros animais domésticos foram completamente perdidos. As zonas mais afetadas concentram-se no interior Norte e Centro, nomeadamente os distritos de Coimbra (como Arganil e Lousã), Guarda (Trancoso e Sabugal), Viseu (Sátão), Castelo Branco, Bragança e Vila Real, onde mega incêndios como o de Arganil (cerca de 60.000 hectares) e o unificado de Trancoso-Sátão (mais de 80.000 hectares) devastaram florestas, aldeias e infraestruturas.

O movimento que quer revitalizar o interior

Através de uma plataforma dedicada, o movimento pretende dar visibilidade a restaurantes, alojamentos, produtores e atividades turísticas que ficaram sem clientes devido à destruição das suas regiões. Esta iniciativa permite que os estabelecimentos se registem gratuitamente, ganhando destaque junto de turistas nacionais e estrangeiros, contribuindo para sustentar famílias e regenerar comunidades economicamente fragilizadas.

Ricardo Paiágua, criador e coordenador da plataforma, salientou que, «da experiência de apoio às vítimas dos incêndios, o movimento evolui agora para uma ação focada na valorização do turismo autêntico e na promoção de uma gastronomia que representa as raízes do país».

Além disso, nos dias 12 e 14 de setembro, o movimento associou-se à Liga de Amigos da Serra da Lousã (Lousitânea) em duas ações de reflorestamento e recuperação na Serra da Lousã – Aigra Nova, Góis. Durante as atividades, os voluntários tiveram a oportunidade de ajudar na reflorestação da aldeia e na recuperação do curral do rebanho comunitário, contribuindo para a preservação do meio ambiente e o fortalecimento do espírito comunitário. A organização ofereceu um almoço a todos os participantes como forma de agradecimento pelo esforço e dedicação.

O movimento ‘Portugal Sem Chamas’ reforça assim o seu compromisso de promover uma recuperação sustentável, autêntica e solidária, unindo esforços para que o país renasça mais forte e unido.

Arquivado em:Notícias, Responsabilidade Social

Trade Republic lança gestão de património e nomeia Pablo López Gil-Albarellos como responsável ibérico

16 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

A Trade Republic, plataforma europeia de poupança e investimento, anunciou que vai alargar a sua atividade de corretora à gestão de património. A mudança será acompanhada pela introdução de três novas classes de ativos até ao final do ano, começando pelos mercados privados.

O acesso a este tipo de investimento será feito através de parcerias com a Apollo e a EQT, permitindo que clientes invistam a partir de 1 euro, com possibilidade de venda mensal. A empresa sublinha que o modelo contrasta com os mínimos de entrada de cerca de 10 mil euros habitualmente exigidos por fundos semelhantes e com prazos de resgate mais longos. Durante os primeiros 30 dias, a Trade Republic vai oferecer um bónus de 1 % nos investimentos realizados em mercados privados.

A plataforma, que afirma ter ultrapassado os 10 milhões de clientes em 18 mercados europeus e gerir ativos no valor de 150 mil milhões de euros, anunciou também a nomeação de Pablo López Gil-Albarellos como country manager para Espanha e Portugal. A Península Ibérica é descrita como um mercado prioritário para a instituição, que já conta com mais de 1 milhão de clientes na região.

Nos próximos meses, a Trade Republic deverá lançar mais duas classes de ativos, com um intervalo de 30 dias entre cada introdução.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Política no Mundo Antigo – Moses I. Finley

15 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

O domínio da política — o processo vital de condução do governo através da dinâmica da argumentação, do conflito e da tomada de decisões — é uma das áreas mais relevantes para o conhecimento de qualquer sociedade. A exploração levada a cabo por Moses I. Finley da política nas
cidades-estado da Grécia e na Roma republicana permite-nos penetrar nas arenas do debate político, fundamentais para a compreensão do
mundo antigo.

Carimbo da Edições 70.

Arquivado em:Livros e Revistas

Dia Internacional da Democracia: França em crise e a radiografia política da Europa

15 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

A democracia não é um objeto de museu: vive, respira, falha, renasce. Hoje, dia 15 de Setembro, quando se assinala o Dia Internacional da Democracia, a Europa mostra-se dividida entre a solidez das suas instituições e a fragilidade do seu pulso social. O caso mais flagrante é o de França.

Na última semana, em Paris, a democracia deu um dos seus abanões mais fortes. O primeiro-ministro François Bayrou apresentou ao Parlamento um orçamento de ferro: cortes de dezenas de milhares de milhões de euros, redução de feriados nacionais, contenção em praticamente todos os sectores. Para se legitimar, arriscou tudo — pediu ele próprio uma moção de confiança.

Perdeu. A derrota foi clara, sem margem para ambiguidades. O Parlamento rejeitou o plano e, com ele, derrubou o governo. Bayrou saiu de cena, deixando atrás de si um rasto de protestos nas ruas e um vazio político no coração da quinta economia mundial.

Emmanuel Macron moveu-se depressa. Chamou Sébastien Lecornu, ministro da Defesa, 39 anos, um dos seus aliados mais fiéis. Lecornu traz consigo experiência em pastas variadas — dos territórios ultramarinos à ecologia — e a reputação de pragmático. Mas o que herda é um país em combustão: um parlamento fragmentado, sem maiorias estáveis, e uma sociedade que já baptizou o seu novo protesto como ‘Bloquear Tudo’.

A missão é ingrata: aprovar um orçamento que já fez cair um governo, segurar a confiança dos mercados e, ao mesmo tempo, oferecer respostas políticas a uma população cansada de austeridade. Lecornu começa o mandato com a legitimidade formal do cargo, mas sem uma base parlamentar sólida. É o retrato de uma democracia sob tensão — funcional, mas à beira da paralisia.

Alemanha, Itália e a Península Ibérica

A Alemanha enfrenta um duplo desafio: a popularidade das conjuntas políticas tradicionais está em erosão enquanto a AfD ganha terreno, sobretudo em centros urbanos e regiões industriais. O escrutínio regional em North Rhine-Westphalia surge como um barómetro crítico para o governo de Friedrich Merz — cujo empenho em reforçar os serviços de inteligência e a política de segurança sinaliza a tentativa de responder a novas ameaças, mas não resolve a fragilidade doméstica nem a polarização crescente.

Em Itália, o governo de direita consolidou medidas de segurança que críticos classificam como repressivas face a protestos, e capitalizou fragilidades da oposição após derrotas em referendos. A governação de Giorgia Meloni tem mostrado uma aposta clara na ordem pública e numa diplomacia proativa (nomeadamente sobre sanções à Rússia). Assim, tem mexido com as expectativas europeias sobre equilíbrio entre direitos civis e segurança.

Mais a oeste, em Espanha, o Executivo de Pedro Sánchez vive um ciclo de desgaste: investigações e acusações contra figuras próximas fragilizaram a coesão da coligação e impuseram uma agenda de contenção política. Projetos sociais e laborais têm sido travados na arena parlamentar, evidenciando uma governação presa a equilíbrios frágeis entre aliados e aliados ocasionais. A tensão social traduziu-se em manifestações massivas e numa erosão do capital político do Governo.

Portugal continua a debater o ciclo de instabilidade que trouxe três eleições em poucos anos. O governo minoritário dos sociais democratas tomou posse e tenta avançar reformas económicas e laborais que já provocaram forte oposição de sindicatos. Ao mesmo tempo, a ascensão do CHEGA ao estatuto de força relevante reorganizou o espaço político e complica maiorias estáveis. Estas dinâmicas mostram um país à procura de estabilidade, mas com tensões reais entre sustentabilidade financeira e coesão social.

Países Baixos e Nórdicos

A saída de Geert Wilders da coligação precipitou a queda do executivo e deixou os Países Baixos em administração transitória, com decisões sensíveis (especialmente em defesa e nas relações com a NATO) a exigir consensos difíceis. O labirinto pós-colapso indica que o voto populista ainda consegue reacender crises institucionais mesmo em democracias com tradição de consensos.

Os países nórdicos mantêm uma postura reforçada em defesa e apoio à Ucrânia (com pacotes significativos de ajuda militar). Ao mesmo tempo que debate temas sensíveis: na Suécia a emergência do partido anti-imigração força auto-críticas e rebranding. Na Dinamarca o Governo aprova gigantescas compras de defesa. Já na Noruega, o fundo soberano e investimentos internacionais tornaram-se tema eleitoral. O resultado é um quadro menos uniforme do que o estereótipo de ‘nordic stability’: há pressões geopolíticas e dilemas democráticos reais.

Lições para o Dia da Democracia

O mapa europeu que surge neste Dia da Democracia é misto: instituições existem, eleições decorrem, colégios legais operam — mas a tensão entre legitimidade popular e capacidade de decisão institucional está em alta. Crises orçamentais, fragmentação partidária, pressões sociais e o avanço de forças populistas formam um cocktail que testa rotinas democráticas. Governabilidade sem perda de direitos; segurança sem erosão das liberdades; e mercados que não substituam o debate político.

Para quem escreve — e para o leitor — a mensagem é clara: lembrar a data não basta. É preciso reportar com fontes, explicar com clareza e propor caminhos concretos para reforçar confiança: transparência orçamental, canais claros para a contestação social, e uma imprensa forte que exponha responsabilidades. A democracia não sobrevive de rituais, sobrevive de estruturas que funcionem quando mais são necessárias.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Sabe qual é o melhor dia para enviar o CV? Pode importar mais do que imagina

15 Setembro, 2025 by Marcelo Teixeira

Há um detalhe que pode mudar tudo na procura de emprego: o momento em que o currículo é enviado. A conclusão é da Adecco, que analisou tendências internacionais e dados internos para identificar padrões de eficácia nas candidaturas.

Segundo a empresa de recursos humanos, o ‘timing’ é decisivo. As candidaturas enviadas entre terça e quinta-feira, antes das 9h da manhã, são as que têm maior probabilidade de ser lidas e gerar contacto. O motivo é simples: evitam a avalanche de emails típica de segunda-feira e o caos das sextas, quando as prioridades mudam para o fecho da semana.

«Num mercado altamente competitivo, o timing pode ser a vantagem que separa um candidato esquecido de um candidato chamado», sublinha a Adecco.

O que deve evitar

Evitar segunda e sexta-feira é uma recomendação clara: segunda costuma ser marcada por ausências e replaneamento interno, enquanto sexta é sinónimo de urgências de última hora e foco no encerramento da semana.

Já os fins de semana ou feriados prolongados devem ser evitados por completo, pois o risco de o CV ficar esquecido é demasiado elevado.

 

Mais do que enviar, é preparar

Para quem pondera uma mudança de emprego, a preparação deve começar com alguma margem. O tempo médio de transição profissional ronda os quatro meses. Por isso, quem pensa em mudar deve começar a preparar a candidatura com dois a três meses de antecedência — para reforçar formação, atualizar presença online (sobretudo no LinkedIn) e treinar entrevistas.

A eficácia de uma candidatura não se resume ao conteúdo do currículo. O horário de envio conta, tal como a forma de acompanhamento: registar candidaturas, fazer follow-ups e manter um perfil digital ativo são passos que podem ser determinantes.

Com o fim do verão, multiplicam-se as ofertas de emprego — mas também os candidatos. O conselho da Adecco é claro: encare esta fase com estratégia. «Saber o momento certo para agir pode ser o fator decisivo entre ser mais um… ou ser escolhido.»

Arquivado em:Notícias, Trabalho

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