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Leonor Wicke

Snyder: Lição 10

25 Maio, 2026 by Leonor Wicke

Além dos Trumps, dos Netanyahus, dos Putins e dos Xis da vida, que nos oferecem realidade em doses excessivas, temos de nos confrontar com as interpretações que por vezes os media constroem para nos oferecer. Dois exemplos.

Primeiro: os chamados “ativistas” da Climáximo voltam a dar nas vistas com as “ações” do costume. Diz-nos alguma imprensa, simpática, que andaram desta vez a “redistribuir alimentos”. Extraordinário. Nesta novilíngua, Bonnie e Clyde não eram assaltantes de bancos mas redistribuidores de capital.

Segundo: por cá Pedro Sánchez é apresentado como um herói global da democracia, o homem que faz frente a Trump na defesa da decência da Humanidade. Ora, uma breve passagem por Espanha deu-me a ver um político enterrado em processos judiciais muito complicados e que dificilmente pode ser um exemplo para quem quer que seja.

Estas “construções sociais” têm um efeito nefasto: diminuem a credibilidade daquilo que lemos, afetam essa instituição fundamental que é a imprensa e aproximam as notícias do estatuto de fakeness. Este é um caminho que, creio, não pode acabar bem.

Arquivado em:Opinião

Poder de compra aumentou, mas pobreza continua a afetar 1,66 milhões de portugueses

25 Maio, 2026 by Leonor Wicke

A taxa de risco de pobreza em Portugal voltou a descer em 2025, atingindo 15,4% da população,  o equivalente a 1,66 milhões de pessoas. Trata-se do segundo ano consecutivo de redução, mas os dados mostram que a pobreza e a exclusão social continuam a afetar de forma desproporcional grupos mais vulneráveis, como desempregados, famílias monoparentais, crianças e idosos. As conclusões são do relatório Portugal, Balanço Social 2025, lançado pela Fundação “la Caixa”, pelo BPI e pela Nova SBE.

A 6ª edição do estudo destaca também um aumento significativo do rendimento disponível e do poder de compra na última década, ao mesmo tempo que evidencia desigualdades persistentes nos rendimentos, nas pensões e nas condições de vida. O relatório é da autoria de Bruno P. Carvalho, Francisco Tavares, João Fanha, Miguel Fonseca e Susana Peralta, que integram o Nova SBE Economics for Policy Knowledge Center.

Pobreza continua mais elevada entre desempregados e famílias monoparentais

Segundo o relatório, o limiar de pobreza em Portugal situava-se em 2025 nos 8.679 euros anuais, ou seja, cerca de 723 euros por mês. A taxa de risco de pobreza desceu 1,2 pontos percentuais face a 2024, mantendo a trajetória de descida iniciada em 2023.

Apesar da melhoria global, alguns grupos continuam particularmente expostos:

  • 42,6% dos desempregados encontravam-se em situação de pobreza;
  • Entre as famílias monoparentais, a taxa atingia os 35,1%;
  • Nos indivíduos com menor escolaridade, a incidência era de 21,3%.

O relatório revela ainda que as mulheres continuam mais vulneráveis à pobreza do que os homens, com taxas de 16,3% e 14,5%, respetivamente. Entre os agregados familiares, as assimetrias continuam marcadas. Nas famílias numerosas, a taxa de pobreza atingia 26,7%, enquanto nos casais com duas crianças a taxa subiu de 12% para 14,2%.

Poder de compra aumentou 25% em dez anos

Entre 2014 e 2024, o rendimento disponível médio das famílias portuguesas aumentou de 9.856 euros para 14.951 euros, traduzindo-se num crescimento do poder de compra de 25,2%.

No entanto, os ganhos não foram distribuídos de forma homogénea. O crescimento do poder de compra foi superior a 30% nos cinco decis de rendimento mais baixos, enquanto nos escalões superiores ficou abaixo dos 25%.

Ainda assim, as desigualdades permanecem elevadas. Em 2025, os 10% mais ricos detinham quase oito vezes mais rendimento disponível do que os 10% mais pobres. Além disso, os 25% mais ricos concentravam 46,5% do rendimento do país, enquanto os 25% mais pobres detinham apenas 10,5%.

Mulheres continuam a receber salários e pensões mais baixos

O relatório evidencia também disparidades significativas entre homens e mulheres, sobretudo ao nível salarial e das pensões.

Em 2024, por cada euro ganho por um homem com ensino superior, uma mulher com o mesmo nível de educação recebia apenas 72 cêntimos. Já no ensino secundário, o valor descia para 62 cêntimos. Entre pessoas com ensino básico, as mulheres recebiam apenas 57 cêntimos por cada euro ganho pelos homens.

A desigualdade prolonga-se na reforma. Mais de 60% das mulheres que receberam pensão de velhice em 2025 receberam menos de 500 euros, enquanto apenas 28,5% dos homens estavam abaixo desse valor.

Crianças e idosos continuam entre os grupos mais vulneráveis

As crianças e os idosos continuam a ser os grupos mais expostos ao risco de pobreza e exclusão social em Portugal. Em 2024, havia 301 mil crianças pobres e 541 mil pessoas com mais de 65 anos em situação de pobreza.

O relatório identifica várias formas de privação infantil:

  • Quase metade das crianças pobres não participava regularmente em atividades extracurriculares ou de lazer;
  • 35,4% viviam em habitações sobrelotadas;
  • 15% dos agregados com crianças pobres não conseguiam assegurar uma alimentação saudável e nutritiva.

Além disso, a taxa de privação material e social era quase quatro vezes superior entre crianças pobres (29,6%) face às não pobres (7,6%).

Nos idosos, os principais problemas prendem-se com dificuldades em manter a casa aquecida, pagar férias fora de casa ou suportar despesas inesperadas.

Habitação, saúde e privação continuam a marcar a pobreza

A taxa de privação material e social desceu em 2025 para 10,2%, enquanto 4,3% da população vivia em situação de privação material e social severa. Ainda assim, a privação continua a ser quase seis vezes mais comum entre pessoas pobres do que entre a população não pobre.

As dificuldades refletem-se sobretudo no acesso à saúde, na habitação e nos custos energéticos.

Note-se que, entre os agregados pobres:

  • 33,4% tinham encargos com habitação superiores a 40% do rendimento;
  • 30,9% não conseguiam manter a casa adequadamente aquecida;
  • 39,2% não conseguiam manter a habitação confortável no verão.

O estudo mostra ainda que 40,4% das famílias pobres viviam em casas com problemas estruturais, como infiltrações ou degradação.

Açores e Alentejo registam maiores níveis de pobreza

As disparidades regionais continuam significativas. O Alentejo registou a maior taxa de pobreza do país (17,9%), seguido dos Açores (17,3%). Em sentido inverso, a Grande Lisboa apresentou a menor prevalência de pobreza, com 12,2%.

Já a privação material e social foi particularmente elevada nas regiões autónomas:

  • 17,4% nos Açores;
  • 15,1% na Madeira.

No entanto, o Alentejo foi ainda a região com menor privação material e social (7,6%).

A inflação continua também entre as maiores preocupações dos portugueses, sobretudo entre quem enfrenta dificuldades financeiras. Saúde e habitação surgem logo a seguir entre os temas considerados prioritários.

Portugueses confiam mais no exército e menos nos partidos políticos

O relatório inclui ainda uma análise sobre confiança institucional e perceções sociais. Em 2024, o exército e a polícia eram as instituições que geravam maior confiança junto dos residentes em Portugal. Já os partidos políticos surgiam como a instituição em que os portugueses menos confiam.

Entre as pessoas com dificuldades em pagar contas, mais de 90% manifestavam desconfiança nos partidos políticos e cerca de 60% mostravam-se insatisfeitas com o funcionamento da democracia.

Arquivado em:Nacional, Notícias

Mudanças nas viagens de negócios? Saiba como evitar conflitos com os trabalhadores

25 Maio, 2026 by Leonor Wicke

As viagens de negócios continuam a ser uma parte essencial da rotina de muitas empresas, mas também um dos temas mais sensíveis na gestão interna. Mudanças nas políticas de viagens e despesas corporativas podem gerar resistência entre colaboradores, sobretudo quando limitam escolhas relacionadas com companhias aéreas, classes de voo ou autonomia durante as deslocações profissionais.

Com o ambiente de maior controlo de custos e transformação das políticas de mobilidade empresarial, os travel managers enfrentam o desafio de implementar medidas potencialmente impopulares sem criar conflitos ou afetar a experiência dos colaboradores.

O que está a impulsionar a mudança de políticas no ambiente atual de viagens e despesas?

Os cortes nos orçamentos de viagens são um dos principais fatores que levam à atualização das políticas. De acordo com um inquérito recente da SAP Concur, 41% dos travel managers referem que as restrições orçamentais conduzem frequentemente a ajustes significativos ao nível das políticas, tais como a alteração dos tipos de viagens permitidas.

As políticas de conformidade e ambientais também podem determinar a forma como os colaboradores se deslocam. Algumas empresas adotaram uma política de prioridade para viagens nacionais abaixo de uma determinada distância. Outros proibiram totalmente as viagens de curta distância.

Atualizações de políticas como estas inevitavelmente ajudam as empresas a atingir as metas de redução de emissões de carbono e a minimizar os custos. No entanto, muitas vezes também prejudicam a facilidade de viajar, ou acabam por a impedir completamente. Isto pode criar um fosso entre a visão de liderança e a experiência do colaborador.

 

Passos para superar a resistência às políticas

A forma como as empresas abordam as mudanças políticas difíceis dependerá do tipo de empresa. As grandes empresas tendem a incorporar mais flexibilidade nas suas políticas, desde que os colaboradores cumpram as restrições orçamentais. As pequenas empresas normalmente operam com margens mais apertadas. Por isso, pode haver a necessidade de reduzir a autonomia para poupar dinheiro.

Independentemente da dimensão de uma organização, as mudanças políticas são necessárias, mesmo que isso não seja fácil. Os travel managers têm de suportar o peso de decisões difíceis que nem todos no setor receberão bem.

Estas são as melhores práticas para comunicar aos colaboradores alterações impopulares nas políticas de despesas e viagens para minimizar o atrito.

 

1. Garantir o apoio da direção

Uma comunicação bem-sucedida das atualizações das políticas começa muito antes dos emails serem enviados a todos os colaboradores. A base de uma gestão eficaz da mudança é o apoio da direção.

É necessário informar os líderes de toda a empresa sobre o porquê e como a mudança irá acontecer, envolvendo-os desde o início para garantir o seu apoio. Os líderes financeiros, por exemplo, são essenciais para avaliar e demonstrar o valor das atualizações das políticas através da perspetiva do orçamento e da conformidade. Os responsáveis de TI fornecem insights sobre quais os sistemas que melhor se integrarão e irão garantir uma transição suave para a aplicação de novas políticas. E os profissionais de RH podem atuar como defensores dos colaboradores, para que as atualizações das políticas apoiem os interesses dos talentos e o dever de proteção.

 

2. Encontrar o equilíbrio ideal

Quando é necessário implementar uma mudança de política impopular, como a imposição de voos em classe económica em vez da classe executiva, pode ser útil procurar incentivos “não monetários” para compensar o impacto. Por exemplo, seria possível negociar com os fornecedores benefícios durante as viagens, como embarque prioritário ou acesso a salas de lounge?

Tenha cuidado com os incentivos financeiros, especialmente ao implementar um programa global de viagens. Isto pode expor a empresa a implicações fiscais adicionais. Por exemplo, oferecer benefícios como vouchers para colaboradores que optem por opções de viagem mais económicas pode ser considerado um benefício em espécie sujeito a tributação.

Em vez disso, concentre-se em serviços adicionais que melhorem a experiência do viajante sem desencadear implicações fiscais, tais como acordos de embarque antecipado ou controlo de segurança rápido. Estas vantagens podem aumentar o conforto dos colaboradores sem criar desafios de conformidade.

 

3. Comunique de forma clara e direcionada

Para comunicar eficazmente aos colaboradores uma alteração impopular na política de despesas e viagens, é necessário explicar os motivos por trás dessa mudança. A transparência é essencial. Se os colaboradores não compreenderem por que razão está a ser preparada uma alteração indesejada, é mais provável que rejeitem, ou continuem com o comportamento que está a proibir.

Deve também adaptar a sua abordagem para o público. Os executivos seniores normalmente precisam de ser incluídos no processo de tomada de decisão numa fase inicial, enquanto os viajantes frequentes necessitam de perguntas frequentes detalhadas para compreenderem como os seus processos diários de viagens e despesas irão mudar.

A pontualidade também conta. As alterações às políticas podem falhar se forem comunicadas apenas uma vez. Reitere as informações sobre quando e onde as pessoas estão a efetuar as reservas, como na plataforma de viagens. Isto permite evitar surpresas desagradáveis para viajantes ou para os responsáveis pela aprovação.

 

4. Seja flexível para o futuro

As políticas de viagem demoram a ser implementadas. Para evitar que as alterações fiquem desatualizadas, compensa criar políticas modulares.

Por último, o feedback é fundamental para o processo de iteração. Terá de avaliar as atualizações das políticas quando são recebidas, com o objetivo de estabelecer um diálogo construtivo em torno da mudança. Considere distribuir inquéritos rápidos para monitorizar a satisfação dos viajantes ou criar grupos de trabalho para ouvir as perspetivas dos colaboradores.

Em última análise, as políticas mais eficazes são aquelas que as pessoas compreendem. Quando se é transparente quanto ao “porquê” e se integram políticas de fácil compreensão nos sistemas de despesas e viagens, o cumprimento das regras passa a ser apenas uma parte do processo, e não um motivo de descontentamento por parte dos colaboradores.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

O poder da comunicação: transformar ideias em impacto real

25 Maio, 2026 by Leonor Wicke

A comunicação não é um acessório “bonito” ou secundário, pelo contrário, é basilar entre espécies. Uma ideia pode ser brilhante, mas se não houver clareza na transmissão, o seu potencial morre no silêncio. Comunicar bem não é “ter jeito para falar”, mas sim saber organizar o pensamento e traduzi-lo numa mensagem percetível pelo receptor.

 

Nos negócios: Clareza gera valor

Uma marca que comunica com clareza reduz a fricção e acelera decisões. Clientes compram mais depressa quando percebem, sem esforço, o valor à sua frente. A comunicação eficaz cria confiança, proximidade e posicionamento. Marcas memoráveis não são as que gritam mais alto, mas as que fazem o público sentir que existe verdade, direção e identidade no que dizem. Porque no final do dia, é sobre impacto real e não comercial.

 

Nas equipas/relações: Conexão e alinhamento

Nas equipas, a comunicação define a cultura. Um líder que comunica com clareza alinha expectativas e inspira ação, evitando interpretações erradas e perda de energia. O impacto vai além das vendas diretas, mas constrói uma máquina que vende sozinha, tudo porque está a ser comunicada com alinhamento e coesão. Isto cria mais do que uma ligação comercial, também cria uma relação.

A forma como comunicamos dita a qualidade das conexões. Muitos conflitos nascem não da má intenção, mas da falta de clareza. Assumimos que o outro nos percebe, esquecendo que cada um interpreta mensagens através do seu próprio filtro de experiências e estágio emocional. Comunicar bem exige consciência, escuta e a capacidade de simplificar sem perder profundidade. Na verdade, quando comunicas, nunca é sobre ti, é sempre sobre o outro.

 

A arte de gerar movimento

A grande diferença entre transmitir informação e gerar impacto reside na capacidade de transformar ideias em mensagens que façam sentido para os outros. As pessoas não se ligam apenas ao que é dito, mas à forma como é dito e como isso as faz sentir.

Uma ideia clara e emocionalmente relevante tem o poder de transformar perceção em ação. Comunicar bem é sobre ligação e transformação, é sobre ser e não ter. Comunicar com verdade, clareza e autenticidade é o que te faz ser um bom comunicador e não apenas ter uma boa comunicação aplicada.

Arquivado em:Opinião

Não existe um inglês ‘mais correto’: sotaques refletem identidade, cultura e diversidade, diz estudo

22 Maio, 2026 by Leonor Wicke

Não existe um sotaque de inglês ‘mais correto’ do que outro. Todos refletem a origem, o percurso e as comunidades de quem os fala. A conclusão é do projeto This is English, promovido pelo British Council, a organização internacional do Reino Unido para a cultura e a educação, com contributos do sociolinguista Rob Drummond, professor da Manchester Metropolitan University. O estudo foi divulgado no âmbito do Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, assinalado a 21 de maio.

A investigação analisa a evolução dos sotaques regionais britânicos e das diferentes variantes globais da língua inglesa, mostrando como fatores como migração, cultura, redes sociais e novas gerações continuam a transformar o inglês enquanto língua global.

‘Diferente’ não significa ‘errado’

Segundo o British Council, a ideia de existir um inglês ‘correto’ resulta sobretudo de convenções históricas associadas à escrita e à influência de determinadas instituições e grupos sociais. No entanto, não existe um sotaque universalmente certo na língua falada.

«Quando as pessoas dizem que alguém tem um sotaque ‘muito carregado’, normalmente querem apenas dizer que soa diferente do seu. Mas ‘diferente’ não significa ‘errado’. Um sotaque não é algo a corrigir, é um reflexo de quem somos, de onde vimos e das comunidades a que pertencemos», afirma Rob Drummond, professor de Sociolinguística da Manchester Metropolitan University.

O estudo destaca também que o chamado Received Pronunciation (RP) — historicamente associado à família real britânica e adotado pela BBC como sotaque de referência no século XX — nunca representou um padrão ‘natural’, mas sim uma construção social ligada ao poder e à representação institucional.

Hoje, segundo o projeto, os media britânicos refletem uma maior diversidade linguística e regional, valorizando cada vez mais a autenticidade e pluralidade de vozes.

TikTok, YouTube e cultura digital estão a mudar o inglês

A investigação evidencia ainda o impacto das gerações mais jovens na transformação contemporânea da língua inglesa. Plataformas como TikTok e YouTube, bem como fenómenos ligados à música, cinema e entretenimento, estão a acelerar a circulação global de expressões, pronúncias e ritmos linguísticos.

O resultado é um inglês cada vez mais híbrido, multicultural e influenciado por diferentes referências culturais.

Além disso, o estudo sublinha que os sotaques continuam a evoluir ao longo do tempo e são influenciados por fatores como:

  • Idade;
  • Contexto social;
  • Género;
  • Origem cultural;
  • Comunidades de pertença.

Longe de desaparecerem, os sotaques estão constantemente a adaptar-se às mudanças sociais e culturais.

Diversidade linguística é uma força global

Para o British Council, esta diversidade representa uma das maiores forças da língua inglesa enquanto ferramenta internacional de comunicação e aproximação entre culturas.

«Na prática, o inglês cresce através das diferentes vozes e sotaques de quem o utiliza. O trabalho do British Council passa precisamente por criar espaços onde estudantes, professores e comunidades possam comunicar com confiança, partilhando experiências e aprendendo uns com os outros», afirma Chris Mathews, Managing Director, English and Exams, no British Council.

O projeto ‘This is English’ foi desenvolvido com base em investigação académica sobre sociolinguística e variação linguística, reunindo contributos de especialistas internacionais sobre a evolução contemporânea da língua inglesa.

O Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, instituído pelas Nações Unidas, procura precisamente promover o valor da diversidade cultural enquanto motor de inclusão, compreensão mútua e desenvolvimento sustentável.

Arquivado em:Nacional, Notícias, Sociedade

Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

22 Maio, 2026 by Leonor Wicke

Estratégia, tecnologia e visão de negócio refletem-se nas obras escolhidas, repensando a forma como as empresas e os líderes se estão a adaptar a um mundo cada vez mais acelerado, digital e competitivo.

Esta seleção foi publicada na edição nº 33 da Revista Líder, cujo tema é a ‘Condição Humana’.

Boas leituras!

AI is Eating Marketing – Tim Haldorsson   

Espressio AI

Este é um guia prático destinado a fundadores, diretores de marketing e equipas de marketing que estão a desenvolver soluções com agentes de IA. Este livro apresenta o sistema exato para substituir a infraestrutura de marketing tradicional por um conjunto de agentes de IA autónomos que executam tarefas mais rapidamente, custam 60–70% menos e ficam mais inteligentes a cada mês. 

 

Superbrands Portugal 2025 – Pedro Diogo Vaz  

Todos os anos, a Superbrands faz dezenas de estudos junto dos consumidores de todo o mundo para identificar as marcas de excelência que estes referem como sendo as mais relevantes para a sua vida. A cada edição é produzido um livro que conta a história destas marcas, qual o seu posicionamento no mercado e a forma como são percecionadas pelo público. As capas, já são ícones do projeto, e anualmente as marcas têm a oportunidade de explorar a sua criatividade, elaborando capas personalizadas que contém mensagens e conceitos relevantes para o mercado. 

 

O Mito do Empreendedor – Michael E. Gerber

Alma dos Livros 

O Mito do Empreendedor pretende ser um guia para todos os que encaram o universo dos negócios com dedicação e compromisso, em evolução constante, para poder estar em condições de realmente poder administrar um negócio e fazê-lo crescer de forma efetiva. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 33 da revista Líder, cujo tema é ‘Condição Humana’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Cultura e Lifestyle, Leading Brands, Livros e Revistas, Notícias

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